sábado, 30 de abril de 2011

Psicólogos analisam os homens da novela “Insensato Coração”

Os personagens masculinos e suas relações confusas e maléficas com as mulheres


Foto: Rede Globo/Divulgação Ampliar

André Gurgel: coleção de conquistas

Os homens da novela “Insensato Coração”, trama do horário nobre da Rede Globo, parecem representar um verdadeiro pesadelo de calças. Entre outros desvios, eles apresentam comportamentos como infidelidade compulsiva, machismo e dificuldade de envolvimento emocional – um prato cheio para os analistas. Na vida real, quantos deles existem? Talvez muitos. Quem não conhece um mulherengo incorrigível ou um problemático bonitão? É claro, as mulheres também têm lá seus problemas, mas, dessa vez, são eles que estão no divã.

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André Gurgel: o solteirão irresistível que ridiculariza as mulheres
Vivido por Lázaro Ramos, André Gurgel é um dos personagens mais polêmicos da trama. O designer adora conquistar mulheres, mas as dispensa horas depois da primeira transa. Honesto, ele não esconde o objetivo de obter só sexo delas. Também é comum ridicularizá-las para os amigos. Em cena recente, em tom de sarcasmo, ele fala sobre os acontecimentos que sucederam sua última aventura sexual: “Coloquei ela no taxi pra não ter dúvidas. Imagina dormir em casa? Na manhã seguinte ia fazer planos sobre o buffet do casamento”.

Paulo G. P. Tessarioli, especialista em sexualidade humana e relacionamentos, acredita que a chave para entendê-lo pode estar na infância. “Assim como seu pai, um alcoólatra que agredia fisicamente a mulher, André também é agressivo, só que verbalmente. Ele pode ser um misógino”, diz o psicólogo, se referindo às pessoas que têm aversão a tudo que é feminino.

Mas como um homem que vive correndo atrás das mulheres pode ser misógino? Tessarioli explica o aparente contrassenso, dizendo que, inconscientemente, André pode identificar as mulheres com a sua mãe, “uma figura submissa, incapaz de reagir às agressões do marido”. A psicóloga da FMU de São Paulo, Cristiane Marcelino, aponta uma estratégia de autoproteção do personagem. “Não dar continuidade aos romances o protege de um possível envolvimento, assim como consequências inerentes a qualquer relação amorosa como, por exemplo, o sofrimento, a rejeição e o abandono”.

Léo Brandão: golpista ou psicopata?
Grande vilão masculino da novela, Léo Brandão (Gabriel Braga Nunes) tem um comportamento que chama atenção. Sem demonstrar afeto sincero por ninguém, ele aplica golpes em série e usa seu poder inato de sedução para conquistar as vítimas – geralmente mulheres solitárias e que têm alguma posse ou pequena fortuna guardada. Sexo por diversão é raro, mas quando faz, Léo escolhe prostitutas na rua, com as quais não precisa estabelecer envolvimento emocional.

Foto: Rede Globo/Divulgação Ampliar

Léo Brandão

“O que é mais significativo no comportamento do Léo é o fato dele se relacionar com as pessoas sem manifestar qualquer sentimento que não seja o de se beneficiar. Esta total ausência de culpa é o que podemos classificar como um traço comum em casos de psicopatas”, pontua Cristiane sobre o personagem que já roubou, matou e mandou uma inocente para a cadeia em seu lugar.

Na opinião de Tessarioli, a personalidade de Léo tem traços de imaturidade. “Ele se comporta diante do mundo como um eterno adolescente. Acha que o pai é injusto com ele, preferindo o irmão, e que o mundo é injusto também”, pondera o psicólogo


Horácio Cortez: um típico machão infiel
Dos personagens masculinos de “Insensato Coração”, Horácio Cortez (Herson Capri) talvez tenha o perfil mais antiquado para a mulher moderna. “Ele é o típico machão”, define Tessariolli. Quando casado, o banqueiro sempre teve amantes, mas nunca admitiu uma separação. “O Cortez separa sexo de amor. Tem um pensamento machista, acredita na ideia de que há mulheres para casar e outras para transar”.

Foto: Rede Globo/Divulgação Ampliar

Horácio Cortez

Mas o psicólogo não coloca a mulher de Cortez, Clarice (Ana Beatriz Nogueira), no papel de vítima. “Todos os casais têm pactos de convivência, conscientes ou inconscientes. A esposa sempre foi conivente com essa atitude dele. Ela sabia dos casos, permitiu a situação”, ressalta.

Outro ponto interessante na personalidade do ricaço é o fato de ele sempre procurar amantes vulgares. Nenhuma delas, por exemplo, circula em seu nível social. Quando as chama de “vagabunda” para o seu confidente, deixa claro o desprezo e a atração descartável. “Quando eu cansar, passo ela pra você”.

Pedro Brandão: até que a próxima crise nos separe
Interpretado por Eriberto Leão, Pedro Brandão não guarda muitas semelhanças com os outros personagens analisados. Sem nenhum desvio de caráter evidente, o piloto tem como grande drama a culpa pela morte da ex-noiva, que ele havia abandonado pouco antes do casamento para ficar com Marina Drumond (Paola Oliveira).

Foto: Rede Globo/Divulgação Ampliar

Pedro Brandão

Temporariamente na cadeira de rodas e sem licença para voar, o primeiro movimento de Pedro foi de repulsa à nova namorada: sumiu sem dar notícias, não quis conversa, magoou a moça, até que um dia voltou. Recuperado do acidente, agora o personagem enfrenta uma nova crise, a profissional. Será que homens como Pedro sempre terão um drama para se apoiar? A questão deve ser respondida nos próximos capítulos, já que ele conseguiu um emprego.

Agora, o romance de Pedro e Marina segue calmo e feliz, mas na visão de Tessarioli, alguém que viva uma situação tão trágica como a dele, dificilmente consegue se reerguer sem tratamento psicológico. “Ele é um homem traumatizado. Precisa passar por uma terapia, encarar os seus traumas para poder seguir a sua vida amorosa”.

Ricardo Donisete, especial para o iG São Paulo | 30/04/2011 08:20

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Descoberta proteína que destrói o HIV

Célula do HIV em representação gráfica (Reprodução)

Célula do HIV em representação gráfica

Cientistas da Universidade de Loyola identificaram uma proteína chamada TRIM5a que destrói o vírus HIV em macacos da espécie rhesus.

Infelizmente elas não atuam da mesma maneira em nós seres-humanos, que possuímos as proteínas em nosso organismo.

Segundo o pesquisador sênior Edward M. Campbell, a descoberta pode ajudar os cientistas a encontrarem a característica específica que faz com que o TRIM5a seja efetivo contra o HIV em macacos rhesus.

Se você ainda não sabe, o HIV é o Vírus da Imunodeficiência Humana, responsável pela AIDS. Vários TRIM5a grudam na célula do HIV e o destroem, mas isso só acontece nos macacos.

O TRIM5a é formado por cerca de 500 amino-ácidos. A ideia dos pesquisadores de Loyola agora é descobrir qual amino-ácido ou conjunto de amino-ácidos é o responsável por essa diferença de atuação entre humanos e macacos. Com essa informação cientistas poderão modificar geneticamente o TRIM5a dos humanos para que tenha um efeito semelhante ou criar remédios que imitem esse efeito.

O curioso é seguir testando em animais sabendo que o efeito de tratamentos e doenças é muito diferente do que em humanos.

Dedos da mão direita cruzados pra encontrarem a cura para o HIV, e dedos da mão esquerda cruzados para pararem de testar em animais.

Rafael Takano



quinta-feira, 28 de abril de 2011

Por que a gafe de outra pessoa provoca vergonha alheia?

Pesquisadores tentam mostrar por que ficamos envergonhados com comportamentos atípicos ou estranhos de outras pessoas


Foto: Getty Images Ampliar

Pesquisa liga vergonha alheia a regiões do cérebro que desempenham papel importante na sensação de dor

Um novo estudo tenta mostrar o motivo que nos faz sentir vergonha quando presenciamos gafes e transgressões sociais dos outros - seja na vida real, na televisão ou na internet.

Eles constataram que a vergonha alheia está ligada à empatia e a ativações neurais em regiões cerebrais que desempenham um papel importante na sensação de dor – o córtex cingulado anterior e a ínsula anterior esquerda.

Essa vergonha indireta pode ocorrer mesmo se a pessoa observada não sentir qualquer desconforto com a situação, é o que mostra o estudo publicado no periódico PLoS One.

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“Ficamos fascinados com a frequência com que pessoas relataram suas experiências de vergonha alheia no dia a dia, e como as pesquisas sobre este tópico ainda são empíricas, baseadas na observação. Aparentemente, são muitas as ocasiões em que podemos experimentar esta emoção indireta por alguém”, relataram os pesquisadores em um artigo no periódico.

Comportamento atípico, estranho ou equivocado
As descobertas sugerem que existem duas formas de empatia. Uma reflete a própria avaliação do observador de uma situação dentro de um contexto social, enquanto que a outra é essencialmente uma co-experiência das sensações do próximo.

“Hoje em dia, praticamente qualquer aspecto da vida pessoal de um indivíduo pode alcançar um grande público. Qualquer comportamento atípico, estranho ou equivocado quando exposto tem o potencial de despertar a sensação de vergonha alheia. Mas é o observador quem determina o que é ou não apropriado em determinado contexto social e acaba sentindo vergonha pela outra pessoa”, escreveram os pesquisadores.

(Tradução: Claudia Batista Arantes)

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Fuvest: entender tema da redação é ponto de partida para fazer um texto "nota dez"

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Ana Okada
Em São Paulo

A adequação ao tema pedido na proposta de redação é essencial para que o estudante pleiteie um lugar entre as melhores redações da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular da USP). Segundo os professores ouvidos pelo UOL Vestibular, essa é condição primordial para que a banca corretora não descarte de cara o texto.

"Invariavelmente, nas melhores redações, o estudante revela uma preocupação em se adequar ao tema, não foge dele em hipótese alguma, e obedece à estrutura dissertativa, se ela é cobrada. Sem essas instruções, a redação nem continua a ser lida", explica a professora Maria Aparecida Custódio, do Curso e Colégio Objetivo, de São Paulo.

Para compreender o que é pedido pelo vestibular, a professora dá uma dica: ler primeiro a proposta - que nem sempre vem em primeiro lugar - e depois ler os trechos de textos apresentados. "Depois de ler o tema, ele [o estudante] vai tentar aproveitar [nos textos] o que ele julgar mais conveniente para a redação. Essa leitura faz toda a diferença: muitos se desviam do que é pedido pois leem por cima, e acabam não entendendo o que é necessário fazer", completa.

Além de não fugir do tema, a capacidade de se expressar com clareza a respeito da proposta é outro ponto em comum dos melhores textos. Como exemplo, o coordenador do Banco de Redações do UOL Educação, Antônio Carlos Olivieri, cita uma redação em que o vestibulando cria um termo que não existe no dicionário - "amorfabilidade": "a redatora/redator criou essa palavra com um viés meio em cima do anglicismo vigente na língua. Apesar do termo não existir nem no inglês nem no português, ficou claro o que ela quis dizer, isso é o que importa, mesmo que ela tenha fugido de critérios mais rígidos da gramática", explicou.


Linguagem

Segundo a professora Maria Aparecida, a linguagem utilizada pelo estudante é o grande diferencial entre as redações. "Aquele que tem uma linguagem rica, diversificada, consegue valorizar o conteúdo, já que todo mundo vai escrever sobre o mesmo tema".

Uma linguagem rica, porém, não quer dizer usar palavras difíceis, mas evitar repetições e linguagem informal. "Quem usa linguagem rebuscada só para impressionar perde pontos", explicou a docente. A diversificação de leituras - indo de quadrinhos até clássicos, "best-selers", jornais, crônicas, contos e blogs, por exemplo - ajudam a compor essa linguagem cobrada nas redações de vestibular.

Aulas e filmes também contribuem para enriquecer o repertório linguístico e cultural do estudante. O conhecimento adquirido não deve ser "compartimentado", explica a professora. "Tudo isso ajuda a construir uma bagagem com diversas referências e o vestibulando pode pôr isso a serviço da redação", diz Maria Aparecida.

Melhores redações

A Fuvest divulgou nesta terça-feira (26) as 56 melhores redações do processo seletivo de 2011. A proposta do ano passado foi "O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm lugar no mundo contemporâneo?", e trazia quatro trechos de textos, sendo um da revista Veja, um da internet, um do sociólogo Zygmunt Bauman e um do filósofo Gilles Lipovetsky.

Veja as melhores redações da Fuvest 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Estudo indica que perder peso é melhor forma de curar ronco

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O ronco crônico pode ser mais do que simplesmente uma chateação barulhenta.

Até três quartos dos roncadores também sofrem de apneia do sono, que causa interrupções na respiração ao longo da noite. A apneia eleva o risco de doenças cardíacas, derrames e hipertensão.

Os que buscam por uma cura são frequentemente aconselhados a dormir de lado, e não de barriga para cima, de forma que a base da língua não se desloque para o fundo da garganta, estreitando as vias aéreas e obstruindo a respiração. Para algumas pessoas, porém, alterar a posição de dormir pode não fazer tanta diferença.
Cientistas afirmam haver dois tipos de roncadores: os que roncam apenas quando dormem de barriga para cima e os que roncam em qualquer posição.

Um estudo que examinou mais de 2.000 pacientes de apneia do sono, conduzido por pesquisadores de Israel, descobriu que 54% eram "posicionais" ou seja, roncavam apenas quando dormiam de costas. O restante era "não-posicional".

Outros estudos mostraram que o peso tem um papel importante. Num amplo estudo publicado em 1997, os pacientes que roncavam ou sofriam de anormalidades de respiração apenas quando dormiam de costas eram geralmente mais magros, enquanto seus equivalentes não-posicionais costumavam ser mais pesados. O grupo com sobrepeso, segundo os autores, demonstrava um sono pior e mais fadiga durante o dia.

Contudo, o estudo também descobriu que estes pacientes viram sua apneia melhorar quando perderam peso. Segundo a Fundação Nacional do Sono nos EUA, para aqueles com sobrepeso, emagrecer geralmente é a melhor forma de curar a apneia do sono e acabar com os roncos de vez.

Concluindo: dormir de lado pode ajudar a diminuir os roncos, mas pessoas com sobrepeso não verão grande diferença se não emagrecerem.

ANAHAD O'CONNOR
DO "NEW YORK TIMES"

domingo, 24 de abril de 2011

Domingo de Páscoa

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A palavra “alegria” é o que mais marca o sentido real do dia da Páscoa. A partir deste dia tudo deve ter sentido novo, nova esperança, novo dinamismo e revigoramento na história de vida fundamentada na morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Celebrar a Páscoa é deixar-se invadir pelo amor misericordioso e libertador de Cristo, despertando nosso entusiasmo e confiança na vida. Tudo passa, o mundo ainda continua, as riquezas materiais não nos acompanham, mas a vida ganha plenitude e dimensão de eternidade.

A Páscoa indica um novo tempo, a passagem das trevas para a luz, para uma nova aurora. No seu verdadeiro sentido, ela nos tira do comodismo e nos leva a avançar nos compromissos de fé. É prejuízo continuar permanecendo nas “trevas”, no túmulo da morte.

Mesmo com toda a riqueza que a Páscoa proporciona, muitos ainda se sentem desamparados, desorientados e mergulhados em dúvidas. Não podemos encher esses vazios com vícios, bebidas, drogas, ameaças à vida etc. Páscoa é vida e ação concreta.

Como aconteceu com os apóstolos, hoje muitos têm dificuldade de entender a morte de Cristo, têm resistência em aderir a Ele, morto e ressuscitado, com convicção de fé. Realmente não é fácil, porque a fé supõe autenticidade e testemunho.

A identidade pascal é confirmada nas atitudes de partilha, na experiência de fé e no crescimento do amor fraterno. É questão de alteridade e superação das barreiras que separam as pessoas, fragilizando o empenho missionário na prática de comunidade.

A dimensão da Páscoa é ilimitada. A salvação é para todos os povos, mesmo que isto não seja reconhecido universalmente. Deus não faz distinção ou acepção de pessoas. Todos aqueles que O temem e praticam a justiça lhe são agradáveis e acolhidos.

Dizemos que a Páscoa não combina com atitudes desumanas, impurezas descabidas, desejos maus e cobiça de possuir de forma desequilibrada. A vida ressuscitada deve ser coerente com a fé e o cumprimento dos preceitos de Jesus Cristo. É a morte dos maus comportamentos e das práticas religiosas que contradizem a fé cristã.

Dom Paulo Mendes Peixoto

sábado, 23 de abril de 2011

Atirador 'Wellington Menezes' é o Judas malhado em Maceió

Ato simbólico foi idealizado para que os católicos pudessem se ‘vingar’ de Judas Iscariotes, o apóstolo traidor

A tradição da malhação do Judas, vigente em diversas comunidades católicas do mundo inteiro, também marcou a manhã deste sábado de Aleluia, aqui em Maceió. No bairro do Vergel do Lago, o boneco foi feito com a ajuda dos moradores e trouxe o rosto de um personagem que caiu no desgosto popular.

Na Travessa José Cavalcante, na Vila do Amparo, bairro do Vergel do Lago, o Judas recebeu o nome do atirador Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 crianças e adolescentes na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, no início deste mês. ‘O Wellingtton é um Judas, sacaneou, traiu e ainda matou vários inocentes. Por isso escolhemos malhá-lo”, contou Maria do Carmo da Costa, que organizou a brincadeira.

E antes do boneco ser exposto, a ‘malhação’ já era aguardada com ansiedade pela criançada da rua, que, durante toda época de Páscoa, repete a brincadeira na comunidade. “Nossa intenção principal é mostrar o significado religioso desse ato”, acrescentou Maria do Carmo.

A aposentada também explicou que a tradição da malhação do Judas já existe na comunidade há quase uma década. “Tudo começou com o meu marido, o João Baixinho, que era morador antigo e fazia isso desde 2002. Em 2008 ele nos deixou e pediu para que essa brincadeira não morresse junto com ele. Prometi que daria continuidade e assim venho fazendo”, disse a aposentada, que contou com a ajuda dos vizinhos para confeccionar o boneco.

O Judas ‘Wellington Menezes’ levou quase um mês para ser confeccionado. ‘Como trabalho os dois horários, só me restava o turno da noite para fazer o boneco. Usei gesso, pedaços de madeira, espuma e fita crepe. O mais importante é que a tradição foi mantida e pudemos externar a nossa revolta com aquele homem que matou tantas crianças”, afirmou o pedreiro Cícero Andrade, que ajudou a montar o Judas.

Tradição remonta ao passado

A tradição de ‘malhar o Judas’, que começou na Península Ibérica, chegou a América Latina ainda nos primeiros séculos da colonização européia. O ato simbólico foi idealizado para que os católicos pudessem se ‘vingar’ de Judas Iscariotes, o apóstolo traidor. Apesar de continuar acompanhando Jesus Cristo, Judas dizia que tinha perdido a fé no Mestre.

Obcecado pelo dinheiro, antes de se afastar de Cristo, o apóstolo se juntou aos membros do Conselho Supremo dos Judeus e, em troca de recompensas financeiras, acabou entregando Jesus aos inimigos logo após a última ceia. Depois da traição ele se arrependeu, quis devolver o dinheiro, mas já era tarde. Jesus foi crucificado e, Judas, não se perdoando pela traição, enforcou-se numa corda, pulando de cima de uma árvore.

Por isso, quando o personagem de Judas Iscariotes é ‘malhado’ pelas crianças, geralmente está pendurado num poste ou numa árvore. A menina costuma bater nos bonecos com pedaços de pau até derrubá-lo e terminam de destruí-lo quando ele cai no chão.
Gazetaweb - com Janaina Ribeiro

Páscoa, coelhinho e ovos: qual a tradição da sua família?

A comemoração da Páscoa escapa do consumismo quando os pais valorizam a fantasia e o significado da festa


Foto: Guto Kuerten/ Fotoarena Ampliar

Davi e a mãe, Viviana: tradição de Páscoa envolve três gerações

Quando a consultora de marketing Viviana Baptistella Tancredi era criança, a família toda se reunia no domingo de Páscoa, na casa da tia Lúcia, para uma caça aos ovos de chocolate. Os doces ficavam escondidos entre arbustos e árvores do imenso quintal. Hoje com 28 anos, Viviana vai levar o filho Davi, de cinco, para participar da tradição. O que inicialmente era uma pequena festa das crianças acabou se tornando a “corrida dos ovos”, envolvendo três gerações da família: avôs, filhos e netos.

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Conforme meus primos e eu fomos crescendo, começamos a comprar ovos de Páscoa para nossos pais também”, conta Viviana. Com o nascimento de Davi e de outras crianças da família, a “corrida dos ovos” reúne anualmente por volta de 50 pessoas. E, para Davi e as outras crianças menores, além dos ovos da corrida, há outros “trazidos pelo coelhinho”.

Mariana Tichauer é psicóloga infantil da EDAC (Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico), em São Paulo. Segundo ela, a essência de datas comemorativas como a Páscoa é este: valorizar o momento em família, determinando a memória e o significado daquele período para a criança. “Não pode ser uma coisa forçada, com a família se encontrando por obrigação, senão a criança não terá nada a ganhar com isso”, diz.

Uma Páscoa por família

Ida Bechelli, do Setor de Saúde Mental do Departamento de Pediatria da Unifesp, concorda: é importante explicar às crianças, conforme elas vão crescendo, o significado de toda celebração. “O mundo é voltado para o consumismo e, às vezes, as histórias se perdem e resta somente um ovo de chocolate”, diz. Independentemente da religião à qual se pertence, a Páscoa é uma festa bem tradicional e cheia de valores. “Cada família pode aproveitar as crenças, histórias e tradições existentes sobre a Páscoa, o significado presente em tudo isso, e passá-los para os filhos”.

São estes os planos da naturóloga Mariana Garrido, de 25 anos. Este ano, ela vai comemorar a Páscoa com a filha pela primeira vez. Sofia tem dois anos e a mãe quer introduzi-la ao significado da data, a começar pela figura fantástica do coelhinho. “Gosto dessa parte da cultura e das histórias para as crianças, mas não me interesso muito pelo lado do ovo de chocolate”, afirma. Marina planeja colocar patinhas pela casa, como se o coelho tivesse passado por ali, e comprar um ovo de alfarroba (espécie de vagem que pode substituir o cacau; veja outros ovos sem lactose) para Sofia. “Ou daremos frutas secas, que ela adora. Quem falou que precisa ser chocolate?”, questiona.

Coelhinho da Páscoa, que trazes para mim?

A Páscoa – assim como o Natal – envolve uma experiência fantasiosa para as crianças: a existência de um personagem associado ao espírito da data. Mas até quando os pais devem alimentar a fantasia do Coelhinho da Páscoa? “As crianças pequenas vivem num mundo de ilusões e a crença no coelhinho pode ajudá-las a ser mais espontâneas”, diz Ida. E se o ambiente familiar propiciar a fantasia, melhor ainda.

Não existe uma idade certa para a descoberta da verdade. A pedagoga Angelina Francescchini, diretora da Prima Escola Montessori de São Paulo, observa que as crianças menores, de até seis anos, ficam muito empolgadas com a busca pelos ovos promovida pela escola no último dia de aula antes do feriado. Mas depois disso, não faz mais sentido deixar a criança acreditando em uma ilusão: “A idade certa para contar a verdade depende da observação da família e da decisão sobre como se prefere comemorar a data”.

O mais comum é a criança, sozinha, começar a questionar se o Coelhinho da Páscoa existe mesmo ou não. A pergunta costuma surgir a partir dos cinco anos, quando um amiguinho da escola ou o irmão mais velho dão pistas de que o Coelhinho de verdade são os pais. “Quando isso acontece, não se deve insistir na ilusão”, sugere Ida. “Algumas crianças ficam bravas, outras mais chateadas. Mas o lado lúdico da data pode continuar presente, transformado em outros valores”.

É o que Viviana pretende fazer quando Davi começar a desconfiar. “Sempre cultivei essa fantasia com o Davi e ele gosta muito”, conta. Quando o filho crescer, Viviana planeja mostrar a ele que é possível acreditar, apenas de outra maneira: “Quero ensinar que cada um tem um coelhinho da Páscoa dentro de si, capaz de presentear e trazer todo esse clima de alegria para os outros”. É uma maneira de fazer com que o sentimento ligado à data não se perca. Mas a mãe, apaixonada pela Páscoa e por suas tradições, confessa torcer para que isto demore a acontecer: “Ainda espero que ele continue acreditando por bastante tempo”.

Renata Losso, especial para o iG São Paulo | 21/04/2011 09:00

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Chocolate enriquecido com cromo promete ajudar no emagrecimento

Para quem quer entrar em forma e curtir a Páscoa sem culpa, começa a chegar nas farmácias uma novidade: o "chocolate emagrecedor”. A aparente contradição entre o chocolate e a perda de peso é possível graças a sua formulação com picolinato de cromo, um mineral e nutriente essencial para a saúde humana.

O picolinato de cromo exerce papel crucial no metabolismo do açúcar e das gorduras. “Ele é um modulador da ação da insulina que, quando desregulada, sentimos mais fome e desejo de comer doces”, explica o professor de Cosmetologia e Diretor da IPUPO CONSULT, consultoria criadora do chocolate emagrecedor, Maurício PupoO especialista lembra também que as doses de cromo podem variar de 50mcg a 200mcg por porção de chocolate de acordo com a prescrição do médico e da nutricionista ou da orientação do farmacêutico. O importante, ele diz, é atender a necessidade de cada pessoa ao enviar o produto para a formulação individualizada.“O chocolate desenvolvido também pode ajudar a tratar rugas, manter a pele hidratada e ainda aumentar a circulação sanguinea na pele. Tudo isso devido à presença do mais puro cacau orgânico e sua riqueza em polifenóis antioxidantes (capazes de neutralizar radicais livres)”, informa Pupo.

Bacalhau perfeito

Truques para o produto abandonar de vez o grupo de carnes ressecadas. Veja também: seis receitas para o almoço de Páscoa


Foto: Divulgação/José Renato Antunes

O bacalhau impecável pede água gelada no dessalgue e temperatura controlada durante a cocção

Depois dos ovos de chocolate, o alimento que melhor representa a Páscoa é, sem dúvida, o bacalhau. Herança da colonização portuguesa, o peixe salgado e seco torna ainda mais apetitosa a grande mesa de almoço dominical. Mas, atenção, esse ingrediente também tem seus segredos. Encher a assadeira de azeite para conseguir um produto molhadinho e tenro está longe de ser um truque eficiente.

Muita gente não sabe, mas bacalhau é o nome que se dá ao preparo de salga e secagem do peixe e não sua espécie. Portanto, o que encontramos no mercado como bacalhau é uma variedade de peixes - em alguns casos de espécies diferentes.

Os tipos de bacalhau variam conforme peso, cor e textura da carne. O mais nobre é o Cod Gadus Morhua (Gadus morhua). É o verdadeiro bacalhau da Noruega, que vive nas águas geladas do Atlântico Norte. Sua carne é clara (branco palha), muito macia e suculenta -- perfeita para qualquer receita. As peças que chegam ao Brasil variam de 5 quilos a 8 quilos, sendo 55% de lombo, 25% aparas das laterais e 20% de pele. Depois, vem o Ling (Molva molva), que tem postas altas e bonitas, uma carne muito branca que se separa em lascas macias e úmidas. Ideal para receitas de forno, panela ou frigideira. Sua peça é estreita e comprida (quando aberta forma um triângulo) sendo 60% lombo e 15% aparas.

Em seguida, vem o Saithe (Gadus virens ou Pollachius virens). É inferior ao Ling em todos os aspectos. Sua carne é mais escura e amarelada e se desfaz bem em lascas, por isso é ideal para refogados e preparações rápidas que pedem pedaçinhos. O quarto é o Zarbo (Brosmius brosme). O menos nobre dos bacalhaus tem carne não tão clara e mais firme. É ideal para recheios, saladas e bolinhos. Por último, o Gadus macrocephalus. Lembra o Cod, mas apenas no formato. Como sua carne branquíssima e muito firme não se desfaz em lascas, ele pode ser usado em ensopados de cozimento prolongado, mas o sabor e a consistência não são tão bons, por isso o ideal é cozinhar o lombo e usá-lo desfiado também em recheios e bolinhos.

Antes até de escolher a melhor receita para o ingrediente, é preciso tirar seu sal e hidratá-lo. Assim, o risco de ele chegar à mesa ressecado é sempre grande. Mas nada de pânico. Descobrimos técnicas infalíveis para valorizar o produto e fazer com que se ele desfaça em lascas de tão úmido. Seu prato será o centro das atenções.

O cuidado começa no pré-preparo, um dessalgue correto é o primeiro passo para o sucesso da receita. Muita gente acha que basta deixar o bacalhau de molho e trocar a água de vez em quando, mas não é bem assim. O choque térmico interrompe a eliminação do sal.

O melhor jeito de deixá-lo no ponto, então, é fazer a dessalga na geladeira e nunca variar a temperatura da água, que, muita calma nessa hora, deve ser pouca (o suficiente para cobri-lo e só). Segundo Walter Mancini, a providência garante seu frescor e consistência. “Na água gelada o bacalhau não exala odor algum. Se ficar fora da geladeira, ele pode ficar com cheiro forte e até estragar”, afirma o restauranter.

Outra coisa importante é ficar atento ao tempo do dessalgue – que é diretamente proporcional à espessura do bacalhau. O perigo não é só deixar o peixe muito salgado, mas levar seu sabor água abaixo se a demolha for muito longa. Para não errar, basta acertar seu timer com o de Mancini: “São 24 horas para postas médias, 40 para as grossas e 48 para as muito grossas”.

Tudo resolvido, hora de aferventar o bichinho. Aqui, a atenção é no ponto de ebulição. “O bacalhau nunca pode ser fervido”, diz Anselmo Neves, proprietário do restaurante Bacalhoeiro, em São Paulo. “As altas temperaturas deixam ele borrachudo como chiclete.” Quem for utilizar a água de cozimento deve levar o peixe ao fogo em água fria, retirar quando levantar fervura e deixá-lo descansar na panela por 15 minutos, com a chama do fogão desligada. Se a opção for servi-lo com batatas, por exemplo, elas ganharão sabor especial preparadas nesse líquido.

Se a ideia, porém, é descartar a água, a dica é levar o ingrediente à panela assim que ela ferver, cozinhar por quatro minutos e deixá-lo descansando por mais dez, longe do fogo.

Na hora de assar, o perigo iminente: como fazer para o peixe não ressecar? Tem um jeito simples de resolver esse problema. Para evitar servir um bacalhau palha, a temperatura da cocção, seja do forno ou da água de cozimento, não deve ultrapassar os 150 graus centígrados.

E tem mais: nada de tirar espinhas e peles antes do preparo. “Sem a pele ele perde a umidade e tirando a espinha o sabor todo vai embora”, afirma Vitor Sobral, chef do Tasca da Esquina, em Lisboa, Portugal. O especialista garante que um bom óleo de azeitonas maduras dará o toque final que seu prato precisa. Com tanto capricho o risco será exagerar na dose e comer mais do que devia. Não se preocupe. A data, afinal, prevê excessos calóricos. Só guarde um espacinho para os chocolates da sobremesa.

Foto: Divulgação Ampliar

Receita do Bacalhoeiro é opção ligeira e prática para o almoço de Páscoa

Bacalhau Espiritual
Receita de Anselmo Neves, do Bacalhoeiro, em São Paulo, SP
Rendimento: 2 porções

Ingredientes
500g de bacalhau cozido e desfiado
200 g de cebola picada
50 ml de azeite
300 ml de leite
150 ml de creme de leite
2 dentes de alho picados
1 cenoura media ralada
1 pão francês molhado no leite
Queijo ralado para gratinar a gosto

Modo de preparo
Cozinhe o bacalhau por aproximadamente 10 minutos em fogo baixo, escorra a água e desfie; reserve. Refogue alho, azeite, cenoura e cebola por 4 minutos. Acrescente o bacalhau cozido, leite, creme de leite e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Acrescente o pão e mexa até ele desmanchar. Coloque tudo em uma assadeira, salpique queijo ralado e leve ao forno para gratinar.

Foto: Divulgação Ampliar

Clássico: com batatas ao murro e brócolis

Bacalhau ao Forno
Receita de Marcela Tiradentes, do Adega Santiago, em São Paulo, SP
Rendimento: 6 porções

Ingredientes
Para o bacalhau
6 postas de bacalhau dessalgado (cerca de 250 g cada)
150 ml de azeite de oliva virgem
Ramos de alecrim a gosto

Para as batatas
900 g de batata bolinha
100 ml de azeite
Sal grosso a gosto
Água quanto baste

Para o arroz de brócolis
50 ml de azeite
600 g de arroz cozido
3 dentes de alho
150 g de brócolis cozido e picado

Modo de preparo
Bacalhau
Em uma assadeira, coloque os lombos de bacalhau, regue com azeite e coloque por cima os galhos de alecrim. Asse a 220ºC por 15 minutos.
Batatas ao murro
Coloque as batatas em uma panela com água e sal, cozinhe até ficarem macias. Escorra, coloque em uma travessa e leve ao forno para dourar.
Arroz de brócolis
Refogue o alho com o azeite, junte o brócolis e por último o arroz. Corrija o sal.

Montagem
Na hora de servir, dê uma leve amassada nas batatas e junte o bacalhau e o arroz de brócolis.

Foto: Divulgação Ampliar

Inspiração bíblica no prato da Mercearia do Conde: maçã, endívia, painço, açafrão

Bacalhau fresco com molho de maçã e gengibre
Receita de Flávia Mariotto, da Mercearia do Conde, em São Paulo, SP
Rendimento: 4 porções

Ingredientes
Para o molho
1 colher (sopa) de manteiga
1/2 xícara (chá) de vinho branco
1 xícara (chá) de maçã fuji ou gala, cortada em lâminas (150g)
1 xícara (chá) de maçã verde
1/3 xícara (chá) de gengibre ralado
1 colher (sopa) de vinagre de maçã
1 pitada de sementes de erva-doce

Para o bacalhau
900 g de bacalhau fresco e limpo, cortado em filés
Farinha de trigo quanto baste

Para o pilaf de painço com açafrão
60 g de nozes picadas
2 xícaras (chá) de água fervente
1 colher (chá) de garam masala
1 xícara (chá) de painço (cereal de origem chinesa)
1 colher (chá) de açafrão da terra
1 cebola roxa
Casca de 1 laranja

Para as endívias grelhadas
4 endívias cortadas ao meio
100 g de uva passa branca
4 dentes de alho
Azeite e flor de sal a gosto

Modo de preparo
Molho
Coloque a manteiga na panela e, quando estiver derretida, acrescente o gengibre. Espere soltar o aroma e cozinhe levemente. Coloque as maçãs e vá mexendo. Coloque o vinho branco e deixe ferver até ficar com consistência de molho. Acrescente as sementes de erva doce, o vinagre e acerte o sal. Reserve.

Bacalhau
Passe o bacalhau levemente na farinha e grelhe em uma panela teflon dos dois lados. Sirva com o molho.

Pilaf de painço com açafrão
Doure a cebola, coloque o painço e refogue rapidamente. Coloque o garam masala, a casca de laranja e a água fervente. Cozinhe por 40 minutos e deixe tapado por mais 15 minutos. Depois de pronta, misture as nozes picadas.

Endívias grelhadas
Grelhe as endívias em uma panela grossa no azeite dos dois lados. Quando estiver quase no ponto, coloque o alho, a flor de sal e as passas levemente fervidas.

Foto: Divulgação Ampliar

Bacalhau versão boteco português

Arroz de bacalhau
Receita do Bar Original, em São Paulo, SP
Rendimento: 2 porções

Ingredientes
250 g de bacalhau picado dessalgado cru
150 ml de vinho branco
1 xícara e 1/2 (chá) de arroz cozido
1 xícara (chá) de couve crua limpa e picada
½ xícara (chá) de parmesão ralado
4 colheres (sopa) de manteiga
1/2 paio
1/2 cebola

Modo de preparo
Em uma panela, refogue a cebola picada. Acrescente o bacalhau, metade do vinho e deixe em fogo baixo. Aos poucos, acrescente a outra metade do vinho até cozinhar o bacalhau. Acrescente o paio, o arroz e a couve picada. Misture bem todos os ingredientes e por último acrescente o parmesão ralado até derreter, mexendo sempre.

Foto: Divulgação/José Renato Antunes Ampliar

Sugestão do Blason leva tapenade e tomatinho

Lombo de bacalhau com crosta de tapenade e tomatinhos confitados
Receita de Pierre Landry, do Blason, no Rio de Janeiro, RJ
Rendimento: 10 porções

Ingredientes
2 quilos e ½ de lombo de bacalhau dessalgado
400 g de azeitona preta portuguesa sem caroço
100 g de alcaparra
50 g de aliche
500 g de tomate cereja
1 l de azeite extra virgem
1 maço de manjericão
5 dentes de alho
1 folha de louro
1 pitada de açúcar
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo
Coloque o bacalhau em uma panela e cubra com azeite. Acrescente alho e louro e cozinhe no forno baixíssimo durante 30 minutos. Reserve. Asse os tomates cereja com sal, pimenta, azeite e uma pitada de açúcar. Reserve. Retire o excedente de sal das azeitonas. Bata no liquidificador as azeitonas com o aliche, as alcaparras e um pouco de azeite. Reserve. Desfolhe o manjericão e bata com azeite até conseguir consistência de molho.

Montagem
Arrume os tomates cereja de maneira que formem uma base e disponha o pedaço de bacalhau por cima. Coloque um pouco da tapenade (preparado de azitonas) sobre o bacalhau. Use o molho de manjericão direto no prato, fazendo um círculo ao redor dos tomates.


Foto: Divulgação Ampliar

Posta grelhada de bacalhau com fettuccine

Baccalà alla Venezia
Receita de Walter Mancini, do Walter Mancini, em São Paulo, SP
Rendimento: 4 porções

Ingredientes
4 postas dessalgadas de bacalhau (cerca de 200 g cada)
15 colheres (sopa) de azeite
6 dentes de alho fatiados
500 g de fettucine
400 g de molho de tomate
200 g de shiitake
1 pimenta dedo-de-moça aberta ao meio
Farinha de trigo quanto baste
Folhas de manjericão e sal a gosto

Modo de preparo
Cozinhe o fettucine com água em abundância, um fio de óleo e sal a gosto. Numa frigideira antiaderente, aqueça três colheres de azeite; passe uma a uma as postas de bacalhau já dessalgadas na farinha de trigo e grelhe. Reserve. Aqueça 12 colheres de azeite, adicione o alho, a pimenta dedo-de-moça, o shiitake e o molho de tomate. Deixe tomar gosto e despeje sobre a massa. Reserve um pouco do molho para servir por cima do bacalhau. Posicione a pimenta dedo-de-moça, depois de refogada, em cima do fetuccine para dar um toque especial. Disponha as folhas de manjericão e sirva quente.

Roberta Malta, especial para o iG São Paulo | 13/04/2011 11:01


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cuidado, infidelidade é detectada por software

Cuidado infiéis! A tecnologia não está ao seu favor. O inventor Huang Kuo-Tai, de Taiwan, inventou um software capaz de identificar pessoas que não são fiéis com seus parceiros



Cuidado infiéis! A tecnologia não está ao seu favor. O inventor Huang Kuo-Tai, de Taiwan, inventou um software capaz de identificar pessoas que não são fiéis com seus parceiros. O programa, segundo o inventor, detecta as possíveis traições através do número de telefone e e-mails. Se o programa funciona bem ou não, ainda não sabemos – e muitos também não querem saber- porém, a técnica de decifrar a e-mail do parceiro parece eficaz.

O software possui a capacidade de revisar as mensagens via e-mail como também chamadas telefônicas, e assim, detectar expressões normalmente usadas por pessoas que mantém algum tipo de relacionamento como “eu te amo”, “liga mais tarde”, “não posso falar agora”, entre outras frases do gênero.

Conforme Huang, "O melhor do programa é a análise das chamadas e a detecção das que são suspeitas, por exemplo, as que superam os 20 minutos disparam alerta".

Para os interessados, o programa é gratuito, e o inventor está aperfeiçoando, reunindo dados dos usuários antes de colocar o produto no mercado. Agora a má ou boa notícia, é que o programa só está disponível em Taiwan.



terça-feira, 19 de abril de 2011

Cerveja especial com Viagra celebra casamento real britânico

'Royal Virility Performance' é vendida pela internet.
Cervejaria mandou garrafas de presente para príncípe William.

Uma cervejaria escocesa lançou uma edição especial de cerveja com Viagra na composição em homenagem ao casamento do príncipe William com Kate Middleton, que ocorre no próximo dia 29.

A "Royal Virility Performance" (algo como "Performance da Virilidade Real"), da Brew Dog, é vendida pela internet por 10 libras a garrafa – estão disponíveis apenas 1.000 unidades. Além de Viagra, a bebida do tipo India Pale Ale leva chocolate, outros ingredientes afrodisíacos e "uma dose saudável de sarcasmo".

Cerveja especial leva Viagra, chocolate e outros ingredientes afrodisíacos na composição (Foto: Divulgação/Brew Dog)Cerveja especial leva Viagra, chocolate e outros ingredientes afrodisíacos na composição (Foto: Divulgação/Brew Dog)

Segundo a empresa, 20% das vendas serão revertidas a uma instituição de caridade apoiada pelo príncipe. A cervejaria também enviou ao próprio William algumas garrafas da bebida.

De acordo com reportagem do jornal britânico "The Sun", beber três garrafas da "Royal Virility Performance" seria o equivalente a tomar um comprimido de Viagra.

Cervejaria mandou algumas garrafas da 'Royal Virility Performance' para o príncipe William. Mil unidades estão à venda no site da empresa (Foto: Divulgação/Brew Dog)Cervejaria mandou algumas garrafas da 'Royal Virility Performance' para o príncipe William. Mil unidades estão à venda no site da empresa.
Do G1, em São Paulo

(Foto: Divulgação/Brew Dog)

Aprenda a preparar a tradicional tibornada de bacalhau

No dicionário Houaiss, "tiborna" quer dizer pão quente embebido em azeite novo ou qualquer refeição ao ar livre no campo.

Na tradicional tibornada portuguesa, o bacalhau é grelhado com muito azeite e acompanhado de batatas.

Confira abaixo a receita da chef Marcela Tiradentes, da Adega Santiago. A casa oferece nesta Páscoa dez opções de pratos com bacalhau.


Divulgação
Tibornada de bacalhau com batatas da Adega Santiago, que oferece dez pratos com o peixe nesta Páscoa
Tibornada de bacalhau com batatas da Adega Santiago, que oferece dez pratos com o peixe nesta Páscoa

Tibornada de Bacalhau

Ingredientes
1 posta de bacalhau com pele (cerca de 350g)
50 ml de azeite
100 gramas de cebola cortada em lua
150 gramas de batatas
Folhas de louro
Azeitonas portuguesas

Modo de preparo
Coloque as batatas numa panela com água e sal, cozinhe até ficarem macias. Escorra, coloque em uma travessa e leve ao forno para dourar. Na hora de servir, dê uma leve amassada nas batatas.

Regue o bacalhau com azeite e coloque com o lado da carne para baixo na grelha. Deixe até marcar. Com uma espátula, vire o lado da pele e deixe por aproximadamente 15 minutos. Na hora de servir, retire a espinhas e desfaça a posta em lascas.

Refogue a cebola com azeite até murchar.

Monte o prato com as batatas no centro rodeadas pelas lascas do bacalhau. Coloque a cebola em cima do peixe e decore com as azeitonas portuguesas e as folhas de louro.

Rendimento: 1 porção

Adega Santiago
R. Sampaio Vidal, 1.072, Jardins, tel: 0/xx/11/3081-5211

Folha de São Paulo

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estou sendo usado (a) neste relacionamento?

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxEvTEwK8ISEYqLyzrpBit26NzU_AdFJflkFf9ExcKFqYiEYShASpepfMy2OEWolcUGWEqjA70VdXyYXBcJVqvEi6tVkmdCXxyQZHucX0HsPCArzmHod-uEarjQ3-w2FvTUgxDVshilnXq/s400/Namoro.jpg

Por Grupo de Aprimoramento Junguiano sobre Questões Amorosas - Clínica Psicológica PUC/SP

Na vivência amorosa, só ganha quem se entrega

É possível que todas as pessoas já tenham ouvido ou vivido esta questão: Estou sendo usado (a) neste relacionamento? A resposta a esta questão depende do modelo de relacionamento estabelecido pelas pessoas envolvidas. Como já discutimos em artigos prévios, um relacionamento genuíno envolve igualdade, parceria, troca e aceitação mútua. Um relacionamento amoroso genuíno depende da disposição dos parceiros de abrir mão de certas expectativas que possam existir, sejam quais forem.

Frequentemente as pessoas estabelecem relacionamentos amorosos baseadas nas expectativas materiais, de segurança e de proteção, mas o amor nem sempre atende às nossas vontades. Isto acontece porque a escolha amorosa é inconsciente, e nem sempre a escolha do inconsciente condiz com o que conscientemente queremos para nós. Portanto, só podemos viver a plenitude do amor na medida em que conseguimos abrir mão de nossas expectativas conscientes, pois a imprevisibilidade é característica do amor.

O amor é um deus caprichoso, que não aceita condições. Mas, por outro lado, se conseguirmos reverenciar este deus sem exigências ele nos gratificará com toda a plenitude que um verdadeiro encontro amoroso traz. Não fazer exigências significa poder enxergar o parceiro como ele realmente é, e não como gostaríamos que ele fosse. Significa apreciar seus defeitos e qualidades como parte integrante da totalidade daquele ser e, nesta medida, saber fazer concessões, tão necessárias a qualquer relacionamento. É conseguir viver o momento que se apresenta, o encontro pelo encontro, sem tentar prever ou estabelecer estratégias para conseguir algo que se espera, chegar ao altar, por exemplo. Implica num movimento de entrega total à vida, permitindo ser usado (a) pelo amor, não pelo parceiro, nem pelo ego.

Talvez o maior impedimento a esta conquista seja a necessidade de poder e controle. Quando alguém se pergunta se está sendo usado (a) pelo parceiro, já está demonstrando uma postura de controle, como se o amor fosse um jogo onde se comparam resultados, tipo quem cede mais, quem faz mais as vontades do outro, quem é mais disponível, quem liga mais, etc. Esta necessidade de poder pode aparecer de outras formas em um relacionamento: sentimento de posse, ciúmes excessivos, controle financeiro e até a desvalorização do outro, como uma forma de mantê-lo dependente, entre outras. Aí sim existe o "uso", pois as decisões e concessões não são feitas em prol do relacionamento e sim das necessidades de uma das partes. Nesta situação, sempre há o desrespeito à liberdade e autonomia do outro. Como dizia Jung: onde o poder se instala, Eros se retira...

Portanto, para saber se uma pessoa está sendo usado (a) ou usando, basta analisar o tipo de relacionamento que está estabelecido. Se os parceiros estão orientados para o "nós", se as decisões e atitudes são tomadas visando atender às necessidades do relacionamento, é certo que o ganho é mútuo. Porém, quando isto não acontece, talvez seja o caso de, junto com o parceiro (a), repensar o relacionamento para transformá-lo, ou então abrir mão da relação em favor do amor próprio, que também é uma forma necessária de amor. Na vivência amorosa, só ganha quem se entrega.

Autores e integrantes do Grupo de Aprimoramento Junguianao PUC-SP : Carla Regino, Fernanda Menin, Helena Girardo de Brito, João Paiva, Lilian Loureiro, Luiz André Martins, Mariana Leite, Marina Winkler, Priscila Parro e Thiago Pimenta - sob a coordenação da profa. Dra. Noely Montes Moraes

Primeiros sites com o domínio para conteúdo pornográfico ".xxx" entram no ar

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Homens têm fumado menos e mulheres têm bebido mais, indica Ministério

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh05Rh0svQFZX2dZ-MGKJySMrSuEVQwORQftr4paGSnmTwSkIZazKhTAZJdXFSzlWF_yWgccGWv0I7X7MIp04HLM8RC5JzI2CXsx2J3mFll0UpyInsXMTiCoHiqLE1NqXqR3aSLvsLc160/s400/cigarro1mk1.jpg

O tabagismo caiu no país nos últimos 5 anos, especialmente entre os homens. Já o consumo abusivo de bebidas alcoólicas aumentou entre as mulheres. Os dados são da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010).

A pesquisa indica que cerca de 15,1% dos brasileiros são fumantes, enquanto 22% já deixaram o vício. Os homens são os que mais fumam, mas também são os que têm mais deixado o vício e têm diminuído a quantidade de cigarros consumidos. Os mais velhos, que já fumaram mais de 20 anos, são os que mais têm parado de fumar.

“A diminuição é mais lenta entre os menos instruídos. A carga das doenças não transmissíveis diminui mais lentamente ou aumenta naqueles que têm menos estudo. Um em cada cinco fuma nas classes mais baixas”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

Segundo ele, os mais velhos estão largando o tabagismo, enquanto os jovens começam a fumar, devido a sabores e cores que chamam a atenção dos adolescentes. "Assim o benefício é anulado".

Por outro lado, as mulheres têm abusado mais do consumo do álcool. 18% dos entrevistados disse ter consumido 5 doses para os homens ou 4 para as mulheres em única vez no último mês.

Dentre elas, houve um crescimento chegando a 10,6% em 2010, apesar de os homens ainda abusarem com mais frequência do álcool. Os maiores índices foram encontrados em Recife, Salvador e Aracaju.

A pesquisa visa medir a prevalência de fatores de risco para infarto, diabetes, doenças respiratórias, responsáveis por mais de 64% das mortes no país.

O levantamento, realizado anualmente desde 2006, apresenta dados sobre a saúde do brasileiro, a partir de indicadores como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, sobrepeso e obesidade, alimentação e sedentarismo. É ouvida a população adulta com mais de 18 anos, nas 26 capitais e no Distrito Federal.

Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

domingo, 17 de abril de 2011

Identifique se você é uma pessoa ciumenta

O ciúme te traz problemas? Especialistas ensinam quatro exercícios de reflexão para você dar um final definitivamente feliz a esse drama

Mulher ciumenta com o marido

Você sabe identificar se você é ciumenta? Conheça algumas caracteristicas
Foto: Dreamstime

1. Identifique o seu tipo de ciúme
O psiquiatra Wimer Bottura Jr. classifica o ciúme em três categorias:
· Sentir ciúme - algo passageiro e considerado normal.
· Ficar com ciúme - quando o problema é contínuo e prejudica a relação.
· Ser ciumenta - estágio avançado, capaz de comprometer a sua vida social (e a dos outros também!).
Casos assim exigem tratamento médico. Reconheceu o seu tipo? Avance na batalha.


2. Admita o que sente
Para lidar com essa sensação não basta ter consciência de que ela existe. É preciso assumi-la! Feito isso, dedique-se a reconhecer a origem do seu ciúme. Segundo o psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, pode se tratar, apenas, de um traço de sua personalidade. Uma pessoa insegura e com baixa autoestima, por exemplo, sofre porque teme o abandono. Porém, a ciumeira também pode surgir por um motivo social. "Muitas vezes, ele aparece em um momento emocional delicado, como quando a mulher engorda", explica o médico.


3. Reflita sobre o seu ciúme
Lembre-se de um ataque de ciúme recente. Tente perceber qual era seu medo naquele momento. Segundo Santos, é importante localizar de forma objetiva quando e como ele surgiu. E fuja da tendência de culpar o outro! Alguém só se torna seguro à medida que consegue reconhecer as próprias inseguranças.


4. Confesse
Segundo Willy Pasini, autor de Ciúme - A Outra Face do Amor (Ed. Rocco), conversar com o parceiro sobre sua insegurança é melhor do que reprimi-la. Então, quando algum comportamento dele incomodar você, fale! Mas com calma, pois não se trata de um inquérito. Assim, chegarão a uma solução juntos. "Só tome cuidado para não se tornar repetitiva", alerta Santos.

Publicado em 11/04/2011

Roberta Figueira

Conteúdo do site VIVA!MAIS

Quase 200 aventureiros participam de 'corrida maluca' na Índia

Corrida é disputada com tradicional triciclo indiano Rickshaw.Participantes pretendem percorrer cerca de 5 mil quilômetros.

Do G1, em São Paulo

Quase 200 aventureiros de 19 países pretendem percorrer cerca de 5 mil quilômetros em uma corrida com Rickshaw, tradicional triciclo indiano motorizado. Os 180 participantes largaram neste domingo em Kochi, na Índia.

Aventureiros pretendem percorrer 5 mil km em uma corrida com Rickshaw. (Foto: AP)Aventureiros pretendem percorrer 5 mil km em uma corrida com Rickshaw. (Foto: AP)
Participantes largaram neste domingo em Kochi. (Foto: AP)Participantes largaram neste domingo em Kochi. (Foto: AP)

Francês cria banheiro portátil para emergências na rua

Sempre que você precisar descarregar, tenha a seu alcance algo fácil de carregar!
AFP

Acredita-se que os franceses sejam os inventores do bidê e dos mictórios. Agora, mais uma invenção útil pode ser creditada a eles: o primeiro banheiro portátil.

Laurent Helewa, médico que fez o design do "banheiro", diz que ele é leve, fácil de montar e de carregar. A ideia teria surgido depois do furacão Katrina, quando várias pessoas desabrigadas foram colocadas em um estádio por uma semana, com difícil acesso a banheiros.

- O assunto é delicado, mas necessário em casos de desastre natural. O primeiro problema é ter acesso a banheiros. Se as pessoas não encontrarem um, farão suas necessidades em qualquer lugar, e aí acontecem epidemias como a cólera.

Pesando cerca de 2 kg, a invenção é feita de um pedaço de papelão que se acopla facilmente a um assento que vem com sacolas de plástico, que contém um material que absorve líquidos.

O inventor garante que a versão mais aprimorada do produto poderia suportar uma pessoa de até 200 kg e poderia ser usada durante 20 horas do dia.

Se você já está pensando em levar o objeto para o próximo show a que for, não se anime: o banheiro portátil ainda precisa de ajustes para chegar ao mercado.