
Um "pé na bunda" pode ser um empurrão para frente, ou para trás, a escolha é sua
Muitas pessoas passam pela vida por um momento critico, seja no âmbito profissional ou pessoal, que todos conhecem como; a hora critica, o dia de facão, ou mais popularmente, o pé na bunda. Como reagir?
Este pode ser o momento que a sua vida pode mudar definitivamente para uma situação boa ou ruim, depende da sua escolha. Foram os momentos de crise que causaram a evolução de toda a humanidade. Em chinês, CRISE significa oportunidade!
Se os dinossauros não tivessem levado um pé na bunda da mãe natureza, o que seria hoje da civilização humana? E se não fosse o pé na bunda do Napoleão. Foram os erros os melhores precursores do sucesso. Veja abaixo as dicas de como reagir ao pé na bunda:
1) Jamais fique esperando o pé na bunda!
Existem pessoas que, por insegurança, temem receber o cartão vermelho. Isso atrai o que você menos quer. Então, jamais tenha insegurança. Einstein recebeu seu pé na bunda na escola primária, porque a professora acreditava ser ele uma criança excepcional (e como ela estava certa).
2) Na vida pessoal
Você tem a insegurança de receber o cartão vermelho do seu parceiro (a)? A insegurança vai atrair o que você menos deseja. Apenas o pensamento de se sentir rejeitado, traído ou trocado vai fazer com que você contamine sua vida e com certeza você será levado ao derrotismo, depressão, angústia e tantos outros males.
3) Você é um provável candidato ao pé na bunda?
Se você é uma das pessoas que esperam pelo pé na bunda, significa que você não fez projetos para a sua vida e deixou todas as decisões para sua evolução na mão de outros. Então, encare este momento como o início da reavaliação da sua vida.
Reavalie e reprograme suas metas
assuma o controle da sua vida, do contrário, será um infeliz constante, aguardando pelo momento da depressão. A depressão jamais será sua amiga, apenas concorrente.
Ouse, crie. Agora você esta no comando da sua evolução.
Um "pé na bunda" pode ser um empurrão para frente, ou para trás, a escolha é sua.
Por Carlos Moraes,
Professor de NeuroCiências, Consultor Motivacional
Muitas pessoas passam pela vida por um momento critico, seja no âmbito profissional ou pessoal, que todos conhecem como; a hora critica, o dia de facão, ou mais popularmente, o pé na bunda. Como reagir?
Este pode ser o momento que a sua vida pode mudar definitivamente para uma situação boa ou ruim, depende da sua escolha. Foram os momentos de crise que causaram a evolução de toda a humanidade. Em chinês, CRISE significa oportunidade!
Se os dinossauros não tivessem levado um pé na bunda da mãe natureza, o que seria hoje da civilização humana? E se não fosse o pé na bunda do Napoleão. Foram os erros os melhores precursores do sucesso. Veja abaixo as dicas de como reagir ao pé na bunda:
1) Jamais fique esperando o pé na bunda!
Existem pessoas que, por insegurança, temem receber o cartão vermelho. Isso atrai o que você menos quer. Então, jamais tenha insegurança. Einstein recebeu seu pé na bunda na escola primária, porque a professora acreditava ser ele uma criança excepcional (e como ela estava certa).
2) Na vida pessoal
Você tem a insegurança de receber o cartão vermelho do seu parceiro (a)? A insegurança vai atrair o que você menos deseja. Apenas o pensamento de se sentir rejeitado, traído ou trocado vai fazer com que você contamine sua vida e com certeza você será levado ao derrotismo, depressão, angústia e tantos outros males.
3) Você é um provável candidato ao pé na bunda?
Se você é uma das pessoas que esperam pelo pé na bunda, significa que você não fez projetos para a sua vida e deixou todas as decisões para sua evolução na mão de outros. Então, encare este momento como o início da reavaliação da sua vida.
Reavalie e reprograme suas metas
assuma o controle da sua vida, do contrário, será um infeliz constante, aguardando pelo momento da depressão. A depressão jamais será sua amiga, apenas concorrente.
Ouse, crie. Agora você esta no comando da sua evolução.
Um "pé na bunda" pode ser um empurrão para frente, ou para trás, a escolha é sua.
Por Carlos Moraes,
Professor de NeuroCiências, Consultor Motivacional
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