sábado, 6 de agosto de 2011

Sorvete granulado! Essa moda também vai pegar no Brasil?

A guerra do sorvete granulado

Como você gostaria de beber o seu café: simples, preto ou peletizado? Essa pergunta é importante para os fabricantes das Dippin’ Dots, bolinhas de sorvete vendidas em estádios e parques de diversão e que se tornaram um símbolo dos verões das crianças americanas.

Enquanto a empresa ainda produz o seu produto clássico em sabores infantis como chiclete, ‘S’Mores’ e ‘Cookies’n’Cream’, ela também introduz no mercado aquilo que chama de café ‘comestível’ e que pode ser comido a colheradas como um lanche, misturado ao leite para fazer milk-shake ou derretido no micro-ondas para uma rápida xicara de café.
“No início estávamos um pouco desconfiados do que as pessoas iriam pensar, mas acho que as pessoas realmente compreenderam o produto”, disse Curt D.

Jones, presidente e fundador da Dippin’ Dots.

As bolinhas de café são uma das várias utilizações que a empresa encontrou para o congelamento ultrarrápido de alimentos usando nitrogênio líquido, que os transforma em grânulos. Numa temperatura mínima de 195 graus Celsius negativos, o nitrogênio líquido está tão frio que congela instantaneamente qualquer coisa que lhe seja adicionada, criando uma impressionante lufada de vapor enquanto os grânulos de sorvete (ou de outras comidas) caem dentro dele.

Enquanto atualmente os grandes chefs têm se utilizado do nitrogênio líquido para transformar qualquer tipo de alimento em grânulos, a Dippin’ Dots foi pioneira ao lançar seu primeiro produto há 23 anos e criando uma categoria hoje chamada de sorvete criogênico. “Construímos uma marca divertida”, diz Jones.

As bolinhas de sorvete têm sido tradicionalmente uma inovação primariamente disponível em eventos de entretenimento e em lojas franquadas onde podem ser armazenadas na temperatura apropriada: 40 graus Celsius negativos. Elas também podem ser encontradas em máquinas de venda automática, shopping centers, tanto pela Dippin’ Dots quanto por sua principal concorrente, a Mini Melts. Atualmente os produtos em grânulos estão ficando cada vez mais disponíveis em parte graças à nova tecnologia que permite que eles permaneçam estáveis nos congeladores domésticos e de supermercados.

O IttiBitz, um sorvete em grânulos lançado em 2009, é tido como o primeiro produto do tipo a chegar aos congeladores das lojas. É voltado diretamente às crianças: os sabores mais populares são os coloridos, como ‘Algodão Doce’ e ‘Banana Split’.

Drops of vanilla ice cream drip into a bath of liquid nitrogen to form the popular ice cream pellets know as Dippin' Dots, at the Dippin' Dots store in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

Dustin Joyner packages strawberry cheesecake flavored yogurt Dippin' Dots that have just been frozen at the Dippin' Dots production facility, in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

Laura Pedrick for The New York Times

Jonathan Matthews, left, serves a cup of Mini Melts frozen pellet style ice cream, to Anna Bissinger and Ben Infosino during a Trenton Thunder baseball game, in Trenton, N.J., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Laura Pedrick for The New York Times)

Laura Pedrick for The New York Times

Several flavors of the popular frozen ice cream pellets know as Dippin' Dots, in the freezer display at the Dippin' Dots store in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

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