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Escondidinho de Carne E quem não conhece a fama dos escondidinhos? Este prato saboroso e com nome divertido agrada a maioria. O escondidinho de carne-de-sol é o mais comum de ser encontrado em restaurantes, mas o Gastronomia & Negócios sugere o preparo deste com carne moída. Esta opção não é tão pesada quanto a carne-seca e é super fácil de fazer em casa. Anote o passo-a-passo! INGREDIENTES Purê de batata: • 1/2 kg de batata • 3 colheres de sopa de margarina • 1 copo americano de leite Carne: • 250 gr de carne moída • 2 tomates picados • 1/2 pimentão vermelho picados • 1 cebola picada • 2 colheres cheias de requeijão • óleo • cheiro verde, sal e alho a gosto MODO DE PREPARO Cozinhe as batatas, depois passe-as pelo espremedor. Depois junte a margarina e o leite. Faça um purê consistente. Reserve. Refogue a carne na cebola e no alho. Depois que a carne esiver bem frita, coloque o sal, o tomate, o pimentão e o cheiro verde, bem picadinhos, e continue refogando até murchar. Desligue o fogo e misture bem as colheres de requeijão. Pegue um refratário e deposite metade do purê que foi reservado. Espalhe bem no fundo e nas laterais. Na segunda camanda do pirex, coloque toda a carne e, em seguida, o restante do purê como uma terceira camada. Caso queira, polvilhe com queijo ralado parmesão e leve ao forno para gratinar. Bom apetite! Gastronomia & negócios
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Receita de Escondidinho de Carne
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Motorista suspeito de atropelar ciclistas deve se apresentar, diz polícia

O motorista suspeito de atropelar ciclistas na noite desta sexta-feira (25), na esquina das ruas José do Patrocínio e Luiz Afonso, em Porto Alegre, deve se apresentar aos policiais da Delegacia de Delitos de Trânsito nesta segunda-feira (28). "O advogado nos ligou dizendo que representa o dono do carro e que era o proprietário que dirigia o carro no momento dos fatos. Ele nos disse que iria apresentar o cliente para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido", disse o delegado Gilberto Almeida Montenegro.
Nove pessoas foram levadas ao Hospital de Pronto Socorro da cidade. Todas foram liberadas sem ferimentos graves, segundo o hospital. O motorista fugiu do local sem prestar socorro. Inconformados, os ciclistas chegaram a fechar a avenida.
Mais de 100 ciclistas participavam do evento promovido pelo movimento Massa Crítica quando um carro entrou no meio do comboio derrubando dezenas de participantes. Para o grupo, que publicou em seu blog vídeos com depoimento dos ciclistas e imagens das bicicletas destruídas, o atropelamento foi considerado um crime e não um acidente. O momento do atropelamento foi registrado um ciclista e divulgado no youtube.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
"Meu 'bofe' não vai me querer", diz Daniel, com ressaca moral
Daniel foi o mais animado da festa dos anos 70. O "brother" bebeu, dançou, tirou a calça, engatinhou, falou em alemão e acordou com ressaca moral.Depois de vomitar nesta manhã, o administrador perguntou para as "sisters" o que ele tinha aprontando na noite passada. Talula afirmou que o colega passou dos limites. "Você ficou inconsequente", afirmou a modelo.
- Você foi de quatro para o quarto do líder. Quando viu o chão branco, disse: 'cheguei na neve?', contou Janaina.
- Você me xingou muito. Me chamou de p... e mostrou seu 'peru' pra mim. Comeu a comida do chão, disse Jaqueline.
- Nunca mais vou beber aqui. Eu fiz muita merda. Estou com vergonha do povo que está assistindo, disse Daniel aos prantos.
- Você não precisa ficar assim. Não estou brava, disse Maria, consolando o "brother".
- Meu bofe não vai mais me querer. Eita, ressaca moral da peste. Achei que eu tinha me comportado. Eu estou morrendo de vergonha, confessou Daniel.
- Dan, está tudo bem. Você estava engraçado, concluiu Janaina.
Assim que Daniel "conversou" com o coqueiro durante a festa, Boninho escreveu para um internauta no Twitter - "Adorei também!"
sábado, 26 de fevereiro de 2011
A relação entre inteligência e tabagismo
A pesquisa, liderada por Mark Weiser, usou dados de jovens entre 18 e 21 anos que haviam se alistado no exército – e que passaram por testes de inteligência padrões do exército – relacionando as variações da média de QI ao hábito tabagista, relação que se demonstrou bastante acurada, dizem os pesquisadores. A média dos não fumantes foi de aproximadamente 101 pontos de QI, enquanto os fumantes ficavam na média de 94 pontos. Os menores índices foram daqueles indivíduos que afirmavam fumar mais que um maço de cigarros por dia: 90 pontos de QI.
Um vício “democrático”
“Os profissionais de saúde, de uma forma geral, relacionam o hábito de tabagismo a pessoas de baixo nível socioeconômico e com menor escolaridade. Mas nosso estudo mostrou que esses fatores são simplesmente indeterminantes”, afirma Weiser.
No estudo de Weiser houve também análises de casos raros, como gêmeos. Mesmo entre irmãos, aqueles que fumavam tinham menor média de QI. Além disso, os dados sugerem que a predisposição genética para o vício não influenciou na queda das médias da inteligência, ou seja, poderia ser algo relacionado ao desenvolvimento do hábito tabagista e que desencadaria algum outro processo.
Piora na saúde
Outro fato interessante de se observar foi que os fumantes, na grande maioria, indicavam estar em boa saúde. Mas após o tempo de serviço militar isso pareceu se degradar. “Pessoas com menor QI podem fazer escolhas errôneas de como tratar a própria saúde. Esses indivíduos não são somente um alvo fácil para o hábito do tabagismo, mas podem também desenvolver obesidade, ter déficits nutricionais e se envolver com outros tipos de drogas. Nossos resultados podem servir para que pais e profissionais médicos tenham mais provas para convencer esses jovens a se afastarem do tabagismo, pois isso poderá levar à melhora na saúde desses indivíduos, em todos os níveis”, diz Weiser.
Tags: Psicologia, Saúde, tabagismo
.com informações da Tel Aviv University
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
PR confirma Tiririca na Comissão de Educação e Cultura da Câmara
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| O PR indicou o deputado Tiririca (SP) como membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara O líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG), confirmou nesta sexta-feira (25) a indicação de Tiririca (SP) para a Comissão de Educação e Cultura da Câmara, que será instalada na próxima semana.Em janeiro, o deputado já havia manifestado o desejo de participar da comissão. "Quero trabalhar na área de educação e cultura. É o que o partido também quer", afirmou o humorista em entrevista à Folha. Tiririca diz querer vaga na Comissão de Educação da Câmara "Devemos frisar que a Comissão é de Educação e Cultura. Se ficarem falando que é só de educação fica 'diferente', em vista das coisas que andaram falando dele", disse Portela. Após ser eleito com votação recorde de 1,3 milhão de votos, Tiririca teve que passar por um teste de alfabetização aplicado pela Justiça Eleitoral. "Ele é um palhaço de grande experiência, com certeza vai contribuir com projetos e com suas propostas na área cultural", completou o líder do PR. A comissão será presidida pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN). Das 32 vagas da comissão, o PR tem direito a duas. Segundo o partido, Tiririca será apenas membro e não disputará na vaga na direção. O deputado também será indicado suplente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara. Desde que assumiu no dia 1º de fevereiro, Tiririca ainda não fez o esperado discurso de estreia. No entanto, o deputado chamou a atenção durante a votação do salário mínimo. Segundos depois de dizer que apoiaria o governo e seu partido pelo mínimo de R$ 545, Tiririca votou a favor dos R$ 600, apresentado pelo PSDB. Questionado, ele disse que tinha votado não. Informado que na listagem oficial da Câmara tinha saído sim, afirmou: "Ih, então eu votei não e saiu sim". MARIA CLARA CABRAL |
Foto incrível: Estátua da Liberdade acertada por um raio


Essa imagem incrível que você vê acima não foi fruto do acaso, como você pode imaginar, mas sim de muita espera e do trabalho duro do fotógrafo Jay Fine.
Segundo ele, ele esperou mais de 40 anos pelo momento perfeito. Com 58 anos de idade, ele assistia constantemente as previsões meteorológicas para saber quando as tempestades estavam chegando.
Antes dessa foto incrível, ele precisou tirar 81 fotos até capturar o momento em que o raio atinge a Estátua da Liberdade. Mesmo assim, ele afirma que foi um golpe de sorte.
A icônica estátua dos EUA foi erguida em 1886, tem, aproximadamente, 93 metros e estima-se que ela seja o alvo de 600 raios por ano. [MetroUK]
O que é lúpus?
Há mais de cem anos, Kaposi descreveu manifestações de inflamação, além da pele, em órgãos internos como os rins, pulmões, coração, nervos, articulações, etc. A doença caracteriza-se pela disfunção do sistema imunológico com consequente formação de anticorpos contra proteínas próprias (autoanticorpos), que agridem o organismo, levando à inflamação da região ou órgão afetado. Embora de causa desconhecida, hoje sabemos que essa disfunção imunológica (doença autoimune) ocorre em uma pessoa geneticamente predisposta que, exposta a um agente agressor (luz solar, infecção viral, condições de desequilíbrio hormonal, certos medicamentos, etc.), passa a produzir anticorpos que, em vez de protegê-lo, atuam contra o próprio organismo, causando inflamação.
A doença ocorre preferencialmente em mulheres na idade fértil, na proporção de dez mulheres para cada homem na mesma faixa etária.
Nas crianças e nos idosos, a frequência é menor e a proporção é de três mulheres para cada homem. A incidência da doença varia de três a sete casos novos para cada 100 mil habitantes. Estima-se que em determinadas regiões exista cerca de um caso de lúpus para cada mil habitantes. Se essa estimativa fosse projetada para o Brasil, teríamos um contingente de aproximadamente 250 mil casos.
O envolvimento dos órgãos internos varia muito de paciente a paciente. Alguns casos têm apenas quadros leves na pele e articulações. Já outros podem ter envolvimento de órgãos mais nobres, como coração, cérebro ou rins, limitando a qualidade de vida e a sobrevida, se não tratado adequada e precocemente.
Os sintomas iniciais geralmente são lesões de pele, principalmente após exposição solar (fotossensibilidade), dores e/ou inflamação nas articulações, fraqueza, ocorrência frequente de febre e mal-estar. Com esses sintomas, é extremamente importante procurar um médico para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, caso a doença seja confirmada.
O tratamento do lúpus vem se aprimorando muito nas últimas décadas. Com isso, a sobrevida aumentou consideravelmente.
Embora não haja cura, com o tratamento adequado, a qualidade de vida permanece muito satisfatória e o paciente pode, com a doença controlada, ter uma vida normal, com alguns cuidados para não haver recidiva.
Embora os corticoides sejam a base do tratamento, o uso de modernos agentes que diminuem a imunidade (imunossupressores) faz que doses cada vez mais baixas sejam usadas e até mesmo suspensas nas fases de remissão. Uma série de medicamentos novos está sendo estudada para melhorar o tratamento do lúpus e, em breve, seguramente chegaremos ao seu agente desencadeador, saberemos individualizar o tratamento de acordo com a característica genética de cada paciente, nos aproximando cada vez mais da sua cura.
Tags: Check-up, Corpo, Hospital Sírio Libanês, pele, Saúde
-por Luiz Carlos Latorre
Médico do Núcleo Avançado de Reumatologia do Hospital Sírio-Libanês
Pessoas desconfiadas são as mais fáceis de serem enganadas
O estudo foi feito com estudantes de pós-graduação voluntários que eram convidados a assistir a vídeos de supostas entrevistas de empregos feitas por dois tipos de pessoas: algumas que respondiam da melhor forma possível as perguntas e outro grupo composto por pessoas instruídas a dizer ao menos três mentiras significantes em resposta a algumas questões-chave que poderiam ser decisivas para a suposta contratação. Esses dois grupos de participantes das entrevistas receberam pequenas quantias em dinheiro e aqueles que aceitaram dizer mentiras receberiam uma quantia adicional se as respostas mentirosas passassem despercebidas pelos voluntários.
A análise dos vídeos ocorreu alguns dias após a primeira parte do estudo, e os voluntários eram instruídos a medir o nível de honestidade dos entrevistados gravados em vídeo. Além disso, os próprios voluntários foram entrevistados para saber o quanto eles confiavam em outras pessoas.
Os voluntários com maiores índices de confiança em outros indivíduos também se mostraram mais eficientes em detectar os participantes mentirosos, ou seja, quanto mais mostravam confiar nas outras pessoas, maior o potencial de identificar a diferença entre uma verdade e uma mentira dita por uma mesma pessoa. Ao contrário do estereótipo, aqueles mais desconfiados também eram os que mais cometiam erros e indicavam a “contratação” dos mentirosos (aqueles que haviam mentido em questões cruciais como formação ou experiência para a função).
“Ao contrário da ideia geral de que pessoas desconfiadas são melhores em detectar mentiras e aquelas mais abertas às pessoas desconhecidas são as que são alvos fáceis para os salafrários, o que vimos aqui foi exatamente o inverso. As pessoas confiam mais quando, de alguma maneira, sabem que podem detectar uma mentira no meio de uma conversa e identificam as intenções de terceiros”, diz Nancy Carter, pesquisadora da Universidade de Toronto, no Canadá.
“Aqueles que confiam nos outros não são bobos, mas sua acuidade interpessoal os faz melhor em identificar e separar bons amigos de ameaças em potencial”, finaliza.
Tags: confiança, Psicologia, sociabilidade
-com informações da Social Psychological and Personality Science
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O amor é míope e o namoro, um bom par de óculos

Ao contrário do que muita gente pensa, o grau de sucesso para iniciar relacionamentos amorosos não se mede apenas pela quantidade de parceiros que são atraídos, pela quantidade de encontros que são marcados ou mesmo pela habilidade para desenvolver este tipo de relacionamento. Este sucesso também depende do grau de acerto na escolha de um parceiro atraente e compatível.
Condições necessárias para iniciar um bom relacionamento
Geralmente são necessárias várias tentativas para achar um parceiro compatível e é necessário um bom tempo para conhecer esse parceiro. As seguintes condições são necessárias para realizar estas duas atividades com eficiência:
(1) Ser capaz de atrair parceiros atraentes e compatíveis.
(2) Estar apto para tomar iniciativas amorosas e responder eficientemente a estas iniciativas quando elas são tomadas por parte de possíveis parceiros interessantes.
(3) Estar disposto a conviver com o parceiro em diversos tipos de situações e por um tempo razoável para conhecê-lo melhor antes de assumir um compromisso muito sério.
(4) Ser capaz de absorver da melhor forma possível os términos de relacionamentos que aconteceram por iniciativa dos parceiros.
(5) Ser capaz de terminar na hora certa e com o menor desgaste possível os relacionamentos que se mostram inviáveis.
(6) Ter condições para desenvolver relacionamentos satisfatórios e duradouros.
Neste artigo vamos nos concentrar na terceira destas condições: namorar até conseguir “enxergar” bem o parceiro e, desta forma, fazer boas escolhas. As outras condições serão abordadas em outros artigos.
Os inícios de relacionamentos amorosos podem ser encarados como períodos de experiência. Os principais objetivos desta fase do relacionamento são permitir que os parceiros se conheçam melhor, e verificar se há atração e compatibilidade entre eles. Os estudiosos do comportamento animal afirmam que todas as espécies que têm relacionamentos conjugais prolongados (por exemplo, a arara azul geralmente fica com o mesmo parceiro durante toda a vida) também têm uma fase longa de cortejamento antes da primeira cópula. Um dos motivos para este “namoro prolongado” é a necessidade de escolher bem o parceiro, porque os resultados desta escolha têm tremendas conseqüências. Dela depende, por exemplo, o desempenho sexual do casal e a coordenação eficaz de múltiplas atividades diárias como construir o ninho, encontrar comida e defender os filhotes contra predadores. Devido a estas grandes conseqüências, testar a compatibilidade com o parceiro antes de se vincular com ele de forma profunda, ampla e duradoura é essencial.
São necessárias várias tentativas para encontrar um parceiro compatível
Não é razoável esperar que um ótimo parceiro seja encontrado logo na primeira tentativa. Pelo contrário, é comum que as pessoas não se casem com o primeiro amor, com o primeiro namorado e, muito menos, com a primeira pessoa com quem flertaram. Muitos parceiros que parecem adequados à primeira vista, se mostram indesejáveis ou incompatíveis durante o namoro: à medida que vão se sentindo mais seguros e mostrando como realmente são (é comum só mostrar as qualidades e omitir os defeitos nos inícios dos relacionamentos) ou vão tendo que lidar com diversos tipos de situações que só aparecem durante um relacionamento mais duradouro (características indesejáveis ou incompatíveis com o outro parceiro vêm à tona). Um levantamento que realizei recentemente com 368 universitários mostrou que eles, em média, já haviam se apaixonado quatro vezes, ficado com 26 parceiros diferentes, praticado sexo com cinco parceiros sexuais e namorado três pessoas diferentes. Em cada um destes acontecimentos amorosos, houve uma troca de parceiro, ou seja, um relacionamento foi iniciado e terminado ou um sentimento nasceu e se extinguiu ou não foi correspondido. Este estudo confirma, portanto, que fazer várias tentativas é uma experiência comum para a maioria da pessoas antes que elas iniciem um relacionamento mais duradouro e compromissado.
Para conhecer o parceiro é necessário conviver com ele
Para conhecer bem o parceiro é necessário uma boa dose de convivência com ele em diversos tipos de situações. A necessidade desta convivência foi confirmada por um estudo que verificou que os casamentos precedidos por namoros breves demais ou longos demais tinham menor chance de dar certo do que aqueles precedidos por namoros que duravam um tempo razoável.
O que é um namoro “breve demais” ou “longo demais”?
Não existe uma resposta simples para esta pergunta. É mais fácil pensar nos motivos da influência do tempo de namoro no sucesso do relacionamento posterior. O motivo provável para a menor chance de sucesso dos namoros muito breves é que eles não permitem que os parceiros se conheçam o suficiente antes do casamento, o que aumenta as chances de o casal descobrir posteriormente muitas incompatibilidades graves. A menor chance de sucesso daqueles casamentos que são precedidos por namoros que se prolongam demais é que esta demora pode indicar que um ou ambos os parceiros estão hesitantes, não se amam o suficiente, estão com motivação insuficiente para dar este passo. É claro que este prolongamento também pode acontecer por motivos alheios às suas vontades (por exemplo, ambos os parceiros ainda não têm idade e condições econômicas para assumir um compromisso) e, neste caso, isto não influi nas chances de sucesso do casamento
Outro motivo para a maior chance de sucesso daqueles que já se conheciam ou que foram apresentados antes do início do namoro é que eles são mais cautelosos para iniciar este tipo de relacionamento amoroso. Isto acontece porque eles correm o risco de estragar o relacionamento que já havia entre eles anteriormente e podem criar constrangimentos para o convívio posterior, caso o namoro não dê certo. Aqueles que foram apresentados, geralmente também pertencem ao mesmo círculo de relacionamentos. Além disso, eles também têm o afiançamento daquele que os apresentou e, por isso, devem se portar de modo a não decepcioná-lo ou a trair a sua confiança.
No entanto, conhecer o parceiro ou ter sido apresentado para ele anteriormente não é uma garantia de que o relacionamento vai dar certo. Cada tipo de relacionamento implica em tipos especiais de interação que não podem ser bem testados em outros tipos de relacionamento. Por exemplo, um ótimo amigo pode ser um péssimo parceiro romântico ou sexual.
O tempo necessário para conhecer o parceiro e testar a compatibilidade com ele no campo amoroso depende de diversos fatores, tais como:
• Quão bem já conhecia o parceiro antes do início do relacionamento amoroso. Quanto melhor já o conhecia e gostava dele antes do início do namoro, menor a chance de decepção nas áreas já conhecidas.
• Oportunidades de convivência. Quantas vezes e por quantas horas os parceiros se vêem por semana? Em que situações eles se encontram? Por exemplo, quem só se encontra nos fins de semana para fazer programas agradáveis vai conhecer menos o parceiro do que alguém que o vê no dia-a-dia em diversos tipos de situações.
• Grau de exposição aos diversos círculos de relação. Observar o parceiro desempenhando diversos papéis (por exemplo: amigo, filho, profissional) é muito mais informativo do que apenas conhecê-lo como parceiro amoroso em momentos de lazer. Além disso, as informações fornecidas por outras pessoas que o conhecem também são muito valiosas. A permissão e o incentivo para participar destes círculos, na condição de parceiro amoroso, é um forte sinal de comprometimento por parte do parceiro.
Uma boa escolha de parceiro deve acontecer durante o período de namoro e não depois, durante a união estável ou o casamento, quando os custos da separação podem ser bem maiores devido aos investimentos já realizados e aos compromissos já assumidos.
Escolha bem aquele que pode ser o seu companheiro pelo resto da vida e viva feliz!
Ailton Amélio da Silva é doutor em Psicologia, psicólogo, psicoterapeuta e professor da USP, em São Paulo (SP). É autor de vários estudos científicos sobre relacionamentos amorosos e dos livros "O Mapa do Amor", "Para Viver um Grande Amor" e o mais recente "Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela".
Namoro na internet: é possível acreditar em tudo? Estudo diz que, na maioria das vezes, sim

“Nossos resultados acabam com o mito de que pessoas que usam serviços de relacionamentos para encontrar o par ideal na internet podem não encontrar pessoas tão diferentes daquelas que conheceriam por intermédio de amigos, na escola ou no trabalho”, explica Hall.
Para toda regra há exceção, claro, e os recentes casos mostrados em diversos programas policiais na televisão são a prova disso. Mas a pesquisa de Hall indica que isso não é necessariamente regra geral. Os pesquisadores envolvidos no estudo acompanharam mais de 5 mil indivíduos – com históricos e idades diversos – que procuravam relacionamentos em longo prazo em sites na internet.
Automonitoramento: o modo como nos apresentamos às pessoas
“Também aplicamos uma série de questionários sobre o chamado ‘automonitoramento’, ou seja, traços que indiquem de que forma nos comportamos socialmente para que as pessoas simpatizem conosco”, aponta Hall. Pessoas que têm baixos índices de automonitoramento, por exemplo, podem ser consideradas extremamente autênticas em situações sociais, até mesmo na forma como se descrevem. Ao contrário, quanto maior o nível de automonitoramento, mais as pessoas são propensas a omitir informações sobre si mesmas. E esses níveis foram o fator que determinou o nível de confiabilidade dos perfis nos sites de relacionamento.
Os pesquisadores dizem que a probabilidade de as pessoas mentirem sobre si mesmas nos sites de relacionamento também depende do tipo de pessoa: alguém aberto a novas experiências emocionais, ou que conheça muitos países, dificilmente irá omitir essas informações de possíveis parceiros. Já pessoas mais extrovertidas e muitas vezes com um histórico amoroso mais longo, por exemplo, podem não querer dizer tudo sobre si.
Mas Hall e seus colaboradores dizem que a grande maioria das pessoas nesses sites não tenta esconder nada relevante. Em relação aos gêneros, as diferenças são bem nítidas e nada surpreendentes: as mulheres costumam omitir o próprio peso, enquanto os homens evitam falar de parceiras anteriores ou sobre o quão sério eles imaginam um novo relacionamento. “Homens e mulheres não são tão diferentes quanto eles acham. Ambos podem mentir um pouquinho, só o tema varia”, conclui Hall.
.com informações do Journal of Social and Personal Relationships
Tags: comportamento, Psicologia, relacionamento
Vício em internet pode matar?
Na semana passada, um chinês de 30 anos morreu após ficar durante três dias seguidos em uma maratona de jogos on-line. O fato não é inédito por lá. Em 2005, uma jovem chinesa morreu depois de dias jogando World of Warcraft. Aos amigos, ela revelou que estava “em preparação para enfrentar uma parte muito difícil do jogo” e que não tinha tempo para dormir. Na mesma semana, um jovem coreano morreu enquanto jogava o mesmo jogo.
“Sabemos que o que faz mal não é a internet, mas a relação que se desenvolve”, explica Cristiano Nabuco de Abreu, especialista em dependência em internet e que desenvolve pesquisa sobre o tema no Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq/USP). “Nestes casos, estes jovens morreram por causa de exaustão. São dias seguidos cheios de adrenalina por conta dos jogos. O corpo entra em colapso”, explica.
De acordo com Nabuco de Abreu, os jovens estão mais suscetíveis a desenvolver este vício por estarem mais despreparados, no entanto, o número de adultos também é grande, havendo casos de pessoas com mais de 70 anos procurando ajuda. “Na verdade, eles já apresentariam comodidades psiquiátricas como quadros de depressão, transtorno bipolar do humor ou ainda quadros de fobia social. O indivíduo acaba preferindo navegar a ter uma experiência no cotidiano”.
A dependência em internet ainda não é um transtorno psiquiátrico reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), porém o número de casos – ou a proporção epidêmica – faz que países como China, Coreia do Sul e Holanda tratem do vício como uma patologia social com centros de reabilitação para viciados em videogames ou internet. “Só na China são 150 centros de tratamento”, diz Nabuco.
No Brasil, o assunto é timidamente abordado e ainda não possui tanto espaço quanto o necessário. “O que acontece na China, na verdade, pode ser um exemplo em médio prazo dos efeitos que poderemos sentir aqui no Brasil, uma vez que a internet se popularizou cinco ou sete anos antes nos Tigres Asiáticos”, explica.
Segundo o especialista, para evitar que se desenvolva o vício, principalmente nos jovens, os pais devem deixar o computador em algum local comum da casa, nunca no quarto dos adolescentes. “Deve-se estabelecer uma relação saudável com a internet. Nunca proibir, pois este jovem estaria sendo segregado do meio social dele, já que todos os seus amigos estão ali”, finaliza Nabuco.
Como identificar o problema?
Nabuco indica que alguns comportamentos são típicos e podem ser observados, como: ficar mais tempo conectado do que o planejado; preferir estabelecer relações com amigos virtuais em vez de amigos do mundo real; deixar de lado as atividades que precisariam ser feitas para poder ficar mais tempo na frente do computador; observar prejuízos no trabalho, escola ou mesmo nas relações pessoais; mentir a respeito do tempo que esteve conectado; tentar reduzir o tempo de navegação, mas não conseguir. “Todos estes elementos juntos, ou mesmo separados, já seriam fortes indícios de que a pessoa se tornou ou está se tornando dependente da internet”, diz o especialista, que indica também que o IPq/USP mantém um site para ajudar pessoas com o problema ou familiares e amigos que queiram ajudar alguém com os sintomas de dependência de internet: dependeciadeinternet.com.br.
Tags: cristiano nabuco de abreu, dependência de internet, Psicologia
por Marina Teles
Entidades médicas criticam proposta para banir venda de inibidores de apetite

Brasília – A proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de tirar do mercado os medicamentos mais usados para emagrecer não foi bem recebida por entidades que representam especialistas em tratamentos de obesidade. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Ricardo Meirelles, o tratamento contra a obesidade será prejudicado no país caso a proposta da agência vire norma. “Vai afetar alguns obesos. Eles vão ter uma porta fechada. Não temos uma alternativa no mercado”, disse o endocrinologista.
A Anvisa quer proibir a venda de inibidores de apetite à base de sibutramina e de anfetaminas (anfepramona, femproporex e mazindol), porque, segundo a agência, apresentam mais risco à saúde do que benefícios. Com base em dados internacionais e em um parecer técnico, a agência reguladora alega que o uso da sibutramina eleva o risco de problemas cardíacos, enquanto as anfetaminas aumentam as chances de problemas cardiopulmonares e no sistema nervoso central.
Outro argumento é que a sibutramina contribui pouco para a perda de peso dos pacientes. “Em nenhum grupo de pacientes, o benefício foi justificável para o uso”, afirmou o presidente em exercício da Anvisa, Dirceu Barbano. Barbano disse ainda que esses remédios foram proibidos na Europa e nos Estados Unidos.
O presidente da Sbem rebate alegando que os médicos têm conhecimento das contraindicações dos remédios, que não devem ser usados por quem sofre de doenças cardiovasculares. No entanto, conforme ele, os medicamentos ajudam na redução do peso quando prescritos de forma adequada. “Desde que sejam prescritos com critério e cuidado, são muito úteis”, disse.
A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) classificou como um retrocesso a ideia da Anvisa. “O uso criterioso de medicações antiobesidade claramente contribui para a melhora da saúde dos pacientes, auxiliando-os na perda de peso, reduzindo o aparecimento das complicações. Com a suspensão destes medicamentos, os custos da saúde para o governo vão aumentar exponencialmente, num futuro muito próximo. Além da necessidade de aumentar a oferta de medicamentos para as complicações da obesidade, o Ministério da Saúde vai ter que arcar com o custo de cirurgias bariátricas que, certamente, terão seu leque de indicações ampliado”, disse, por meio de nota, a presidente da associação, Rosana Radominski.
Na próxima quarta-feira (23), a Anvisa vai promover uma audiência pública para debater o assunto. Depois do debate, a agência tomará uma decisão. Desde o ano passado, a Anvisa tem adotado medidas para restringir o uso da sibutramina, que passou a ser vendida somente com receita especial. Ao fechar o cerco aos inibidores de apetite, a agência segue ações já tomadas por países desenvolvidos. Em 2010, a Agência Europeia de Medicamentos proibiu o uso da substância por considera-lá perigosa à saúde.
Por Carolina Pimentel - Repórter da Agência Brasil
Conheça técnicas para deixar os dentes mais brancos

Todos nós admiramos o sorriso claro e branco dos artistas de cinema e televisão. É comum pensar que é quase impossível ter um sorriso tão próximo da perfeição segundo os padrões modernos. Mas, para ter um sorriso branco, só é preciso ter a saúde bucal em dia, através de visitas semestrais ao dentista que controla a presença de cáries, infiltrações em restaurações, coroas ou próteses. Ao irmos ao dentista, o profissional também detecta a presença de doenças periodontais, que podem levar a outras complicações se não forem tratadas. Mas além desses cuidados, as pessoas que procuram um sorriso mais branco, podem optar por técnicas de clareamento dentário.
Durante os dois tratamentos deve-se evitar: cigarro e consumo de bebidas e comida com corantes.
O Clareamento dentário pode ser feito de duas maneiras: o doméstico ou a laser no consultório. É importante lembrar que não devemos fazer nenhum dos dois tipos de clareamento sem a supervisão de um dentista.
A primeira opção é feita com gel clareador aplicado em uma moldeira de silicone que é feito no consultório do dentista. O clareamento doméstico leva geralmente entre 15 a 20 dias por arcada dentária. A substância mais utilizada é o peróxido de carbamida, que não traz quaisquer efeitos colareis para a boca. Depois de três a quatro dias de uso do clareamento doméstico, já se nota dentes mais claros e um sorriso mais branco. O cirurgião dentista orienta o paciente que executa o clareamento em casa, mas são agendadas consultas para supervisionar o resultado do tratamento.
O Clareamento a laser é feito no consultório, cada sessão leva entre 40 minutos a um hora e meia e é aplicada a solução clareadora seguido do laser para ativação da reação química. Geralmente são necessárias três a quatro sessões para atingir resultado, dependendo da cor inicial do dente, no caso de dente escuro ou manchado.
Durante os dois tratamentos deve-se evitar: cigarro e consumo de bebidas e comida com corantes. A utilização de cremes dentais branqueadores contribui para a remoção de manchas e prevenção do amarelamento dos dentes. Outra dica é escovar ou enxaguar os dentes imediatamente após o consumo de alimentos ou bebidas que possam manchá-los. Também é válido usar um canudo para tomar bebidas que pigmentam os dentes.
Saiba Mais
O Clareamento não desgasta nem altera a estrutura dentária. O único efeito que pode resultar, apenas durante o tratamento, é de sensibilidade, que pode ser controlada com uso de cremes dentais para sensibilidade, bastante comuns e fáceis de serem encontrados.
Após um ano o clareamento pode ser retocado e é muito fácil e acessível ter um sorriso saudável e branco como os das estrelas de cinema.
Fonte- Minhda Vida
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Homem desenvolve pulseira que "alerta" sobre TPM
A ideia é que o bracelete apresente um pequeno termômetro, que responde a variações de temperatura até mudar de cor
Foto: Getty Images
Sabe aqueles dias em que a sua mulher ou namorada está oscilando de humor? Às vezes, uma simples pergunta, é motivo para cara feia. Ou, em outras situações, se você não pergunta, ela reclama. É, isso pode ser a TPM (tensão tensão pré-menstrual). Uma competição de inventores no Reino Unido aguça a criatividade de alguns competidores. O inventor Karl Dorn, por exemplo, desenvolveu um bracelete para avisar sobre a TPM da mulher ou namorada, segundo informações do Daily Mail.
A pulseira que alerta sobre a TPM, por enquanto, é mais uma idéia do que uma invenção, já que não há um protótipo de trabalho e nenhuma patente. O objetivo é que o bracelete apresente um pequeno termômetro, que responde a variações de temperatura até mudar de cor.
Dorn já conquistou um lugar na final da competição. O vencedor será coroado com um prêmio de 100 mil libras.
Fonte- Terra
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Os novos cuidados com o coração feminino
Associação Americana de Cardiologia anuncia a inclusão de mais fatores de risco à saúde cardíaca da mulher e informa o que realmente pode protegê-la
Rachel Costa
ALERTA
Agora, diabetes na gravidez está incluída na lista de ameaças
A Associação Americana de Cardiologia, referência mundial em saúde do coração, tem se empenhado em mostrar que as doenças cardiovasculares não são exclusividade dos homens. A Organizaçõa Mundial da Saúde (OMS) já alerta que essas doenças são a principal causa de morte de mulheres no mundo.
Para facilitar o diagnóstico e a prevenção entre o público feminino, a associação americana divulgou, na última semana, novas diretrizes. No documento, ampliou a lista de fatores de risco, contestou a eficiência de procedimentos preventivos e chamou a atenção para a responsabilidade compartilhada entre médico e paciente na adesão ao tratamento. “Se o cardiologista não pergunta à mulher se ela está tomando o medicamento regularmente ou se conseguiu aderir a hábitos saudáveis, o problema continua”, avalia Lori Mosca, diretora da entidade. As orientações deverão ser seguidas por cardiologistas de todo o mundo.Ponto de destaque na revisão, a inclusão de novos fatores de risco contempla agora enfermidades tipicamente femininas. Quem teve complicações na gravidez (diabetes gestacional e hipertensão induzida pela gestação) ou tem artrite reumatoide ou lúpus deve buscar um médico para evitar surpresas como a que aconteceu com a arquiteta Maria Ricciardi, 55 anos. Há 20 anos ela sofreu um infarto que assustou a todos. “Eu era nova e era mulher. Quando aconteceu, se falava pouco de infarto feminino.” À época, o único hábito de risco identificado foi o cigarro. Porém, ela também havia tido hipertensão na gravidez – problema que a associação acaba de incluir como fator de risco. Nesta categoria, aparece agora também a depressão. Uma das razões é o fato de a doença prejudicar a capacidade da mulher de se cuidar e até mesmo de seguir orientações médicas – ameaças ao coração.No documento, também estão indicadas medidas de prevenção que ainda carecem de comprovação, de acordo com a associação. Entre elas estão a terapia de reposição de estrógeno (hormônio feminino que tem papel protetor do coração) e a suplementação com substâncias antioxidantes, como a vitamina E (leia mais no quadro).O esforço da associação americana é reunir conhecimentos da prática médica para preencher a lacuna existente nas pesquisas científicas. A presença de mulheres em estudos sobre doenças cardiovasculares é recente – começou na década de 90. E ainda segue insatisfatória. “Os testes com os remédios anticoagulantes e para o desenvolvimento do stent, por exemplo, foram feitos em voluntários do sexo masculino”, diz Elizabeth Alexandre, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e médica do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo. “A ciência precisa mostrar se os benefícios das terapias são os mesmos para mulheres e homens”, avalia Lori. O ponto-chave para isso é entender melhor a influência das variações hormonais da mulher na saúde cardiovascular, em especial na puberdade, gravidez e menopausa.

Lenira recebeu a orientação correta e controla a hipertensão
À medida que a medicina avança, novas informações têm sido levantadas. A associação com o câncer é um exemplo. “A Sociedade Brasileira de Cardiologia publicará, em alguns meses, uma diretriz ligando o tratamento contra o câncer às doenças cardiovasculares”, diz Evandro Tinoco, diretor clínico do hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro. Prevenir, nesses casos, pode ser decisivo. Foi o que percebeu a fotógrafa Lenira Carrilho, 51 anos. Dois meses depois de iniciar a quimioterapia por causa de um tumor de mama, ela viu sua pressão arterial aumentar a níveis alarmantes e teve de começar a usar medicamento para controlá-la. “Por sorte havia sido alertada sobre esse risco”, afirma.Nas recomendações divulgadas pela entidade americana, há ainda a ênfase em tornar mais fácil a adoção de bons hábitos de saúde. “O documento foi um puxão de orelha nos médicos”, considera o cardiologista Marcelo Ferraz Sampaio, vice-diretor clínico do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. “Muitos especialistas geram demandas para as pacientes que elas não conseguem cumprir.
De fato, esse é um dos principais empecilhos a mudanças no estilo de vida. Sem saber, por exemplo, como incluir no dia a dia a atividade física, a pessoa desiste de tentar. Por isso, os médicos americanos orientam que não é preciso passar horas na academia: 150 minutos por semana de exercícios moderados, como uma caminhada acelerada, bastam. Ou seja, cerca de 20 minutos por dia. O cuidado é urgente. “T0.emos tecnologia, remédio e equipame.

Rachel Costa - ISTO É
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Aprenda a fazer uma deliciosa Lasanha de Verão

Lasanha de Verão: uma ótima pedida
Quem adora massa e não abre mão de um belo prato de lasanha mesmo durante o verão, agora pode preparar essa delícia com uma receita mais leve, porém não menos sofisticada. Quem ensina os truques aos internautas do eBand é chef de cozinha Heloísa Bacellar.
Ingredientes:
500g de massa para lasanha
4 xícaras de floretes de brócolis frescos ou congelados2 colheres (sopa) de pinoli
2 xícaras de miolo de pão italiano grosseiramente esfarelado1 xícara de folhas de salsinha picadinha
1/2 xícara de queijo parmesão ralado2 dentes de alho picadinhos
8 filés de anchova em conserva bem picadinhos10 tomates bem vermelhos, sem sementes, em cubinhos
2 colheres (sopa) de uva passa escura1/2 colher (chá) de pimenta-vermelha seca ou a gosto
Azeite de oliva espanholSal e sementes de erva-doce
Modo de Preparo:Cozinhe a massa para lasanha em 4 litros de água fervente e salgada. Depois disso, escorra e estenda sobre um pano limpo. Aqueça mais uns 2 litros de água, espere ferver, junte 1 colher (sopa) de sal e os brócolis e mantenha em fogo alto por uns 5 minutos, até que os talos grossos estejam cozidos, mas ainda resistentes à mordida e bem verdes. Em seguida escorra, mergulhe numa tigela de água com gelo para resfriar e escorra de novo. Enquanto isso, doure ligeiramente os pinoli em uma frigideira grande e seca e reserve. Aqueça um fio de azeite na mesma frigideira, junte o pão e mantenha em fogo alto até ficar bem dourado e crocante.
Adicione a salsinha, o parmesão e os pinoli e passe para uma tigela. Na mesma frigideira, aqueça mais um pouco de azeite, junte o alho, espere perfumar, adicione as anchovas e misture até obter uma pasta. Acrescente os brócolis e uma pitada de sal, deixe no fogo até que os talos estejam bem macios, depois junte o tomate, a uva passa, a pimenta, um pouquinho de erva-doce e acerte o sal. Monte a lasanha enquanto o forno aquece a 200ºC (médio-alto).Espalhe um pouco de azeite no fundo de um refratário médio e siga alternando camadas de massa, do refogadinho de brócolis e da farofa de pão, terminando com pão. Leve ao forno por uns 25 minutos para aquecer e dourar (se quiser, monte na véspera e guarde na geladeira sem assar).
Serve: 8 pessoas
entretenimento@band.com.br
Ovo está mais saudável, afirma estudo
Para quem adora ovo mas evita por conta do colesterol, uma boa notícia: ele pode estar mais saudável. A conclusão é de um estudo realizado pelo Serviço de Pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Segundo o jornal Daily Mail, a equipe de cientistas descobriu que a iguaria contém 13% menos colesterol em comparação com o ovo de uma década atrás. O teor de vitamina D, que ajuda a proteger os ossos, chegou a 64% a mais.
O motivo da melhoria seria a mudança na alimentação das galinhas. Apesar dessa constatação, o limite diário continua sendo saborear apenas um ovo por dia.
Terra
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Coca-cola: modo de fazer
No dia 15 de fevereiro os jornais, rádios, TVs, twitters, blogs e todos os meios de comunicação possíveis foram inundados por notícias sobre a revelação da receita da Coca-Cola. A fórmula levava, junto com outros 13 ingredientes: fluido de coca, suco de limão e até coentro. A empresa negou a história e manteve que a receita continua segura, em um cofre bancário em Atlanta, há 125 anos. Os responsáveis pelo burburinho foram os produtores do programa de rádio “This American Life”. Enquanto preparavam o novo episódio da série, eles se depararam com um artigo do jornal Atlanta-Journal Constitution com uma foto de uma lista que parecia trazer os ingredientes e as quantidades exatas do que era necessário para produzir o refrigerante.
Um representante da companhia disse que o programa de rádio não conseguiu a receita real. Contudo, um historiador da Coca (sim, existem historiadores sobre a Coca!) disse ao site Life’s Little Mysteries que esta poderia ser SIM a receita autêntica da Coca, só não é aquela vendida hoje nos supermercados. O site publicou uma réplica da foto do artigo com a receita.
O historiador Mark Pendergrast, que já escreveu livros sobre o refrigerante, disse achar “meio engraçado que, de repente, começa essa confusão quando, na verdade, eu já encontrei a fórmula nos papéis do inventor da Coca-Cola, John Pemberton, e publiquei em um livro em 1993”. Segundo ele, “a receita é bem similar a que eu encontrei, então eu realmente acredito que seja autêntica. Mas não é a coca que é vendida hoje. A formula original foi modificada”.
Sobre as mudanças, o historiador cita que a fábrica tem usado xarope de frutose de milho ao invés de açúcar na versão americana da bebida desde 1985. Neste ano, a Coca-Cola desenvolveu uma receita nova, mas os consumidores não gostaram muito. Então eles voltaram a utilizar a receita antiga, mas com algumas mudanças, entre elas, o uso de xarope ao invés de açúcar. Pendergrast também revelou que, hoje em dia, o fabricante não utiliza mais o ácido cítrico que aparece na foto, utilizam agora ácido fosfórico.
A Coca nasceu para ser remédio.
Quando John Pemberton começou a misturar os ingredientes que, no futuro, iriam se tornar o refrigerante mais vendido do mundo, ele nem pensava em criar uma bebida para tomar junto com a pizza de sábado à noite. Sua intenção era medicinal.
“Era uma redução de Vinho Mariani, bebida alcoólica francesa que continha vinho e extratos de folha de coca, era considerada um ‘tônico para os nervos’ e teria muitos efeitos benéficos”, disse Pendergrast. O historiador conta ainda que a bebida era alcoólica e levava cocaína. Em 1886, a bebida foi proibida e o criador trabalhou para retirar o álcool. “Isso fez com que a bebida ficasse amarga, então ele adicionou açúcar para compensar”. A receita que vazou ainda contém álcool, mas “é só para misturar os óleos essenciais, não chega até o produto final”, explicou Pendergrast.
É claro que as reclamações sobre a cocaína não demorariam a começar, então, o criador passou a retirar a substância das folhas de coca antes de usar. Hoje em dia, “a cocaína é removida pela companhia Stepan Chemical e depois destruída ou usada em pesquisas médicas”. Nos anos 1890 a companhia mudou de dono e o novo proprietário, Asa Candler, fez mudanças na quantidade de cafeína e de adoçantes, o que mudou mais uma vez o gosto da bebida. É muito improvável que a receita encontrada pelo programa “This American Life” seja a atual.
E quem quer outra Coca?
A tal da receita que vazou pelo mundo todo pode ou não ser aquela que produziria o refrigerante que bebemos hoje. Mas, na verdade, para Mark Pendergrast, pouco importa. “Mesmo se você tentar fazer ‘a coisa real’ não faria a mínima diferença. Por que alguém iria deixar de comprar a original para comprar uma falsa que, provavelmente, seria mais cara? O segredo real da Coca-Cola nem é um mistério: é a publicidade, economia de escala, marketing e distribuição. É a marca”. A Pepsi sabe bem. [LiveScience]
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
AGORA É A SUA VEZ PAULINHA !!!!!!!!!

Agradecer ao meu pai e as minhas irmãs , que muitas vezes sem perceberem deram forças, o inspiraram a continuar a perseverar em caminhos algumas vezes íngremes, difíceis.
Nesta sua caminhada tive o privilêgio em conhecer e admirar , onde em nome da minha familia quero agradecer a suas amigas Mariana, Paulinha, Finha.
O segundo momento desta reflexão, e mostrar a voce Paulinha a importância em olhar sempre para frente. Espero que você não vislumbre um futuro com pessimismo, desânimo ou fracasso. A vida sempre foi composta de dificuldades, quem disse que seria fácil você ter se formado?
Entretanto o mundo abre as portas para quem sabe onde quer ir.
A mensagem que deixo para você é que seja ambiciosa, não ganancioso, pois a ganância é egoísta, porém, ser ambicioso é algo positivo, significa ter altos ideais,
“Aspirai as alturas e não medis esforços para alcança-la”
Muitas pessoas de talento não conseguem atingir nada nesta vida, porque não possuem um objetivo definido pelo qual lutar.
Ter um sonho faz toda a diferença!
Tenha um sonho, acredite no seu potencial, transforme o seu sonho em realidade, lute, persista, não desanime. Se cair, levante. Seja completamente apaixonado pelo que você faz. Não se contente com realizações mesquinhas. Olhe para frente e para o alto como as águias, não olhe para baixo como as galinhas.
A escola da vida, é a escola da experiência como mencionou Samuel Smiles em sua obra o Caráter.
" A gentileza, paciência, bondade são importantes, porém, há também a necessidade de coragem, força, energia e perseverança também. Muitos que se formam saem da faculdade desanimam-se facilmente, falta-lhes a iniciativa, não tem esses positivos traços de caráter que dão aos homens o poder de fazer alguma coisa, o espírito de energia que acendem o entusiasmo. Se você deseja que o êxito acompanhe seus esforços, precisa ser animoso e esperançoso. O sucesso não depende tanto do talento, como de energia e boa vontade. "
Para ilustrar a minha reflexão , permita-me contar uma fábula:
Os Três Leões
Numa determinada floresta haviam três leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:
- Nós, os animais sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem três leões fortes. Ora, qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?
Os três leões souberam da reunião e comentaram entre si: É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter três reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir? Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos.
O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc. eles tiveram uma idéia excelente. O macaco se encontrou com os três felinos e contou o que eles decidiram:
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na montanha difícil. Montanha difícil? Como assim?
- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a montanha difícil. O que atingir o pico no menor tempo será consagrado o rei dos reis.
A montanha difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a montanha para assistir a grande escalada.
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O segundo tentou. Não conseguiu . Foi derrotado.
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os três foram derrotados?
Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:
- eu sei quem deve ser o rei! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa! A senhora sabe, mas como?
- Todos gritaram para a águia.
- É simples, confessou a sábia águia. Eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.
- O primeiro leão disse: montanha, você me venceu.
- O segundo leão disse: montanha, você me venceu.
- O terceiro leão disse: montanha, você me venceu, por enquanto, mas você montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.
- A diferença, completou a águia, é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros.
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão, que foi coroado rei entre os reis.
Moral da história:
A partir de agora minha querida filha Ana Paula , não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha. Seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram seu nível máximo, mas você não. Você ainda está crescendo. Você é maior que todos os seus problemas juntos. Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance. A montanha das dificuldades tem tamanho fixo, limitado. E, lembrem daquele ditado: “Não diga a Deus que você tem um grande problema, mas diga que você tem um grande Deus.” Muito obrigado .
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Pesquisadores exploram a natureza do comportamento adúltero

Os pesquisadores mapearam anúncios acessíveis ao público de 200 homens e 200 mulheres escolhidos aleatoriamente no site. Eles pesquisaram o que essas pessoas queriam de um relacionamento adúltero: “curto prazo”, “longo prazo”, “indecisos”, “vale tudo”, “caso na internet/bate-papo erótico”, ou “qualquer coisa que me excite”.
Eles também observaram as idades dos anunciantes, as idades dos parceiros que eles buscavam, e o número total de adjetivos que eles usaram para descrever a si mesmos e o que eles queriam em um parceiro, especificamente adjetivos que envolvem riqueza, atributos físicos e realizações educacionais e esportivas.
Os resultados confirmam estereótipos comuns de homens e mulheres. Eles são mais promíscuos, elas são mais exigentes. Os homens, em média de 42 anos, anunciaram “vale tudo” mais de duas vezes mais que as mulheres, enquanto elas, em média com 39 anos, procuraram relacionamentos de longo prazo cerca de dois terços mais do que os homens.
Além disso, as mulheres usavam mais adjetivos para descrever a riqueza e os atributos físicos que eles queriam nos parceiros, enquanto eles usavam mais adjetivos para descrever a própria riqueza, interesses esportivos e realizações educacionais.
Os resultados sugerem que as preferências dos parceiros, mesmo entre pessoas casadas, são baseadas nas tentativas do sexo feminino de chegar a um relacionamento com recursos controlados pelo homem.
As mulheres casadas usaram mais adjetivos para descrever os atributos físicos que procuravam nos parceiros e menos adjetivos para descrever suas qualidades materiais do que as solteiras. Isso sugere que as mulheres comprometidas se empolgam mais com a criação de bons genes para os descendentes. Muitas das mulheres do estudo ainda seriam capazes de engravidar. Mesmo as que não eram, há ainda a satisfação derivada do cruzamento com um companheiro em boa forma física.
Segundo os cientistas, o estudo do adultério é importante no sentido amplo, porque ajuda a entender quem nós somos. Os seres humanos colocam-se em um pedestal, acima de outros seres vivos, mas os dados revelam que somos um produto das mesmas forças seletivas e processos evolutivos que moldaram os outros tipos de vida. [LiveScience]






