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Entenda porque as gestantes são mais propensas ao problema e conheça os principais tratamentos
Quando se pensa unicamente na estética, um dos grandes problemas enfrentados pelas grávidas é o aparecimento de estrias. E elas têm mesmo motivos para se preocuparem. Calcula-se que as incômodas marcas atingem cerca de 75% das mulheres em período de gestação. Além do normal e esperado estiramento da pele, fatores hormonais contribuem para o surgimento delas.
“As estrias são uma resposta ao estiramento cutâneo. O que acontece é que as fibras elásticas e de colágeno que sustentam e que dão resistência a pele se rompem e depois formam uma cicatriz. Além do crescimento rápido da barriga e dos seios (áreas onde normalmente são atingidas pelas cicatrizes), a multiplicação dos hormônios durante a gravidez são outro responsável pelo surgimento das estrias”, explica a dermatologista Carolina Ferolla.
Outros fatores que contribuem, segundo a médica, são: presença prévia de estrias, o histórico familiar, pessoas de cor morena, ganho neonatal superior a três kg, fatores genéticos e fatores hormonais. Durante a gestação, ocorre aumento na produção de estrógeno e cortisona.
As chamadas estrias gestacionais são estrias atróficas. Os locais onde elas costumam aparecer são nas laterais das coxas, glúteos e, como era de esperar, barriga. No início elas são avermelhadas e depois pegam uma coloração branca.
A doutora Carolina, entretanto, garante que nada disso é motivo para desespero, pois atualmente existem tratamentos bastante efetivos contra as estrias. Entre eles estão os que utilizam ácidos, especialmente o ácido retinóico, que estimula a formação de tecido colágeno. Há também a opção de peelings, que têm a mesma ação dos ácidos, mas agem de uma maneira mais intensa e garantem melhores resultados.
Para os casos mais graves, a dermatologista indica o Subcision, cuja técnica consiste na introdução de uma agulha grossa, com ponta cortante, ao longo e por baixo da estria, com movimentos de ida e volta. “O trauma causado leva à formação de tecido colágeno no local, que preenche a área onde o tecido estava degenerado”, explica a médica.
Há também a Intradermoterapia, tratamento realizado com injeções ao longo e sob as estrias com substâncias que provocam uma reação do organismo, estimulando também a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneraram. Para finalizar, a doutora Carolina ressalta que “os melhores resultados costumam aparecer com a associação de mais de um método”.
Saiu outra reportagem no Blog Garota de Bobes , Livre-Se das Estrias de Vez: Conheça a Técnica TSR®.
ResponderExcluirFico feliz e gostaria de dividir com vocês o link http://garotadebobes.blogspot.com/2010/07/livre-se-das-estrias-de-vez-conheca.html
Abraços, Dra. kátia Ferreira