terça-feira, 23 de agosto de 2011

Noivas abandonam o branco na hora de escolher o vestido de casamento

Em Pernambuco, a professora Maria Helena parou a cidade ao entrar na igreja de vermelho. A doceira Renata foi mais longe e optou por casar de preto.

O final de “Insensato Coração” causou polêmica quando Bibi apareceu vestida de vermelho para o casamento com Douglas. No último domingo, o Fantástico mostrou mais noivas que tiveram coragem de usar essa cor no vestido de casamento. E nós recebemos várias mensagens de internautas que também fugiram do branco da hora de escolher o vestido de noiva.

Fantástico
Maria Helena e José se casaram em Limoeiro (PE)

Imagina casar de vermelho em um município com menos de 60 mil habitantes no interior de Pernambuco? A professora Maria Helena T. Lopes teve essa coragem e revela que sempre quis entrar na igreja com sua cor preferida. “Eu conheci meu marido 1990 e, quando foi em 2004, a gente decidiu casar. Ele disse que eu poderia casar com tudo que eu tinha direito. Minha família achava que era brincadeira, nem o noivo acreditava direito, mas ele me deu carta branca”, afirma.

Mas não é que ela levou a promessa ao pé da letra? “Quando começou a cerimônia, as portas se abriram e ela entrou, os convidados ficaram admirados. Foi aquele zum-zum-zum na cidade. Não é porque eu sou marido dela, mas ela ficou lindíssima”, revela o aposentado José Gonçalves Lopes.

Fantástico
Ela contou que sempre quis se casar de vermelho

E o vestido era todo vermelho, com cauda, véu e grinalda, e causou um alvoroço na cidade. “Em cidade do interior é assim: fica todo mundo na calçada esperando para ver a noiva. E a calçada estava lotada com todo mundo querendo olhar de perto a noiva de vermelho. Até hoje as pessoas que sou a noiva de vermelho”, declara a professora.

Quando viu a cena do casamento da Bibi, Maria Helena conta que ficou emocionada e que se viu na personagem: “Quando eu vi o casamento de Bibi, não aguentei e comecei a chorar. Era um sonho meu, assim como o de Bibi. Vermelho é a cor da paixão, e até hoje sou apaixonada pelo meu marido”.

Fantástico
"Falavam que eu ia casar de luto", disse Renata

A doceira Renata Heber, de Barra Mansa (RJ), foi mais longe e escolheu a cor preta para o grande dia. O casamento ocorreu em 1991 e quase parou a cidade. Ela conta que se arrumou na casa da sua avó que ficava em frente à igreja e que foi a pé para a cerimônia. “No dia, tinha mais gente na rua do que dentro da igreja”, lembra.

Renata conta ainda quer tinha apenas 18 anos quando se casou que eu desde pequena queria entrar na igreja de preto, mas que ninguém acreditava: “Na época, quando eu casei, as pessoas falavam que eu ia casar de luto, que estava agourando meu marido. E hoje já tem 20 anos que estamos casados. Tenho uma filha de 19 anos e outra de 1 ano”.

Fantástico
O vestido acabou sendo usado no Dia das Bruxas

E o vestido preto não ficou restrito ao casamento. A doceira revela que usou o vestido outras vezes após a cerimônia: “acho que uma noiva nunca usou tanto um vestido de noiva como eu. Depois de casar, eu usei no dia das bruxas por vários anos, mas o vestido acabou mofando”.

G1



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Estudo abre caminho para tratamentos que evitem o alastramento do câncer

Cientistas britânicos dizem ter descoberto de que forma células cancerosas conseguem sair de tumores e se espalhar pelo corpo, um avanço que abre caminho para o desenvolvimento de drogas que impeçam o alastramento da doença.
Os pesquisadores, do Institute of Cancer Research, em Londres, Inglaterra, dizem ter identificado uma proteína conhecida como JAK que ajuda as células cancerosas a gerar força necessária para o alastramento.
Em artigo publicado na revista Cancer Cell, a equipe diz que as células se contraem como músculos para gerar a energia que permitirá que se movam, forçando seu caminho pelo organismo.
Quando um câncer se espalha - um processo conhecido como metástase - ele se torna mais difícil de tratar, já que tumores secundários tendem a ser mais agressivos.
Estima-se que 90% das mortes provocadas pelo câncer ocorram após a metástase - o que torna imperativo que o processo de alastramento da doença seja controlado.
A proteína JAKApós estudar substâncias químicas envolvidas no processo de alastramento das células em melanomas - câncer de pele -, a equipe concluiu que as células cancerosas se alastram de duas formas.
Elas podem forçar sua passagem para fora de um tumor ou o próprio tumor forma corredores por meio dos quais as células podem escapar.
O líder do estudo, Chris Marshall, disse que ambos os processos são controlados pela mesma substância.
"Existe um padrão comum de uso da força gerada pelo mesmo mecanismo, uma mesma molécula, chamada JAK", ele disse.
A proteína JAK já é conhecida por especialistas que estudam o câncer. Ela já foi, por exemplo, associada à leucemia. Por conta disso, já há drogas sendo desenvolvidas para atuar sobre ela.
"Nosso novo estudo sugere que essas drogas possam, talvez, interromper também o alastramento do câncer", disse Marshall.
"O teste vai ser quando começarmos a ver se qualquer desses agentes vai impedir o alastramento. Estamos pensando em (realizar) testes clínicos nos próximos anos", acrescentou.DesafioUma representante da entidade de fomento a pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK disse que o grande desafio no tratamento da doença é impedir o alastramento pelo corpo e manter o câncer que já se alastrou sob controle.
A representante, Lesley Walker, disse: "Descobrir como as células cancerosas podem abrir passagem pelos tecidos, saindo dos tumores primários e se espalhando por outras áreas, dá aos cientistas uma melhor compreensão a respeito de formas de parar o alastramento".

BBC- BRASIL

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Pessoas de dieta tendem a comer mais quando estressadas

Dietas muito rígidas vão por água abaixo durante períodos de estresse, afirma estudo.

Uma pesquisa desenvolvida pelo departamento de psicologia da Universidade de Victoria, no Canadá, afirma que pessoas em dieta restritiva constante tendem a comer mais e alimentos mais gordurosos quando passam por momentos de estresse.

Para analisar as escolhas alimentares durante períodos estressantes, os pesquisadores recrutaram 158 adultos, que preencheram um inquérito com 44 perguntas sobre alimentação e mudanças da dieta.

Ao final do estudo, os pesquisadores notaram que apenas 20% dos entrevistados relataram que comeram a mesma quantidade habitual mesmo quando estressados. Aproximadamente 40% deles disseram que comiam menos do que o habitual, e os 40% restantes disseram que comiam mais do que o comum.

As pessoas que alegaram comer mais do que o habitual também assinalaram que estavam seguindo uma dieta rígida há mais de duas semanas. Eles também relataram que - nos picos de estresse - comeram alimentos que tinham mais calorias, gordura, sal, carboidratos e açúcar. A incidência de junk food também foi alta.

De acordo com os especialistas, pessoas que estão seguindo dietas muito rígidas constantemente tendem a se sentir no direito de comer ?o que quiserem? durante os períodos de estresse. Por outro lado, pessoas que levam uma dieta mais moderada e que primam por uma alimentação saudável não alteram drasticamente sua rotina alimentar quando estressadas.

Diminuir os níveis de estresse pode ajudar no emagrecimento
A ligação entre estresse e ganho de peso é mais íntima do que você pode imaginar. A união dos dois vilões que perseguem boa parte da população mundial resulta em uma combinação nada saudável ao corpo. A relação não é tão visível em um primeiro momento, mas estudos já endossaram o fato: elas andam juntas e podem ser uma pedra no sapato de quem luta contra a balança.

Embora o ganho de peso sempre tenha sido atribuído a dois fatores comuns, como comer em excesso e de forma errada, existem influências nada sutis do organismo que potencializam o aumento das medidas de quem leva uma rotina estressante.

Ligação perigosa
A conexão entre estresse e ganho de peso se dá de uma forma muito discreta, praticamente invisível, justamente por ser comandada pelo cérebro. É ele quem disfarça e age de forma silenciosa.

A evidência mais clara, segundo estudos, é justificada pela combinação nada amigável do hormônio cortisol (liberado pelas glâdulas suprarenais em situações de estresse) com a leptina (substância responsável pela sensação de saciedade). Nossas células são afetadas quando os dois entram em choque. O cortisol torna as nossas células menos sensíveis à leptina. Quando o cérebro não sente seus efeitos, naturalmente a pessoa sente mais vontade de ingerir açúcar e tende a comer mais.

Além do cortisol, outro neurotransmissor interfere ativamente na relação das pessoas com a comida. Trata-se da serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar. Quando os níveis deste neurotransmissor estão reduzidos no cérebro, o surgimento dos sintomas de tristeza, depressão e compulsão por comida aparecem, aumentando a necessidade do consumo de determinados alimentos, principalmente os ricos em carboidratos.

Algumas mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), por exemplo, apresentam níveis baixos de seretonina durante esse período, o que pode interferir drasticamente no comportamento alimentar, aumentando a necessidade de ingerir doces.

O estresse pode ainda diminuir os níveis de testosterona. Quando isto acontece, o resultado pode ser a perda de massa muscular e maior acúmulo de gordura. Já em situações de estresse prolongado, o sistema imunológico passa por um desequilíbrio que pode desencadear um estado crônico de inflamação. Assim, as células de gordura fabricam citocinas (moléculas inflamatórias) em excesso, o que acaba aumentando o apetite.

Combata o inimigo
Tentar diminuir os níveis de estresse pode ajudar no emagrecimento. Quando o corpo ganha um alívio, o metabolismo é estimulado. Assim, a gordura depositada fica mais fácil de ser queimada e, consequentemente, haverá maior perda de peso. Outra possibilidade de minimizar os efeitos do estresse e garantir o corpo em forma é incluir as atividades físicas na rotina por, pelo menos, três vezes por semana. Exercícios ajudam a aumentar naturalmente os níveis de seretonina do organismo, o que eleva a sensação de bem-estar.

i.uol.com.br

sábado, 13 de agosto de 2011

Pílula deixa as mulheres mais ciumentas

Pesquisadores das universidades de Groningen (Holanda) e de Liverpool (Reino Unido) alertam: o anticoncepcional pode acabar com o seu relacionamento. “Mulheres que usam contraceptivos hormonais apresentam níveis mais altos de ciúmes do que as mulheres que têm o ciclo regular”, dizem os caras. Eles entrevistaram 275 voluntárias para descobrir o quanto elas confiavam na fidelidade de seus parceiros. Depois, compararam as respostas ao método contraceptivo e, entre as que tomavam pílula, ao tipo escolhido por elas. E sim: as adeptas das pílulas com altas doses de estrogênio (que são as mais comuns) eram “significantemente” mais desconfiadas. (Já as pílulas de progesterona, segundo eles, têm menos impacto emocional.) “Parece que as mulheres, e talvez até os farmacêuticos, não estão completamente cientes dos efeitos-colaterais psicológicos associados ao uso da pílula e, mais especificamente, à marca escolhida”, diz Craig Roberts, um dos cientistas envolvidos. (O estudo na íntegra? Aqui.)
Thiago Perin
Leia também:Testosterona deixa as mulheres mais desconfiadasCiúme deixa mulheres “cegas”
Música romântica deixa mulheres mais “facinhas”
Categoria: Postado em anticoncepcional, comportamento

Byafra: "Não cantaria para espantar ladrão"

Artista fala ao iG sobre a repercussão de comercial televisivo no qual canta para assustar um assaltante de carro

Foto: Divulgação Ampliar

Byafra: comercial polêmico e rentável

O ladrão entra em um automóvel, liga o motor e sai dirigindo. De repente, no banco de trás, surge Byafra cantando sua música, “Sonho de Ícaro”, cujo refrão pegajoso é “Voar, voar/ subir, subir/ ir por onde for...”. O ladrão não suporta a cantoria em tons agudíssimos e desiste da ação.

Pode parecer depreciativo para a imagem e a obra do cantor que contabiliza 30 anos de carreira. Mas Byafra não vê dessa forma. “É uma música que só me deu alegrias na vida. Estou fazendo mais shows por causa do comercial, está tudo ótimo”, diz ele, sucesso nos anos 1980, ao pôr suas canções – de versos melosos, sempre puxando no agudo – no horário nobre das novelas.

Desde que entrou no ar, a campanha publicitária de

Conheça mais sobre Byafra

um seguro de automóveis (veja o vídeo no final do texto), no final do mês passado, a palavra “Byafra” tem aparecido constantemente entre os trending topics do Twitter. Para quem estava afastado da mídia há quase uma década, é um feito e tanto. “Ficamos uma madrugada inteira numa rua de São Paulo, noite muito fria, gravando sem parar. Mas valeu a pena”, comemora ele.

Byafra (cujo nome real é Mauricio Pinheiro Reis) pretende lançar em outubro um CD ao vivo. E adivinha a música de trabalho? Sim, sim: “Sonho de Ícaro”. Byafra não se cansa.

iG: O comercial do Bradesco Seguros não é pejorativo para a sua imagem?
Byafra
: Do meu ponto de vista, não. É uma grande brincadeira. É assim que levei desde o começo. Algumas pessoas podem levar para esse lado. Mas é uma comédia. O ladrão é divertido também... Não esperava essa repercussão toda.

iG: Você compete com os “pôneis malditos”, de um comercial de automóvel, pelo bordão publicitário da temporada. Gosta dos pôneis?
Byafra:
(Risos) Eu já vi, mas não entendi o comercial. Preciso ver direito, com mais calma. Deve ser interessante, porque está todo mundo comentando.

iG: Já teve carro roubado? Cantaria “Sonho de Ícaro” para assustar um ladrão?
Byafra:
Nunca tive um carro roubado. Se tivesse, é lógico que não cantaria uma música (risos). Certa vez roubaram meu saxofone em Niterói. Divulgamos que o saxofone tinha poderes paranormais e quem o encontrasse, se não devolvesse, teria vários anos de azar.

Foto: Divulgação

"Infinito amor", um dos discos lançados pelo cantor

iG: E obteve resultado?
Byafra:
O cara deve ter jogado na primeira vala que viu pela frente e ainda acendeu uma vela (risos). Ficou com medo. Nunca mais o encontrei.

iG: Quanto você ganhou para fazer este comercial?
Byafra:
Está em contrato que não posso falar de quanto foi o valor recebido.

iG: É mais do que você ganha com um show?
Byafra:
Um pouco mais, sim (risos).

iG: Esta propaganda está te ajudando a fazer shows?
Byafra
: Os shows estão bombando. Para setembro já tenho uns dez fechados. São 30 anos de carreira, não é só por causa do comercial. Mas é claro que isso ajudou a alavancar.

iG: Você recebe muitas reclamações por cantar sempre a mesma música?
Byafra:
De maneira nenhuma. “Sonho de Ícaro” é uma música que me persegue. Não tem jeito. Se eu não cantar no show, a pessoa pede o dinheiro do ingresso de volta.

iG: Por que o ‘y’ no nome?
Byafra:
Biafra é um apelido que recebi devido à Guerra de Biafra (região hoje anexada à Nigéria), onde só tinha gente muito magra. E eu era bem magrinho. Eu escrevia Biafra com ‘i’. Mas com a internet, se a pessoa digitasse ‘biafra’, cairia na África, com informações sobre a guerra. Resolvi colocar o y pra me diferenciar na busca. É uma questão prática, sou um visionário (risos).

Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro | 12/08/2011 07:00

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Consumo de gordura diminui a tristeza, diz estudo

Cientistas descobriram a razão para corrermos atrás de um sorvete ou um bolo em momentos de estresse --e isso não tem relação apenas com a sensação agradável ao paladar, mas também com uma sinalização entre o estômago e o cérebro, segundo o estudo da Universidade de Leuven, na Bélgica.

Divulgação
A pesquisa descobriu a razão pela qual recorremos a um sorvete ou pedaço de bolo em momentos de estresse
A pesquisa descobriu a razão pela qual recorremos a um sorvete ou pedaço de bolo em momentos de estresse

A pesquisa, publicada na revista "Journal of Clinical Investigation", usou exames de ressonância magnética para investigar os efeitos emocionais da injeção de ácidos graxos diretamente no estômago.

Cientistas apresentaram músicas e imagens tristes a um grupo de 12 participantes, antes de injetar ácidos graxos em metade deles, e uma solução salina na outra metade. Com esse método, os pesquisadores "driblaram" a distorção causada pelo estímulo do paladar.

Sem saber qual substância haviam recebido, os voluntários deram notas de 1 a 9 para o seu estado de espírito antes e depois das ressonâncias. Entre os que recebiam ácidos graxos, o "índice de tristeza" caía pela metade.

"Consumir gorduras nos torna menos vulneráveis a emoções tristes, mesmo se não soubermos que estamos consumindo gorduras", disse Lukas van Oudenhove, coordenador do estudo, ao site HealthDay.

Embora o trabalho tenha implicações para a obesidade, a depressão e transtornos alimentares, Van Oudenhove disse que é preciso aprofundar as pesquisas para determinar se as conclusões podem servir no tratamento dessas doenças.

DA REUTERS

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tiririca diz que Câmara é uma fábrica de loucos


Oito meses depois de assumir o mandato, o palhaço Tiririca já sabe responder o que faz um deputado federal, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira da Folha.

"É uma pessoa que trabalha muito e produz muito pouco".

Isso porque a Câmara, na opinião dele, "é uma fábrica de loucos. Uma fábrica de loucos".

Ele conta que os parlamentares muitas vezes varam as madrugadas em discussões intermináveis em que "ninguém escuta ninguém".

Com o slogan "Vote por Tiririca. Pior que tá não fica", o palhaço que fez carreira no circo e na televisão foi o deputado mais votado em São Paulo, com 1,350 milhão de votos.

Francisco Everardo Oliveira Silva, "Tiririca", nascido em 1965 no Ceará, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo pelo Partido da República (PR) nas eleições de 3 de outubro.
FOLHA

Comer carne vermelha aumenta risco de diabetes, alerta estudo

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Comer duas fatias de toucinho, uma salsicha ou uma porção diária de carne vermelha aumenta significativamente o risco de diabetes tipo 2, alertou um amplo estudo feito nos Estado Unidos e publicado nesta quarta-feira (10) na versão online da revista American Journal of Clinical Nutrition.

O risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta 51% se forem consumidas 50 gramas de carne vermelha processada por dia, e 19% se forem ingeridas 100 gramas diárias de carne vermelha não processada, informaram os pesquisadores encarregados da pesquisa.

No entanto, estes riscos diminuem se a carne vermelha for substituída por frutas secas, carnes brancas, lácteos pobres em gordura ou proteínas de grão inteiro, acrescentaram os especialistas.

Se uma pessoa que consome 100 gramas de carne vermelha todos os dias a substituir por frutas secas para obter a mesma quantidade de proteínas, diminui em 17% o risco de diabetes. Este número aumenta para 23% se forem consumidos cereais integrais.

O estudo, realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, é a maior pesquisa do tipo feita até agora. De acordo com o autor principal do estudo, Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia, o estudo mostra uma questão de saúde pública.

- Claramente, os resultados deste estudo têm implicações na saúde pública, em vista da epidemia crescente de diabetes tipo 2 e do consumo de carnes vermelhas em todo o mundo.

- A boa notícia é que estes fatores de risco preocupantes podem ser compensados, substituindo a carne vermelha por uma proteína mais saudável.

Os dados utilizados no estudo foram obtidos em um questionário que profissionais da saúde submeteram a mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos. As pessoas estudadas foram acompanhadas entre os 14 e os 28 anos.

O diabetes tipo 2 afeta 350 milhões de adultos em todo o mundo. Nos Estados Unidos, mais de 11% dos adultos maiores de 20 anos - 25,6 milhões - sofrem da doença, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Doença crônica que implica em elevados níveis de açúcar no sangue, a diabetes tipo 2 é frequentemente causada por obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares pouco saudáveis.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Você é uma pessoa acomodada?

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUtm8_KvHekJ1E520XNfM24l12KX1KT7CRnOOjIepN7FREMYJGJOqA2-VIsIiSEX99v00ymSTlgXAZlrE7QuAmIjKvL3BuSPu3_s1DeYh3qf5ANdd6ATrW86DfkLSFHfCnoGTDRlX_WYV6/s1600/Coneik-Stool-Bem-Legaus-3.jpg
"Estacionar significa decadência, e repetição é sinônimo de acomodação. A capacidade de evoluir é que torna os seres humanos especiais"

O indivíduo consciente de sua força interior sempre quer mais. Seja qual for a posição que você ocupa. Um gerente que quer se tornar diretor, um empresário que está crescendo muito ou precisando sair do vermelho, um colaborador que se sente ameaçado por um programa de demissão, etc. Existe uma força dentro de você que o impulsiona a ir adiante.

Estacionar significa decadência, e repetição é sinônimo de acomodação. A capacidade de evoluir é que torna os seres humanos especiais. Os animais, no auge de seu desempenho, simplesmente repetem. A melhor teia que uma aranha pode fazer, por exemplo, é aquela que toda espécie é capaz. O ser humano, entretanto, pode criar, isso o torna único.

Mudar porém é algo que acontece somente quando assumimos a responsabilidade pelo que somos e queremos. Ninguém pode mudar nada por nós. O poder de nos transformar nos pertence. A autocriação é a habilidade que aproxima o ser humano de Deus. O Criador deu-nos a semente da vida, e nossa função é continuar sua obra.

Mudar é uma tarefa maior do que se imagina: implica superar barreiras, quebrar paradigmas, abandonar crenças, descongelar idéias e posturas cristalizadas. Requer um processo contínuo de revisão dos pensamentos e uma abertura permanente para o novo.

Antigamente, as montadoras, os supermercados e vários outros setores costumavam formar cartéis para fazer acordos. A idéia era ficar em casa esperando a tempestade ir embora e aguardar o momento de sol voltar a brilhar.

Então, saíam às ruas de novo. Esse era um tempo em que nossa economia era superprotegida e os grandes acordos transformavam as situações de emergência em oportunidades de enormes ganhos. As empresas, em vez de baixar preços, diminuíam a produção, aumentavam o preço e ganhavam uma margem de lucro muito maior.

Além da força interior que nos impulsiona, nossa escolha pela mudança é fundamental para acompanhar a evolução do universo. As pessoas falam das mudanças do mundo atual, mas não é só a economia que muda, o próprio universo se transforma a cada momento, ele traz em si a dinâmica que gera o movimento dos planetas, o ciclo dos dias, o fluxo das nuvens e das águas, o ritmo da vida de cada planta ou animal. Mudar faz parte da própria vida.

As rápidas transformações do mundo atual exigem também mudanças velozes para enfrentar os novos desafios que surgem. Mudar é também o verbo da realização. Um verdadeiro vencedor sempre aproveita os períodos de incerteza para compreender quais esse verbo proporciona.

Estar aberto para evoluir permanentemente é fundamental para sua carreira. Não deixe que sua vida profissional seja decidida pelo destino. Faça um planejamento consciente para enfrentar os tempos difíceis.

por Roberto Shinyashiki


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quem Matou Salomão Ayala?

http://www.sensacionalista.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/oastro-400x299.jpg

Agora com uma nova versão da novela “o Astro” que foi ao ar entre 1977 e 1978 com Francisco Cuoco como Quintanilha e hoje o ator na nova novela é Rodrigo Lombardi, que ficou muito parecido com o primeiro.

Na versão antiga o assassino de Salomão era Filipe Cerqueira (Edwin Luisi) que era o amante da esposa do poderoso Salomão (Dionisio Cerqueira).

Eu nem sabia o que era novela na época, pois tinha somente sete anos (como passou o tempo?). Lembro de minha mãe que não perdia um capítulo sequer e também ninguém podia falar nada.

Em 1977/78 o Brasil já estava em uma expectativa sobre o assassino, imaginem hoje? Pois eu imagino que não vai ser o mesmo enredo nesta parte.

Penso que a Globo vai colocar algum suspense e talvez mudem o assassino de última hora para que ninguém pense que é o mesmo e que dê algum ibope.

Até porque o horário será muito tarde 23:00hs, será puxado para alguns telespectadores, apesar de quem é noveleiro não importa o horário.

Tenho algo de lembrança do personagem de Tony Ramos que fazia o filho de Salomão, em que sai de casa sem roupa.

E fica a pergunta que não quer calar:


Leia no oSabeTudo.com: Quem Matou Salomão Ayala?

Luiz Alberto Py Dicas para viver com mais tranquilidade e bem-estar Entenda a diferença entre tristeza e depressão

http://psicomental.com/wp-content/2011/07/Estou-deprimida-ou-estou-triste.jpg
"... a tristeza é um fenômeno de causas externas, portanto ela ocorre, por assim dizer, de fora para dentro"

"... depressão consiste em um fenômeno interno, ocorre sem a influência de qualquer acontecimento"

Recentemente, a jornalista Cora Rónai escreveu um admirável artigo sobre depressão intitulado “O fundo do poço”. Em homenagem à qualidade de seu trabalho, tomo emprestado o título para estas reflexões, muitas delas estimuladas pelo texto de Cora Rónai.

Uma primeira observação é sobre a dificuldade que habitualmente se tem para distinguir entre depressão, *a doença, e tristeza, o estado de ânimo.

Muitas pessoas creem que se trata de uma questão de intensidade de emoção, ou de qualidade de sofrimento. Na verdade a distinção mais adequada diz respeito ao fato de que a depressão é um fenômeno interno, que se passa totalmente dentro do individuo, enquanto que a tristeza é um fenômeno de causas externas, portanto ela ocorre, por assim dizer, de fora para dentro. Nossas tristezas, tanto quanto nossas alegrias, surgem a partir de algum evento, ou grupo de eventos que ocorrem em nossa realidade externa.


Portanto, se estamos tristes porque algo ruim nos aconteceu, ou aconteceu a alguém de quem gostamos ou que de alguma forma nos é importante, estamos vivendo um momento de tristeza, embora muitos costumem se referir ao que sentem como sendo depressão. Um exemplo seria: “Estou deprimido porque o Flamengo perdeu”. Nesse caso, na verdade está se falando de uma tristeza, nunca de uma depressão. O mesmo se refere a acontecimentos mais graves como a morte de uma pessoa querida ou o final de uma relação amorosa.


Se tudo isto é tristeza, resta então dizer o que é depressão. Como assinalei a princípio, depressão consiste em um fenômeno interno, ocorre sem a influência de qualquer acontecimento. Pode ser difícil de se compreender isso, mas quem sentiu sabe bem o que seja acordar um belo dia e ter um sentimento de ruína, de mal-estar, de miséria, sem que nada haja acontecido que justifique o que se sente. Trata-se de uma dor incompreensível e a dificuldade de entender o que acontece ainda agrava o sentimento de mal-estar. Em grau leve ou moderado, quase todos nós já sentimos em algum momento da vida este mal-estar que surge sem motivo aparente, uma angústia que no invade de forma incontrolável, ou quase incontrolável.


Uma das razões para a confusão entre tristeza e depressão está relacionada ao fato de que os sintomas são semelhantes e o tratamento é muitas vezes praticamente o mesmo. A maioria dos remédios para depressão ajuda a combater a tristeza. Por outro lado, ainda existe a questão de que muitas vezes uma tristeza, ou seja a dor por algo acontecido, acaba desencadeando uma depressão que se percebe pelo fato de a tristeza se prolongar além de um limite razoável.

Tratamento para depressão e tristeza

Existem dois tipos de tratamento para a depressão e para a tristeza. O primeiro se baseia na prescrição de remédios antidepressivos. Esses atuam na bioquímica cerebral de formas variadas e com diferentes, mas eficazes, efeitos. A outra forma de tratamento consiste na psicoterapia, que pode ser exercida de formas muito diversas e cujo resultado depende da competência do terapeuta e de um relacionamento eficaz entre esse e seu cliente.


Embora alguns autores insistam na ideia de que um tratamento invalidaria o outro, minha experiência me tem mostrado que eles podem ter uma sinergia que potencializa o efeito positivo de ambos, com resultados melhores e mais rápidos.


Em princípio, a tristeza deve ser mais fácil e mais rápida de ser curada, mas nem sempre os fatos ocorrem como se espera. Antigamente se usava muito a expressão “depressão situacional” para os casos do que hoje prefiro chamar de tristeza enquanto que a depressão propriamente dita se dizia “endógena”. Hoje em dia se introduziu o conceito de bipolaridade para sublinhar um tipo particular de depressão que eventualmente se alterna com episódios de hiperforia, ou seja de uma euforia exagerada, tão exagerada quanto a depressão que pode acompanhá-la.


Concluindo, quero deixar uma palavra de esperança para aqueles que sofrem e para os que os acompanham. A medicina moderna, somada ao desenvolvimento da qualidade da psicoterapia, oferece a possibilidade de um alívio concreto e consistente tanto da depressão quanto da tristeza, embora por vezes os resultados levem tempo para se tornarem evidentes.


Devemos ser otimistas quanto à eficácia dos tratamentos propostos, mas é conveniente começar o mais rapidamente possível para diminuir o tempo da enfermidade e o sofrimento que ela causa. Temos todos os motivos para esperar que o sol volte a brilhar e a vida torne a ser saborosa e saboreável.

* Tecnicamente, depressão é uma doença. Não incluídos aqui pequenos episódios que todos nós já vivemos, pois creio que um pouco de depressão (leve) todos nós já tivemos. É meio complicado, mas medicina é assim mesmo. Coceira, por exemplo não é doença, mas pode ser, dependendo da intensidade.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Pesquisa dá um importante passo para explicar por que o cigarro deixa o cérebro mais bobo

Já é bem sabido que o hábito de fumar aumenta o risco de demência, mas os mecanismos para esse efeito nocivo do cigarro ainda não são bem conhecidos. Um maior contingente de lesões vasculares sempre foi o principal candidato para explicar essa associação, mas uma pesquisa publicada na última edição do periódico inglês Brain aponta que a questão envolve não só os vasos sanguíneos.

1319309 63349179 300x200 Pesquisa dá um importante passo para explicar por que o cigarro deixa o cérebro mais boboPesquisadores holandeses estudaram mais de 500 voluntários e demonstraram que o tabagismo está associado a alterações da substância branca do cérebro por meio de análise por técnicas de ressonância magnética sensíveis a alterações microestruturais. Mais importante ainda foi o achado de que essas alterações já não estavam mais presentes entre indivíduos que já não fumavam há 20 anos ou mais. Alem disso, aqueles que ainda mantinham o vício apresentavam pior desempenho cognitivo do que os ex-fumantes.

Outro recente estudo acompanhou mais de 10 mil indivíduos na cidade de Londres por mais de uma década e mostrou que tabagistas, já na meia-idade, apresentam menor desempenho em testes de memória e de raciocínio quando comparados à população não fumante. Os ex-fumantes já no início do estudo, quando tinham entre 35 e 55 anos de idade, apresentaram 30% menos risco de perdas cognitivas com o tempo.

Uma em cada cinco pessoas ao redor do mundo fuma e já sabemos que o cigarro diminui a expectativa de vida em 7 a 10 anos e ainda representa a principal causa de morte evitável em muitos países. O que as pesquisas têm demonstrado é que os não fumantes e ex-fumantes, além de viverem uma década a mais, vivem esses anos “extras” com maior qualidade de vida e com um cérebro mais afiado.

Há o outro lado da moeda. Já é bem demonstrado o impacto positivo que têm as imagens associando o tabagismo a problemas da saúde, sejam nos maços de cigarro ou em peças publicitárias como cartazes. Cerca de um quarto dos ex-fumantes declara que essas imagens ajudaram na decisão de largar o vício e a não voltar a fumar. Além disso, as imagens ajudam a reduzir a incidência de novos fumantes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um relatório esta semana chamando a atenção para o fato de que mais países precisam incorporar a estratégia de imagens e que 70% da população mundial não tem contato com esse material antitabagismo, e mesmo nos países em que a prática já foi instituída, as campanhas ainda são muito tímidas. Para fazer efeito, elas precisam ter regularidade e serem mantidas em longo prazo.

A OMS calcula que o tabaco provocará 6 milhões de mortes este ano no mundo todo, sendo que 10% dessas pessoas são aquelas que respiram a fumaça dos outros.

Fumo passivo mexe com o cérebro das crianças

O periódico da Academia Americana de Pediatria publicou um estudo que demonstra que o cérebro das crianças também sofre com o cigarro dos adultos. A pesquisa demonstrou que o fumo passivo aumenta em mais de 50% a chance de transtornos de conduta, déficit de atenção e hiperatividade e dificuldade de aprendizado.-

por Ricardo Teixeira

http://oqueeutenho.uol.com.br/

domingo, 7 de agosto de 2011

Bolo de queijo de oito metros é consumido em um minuto e meio

Uma espécie de bolo de queijo, conhecido como "khachapuri" ganhou proporções gigantescas na Geórgia na última quinta-feira.

A iguaria media oito metros e foi devorada em um minuto e 32 segundos.

A preparação levou 100 ovos, 90 quilos de queijos e150 quilos de farinha,


Seyran Baroyan/France Presse
O "kachapuri" de oito metros foi devorado em um minuto e 32 segundos
O "kachapuri" de oito metros foi devorado em um minuto e 32 segundos

Seyran Baroyan/France Presse
Georgianos consomem bolo de queijo em menos de dois minutos
Georgianos consomem bolo de queijo em menos de dois minutos

VANTAGENS DE TER MAIS DE 50 ANOS

*As vantagens adquiridas quando se chega a uma certa idade:*
*1. ** Os seqüestradores não se interessam mais por você. *
*2. ** De um grupo de reféns, provavelmente será um dos primeiros a ser libertado. *
*3. **As pessoas lhe telefonam às nove da manhã e perguntam: ‘te acordei?’
*4. ** Ninguém mais o considera hipocondríaco. *
*5. **As coisas que você comprar agora não chegarão a ficar velhas. *
*6. **Você pode, numa boa, jantar às seis da tarde. *
*7. ** Você pode viver sem sexo, mas não sem os óculos. *
*8. **Você curte ouvir histórias das cirurgias dos outros. *
*9. **Você discute apaixonadamente sobre planos de aposentadoria. *
*10. **Você dá uma festa e os vizinhos nem percebem. *
*11. ** Você deixa de pensar nos limites de velocidade como um desafio.
*12. **Você pára de tentar manter a barriga encolhida, não importa quem entre na sala. *
*13. ** Você cantarola junto com a música do elevador. *
*14. **A sua visão não vai piorar muito mais. *
*15. ** O seu investimento em planos de saúde finalmente começa a valer a pena. *

*16. ** As suas articulações passam a ser mais confiáveis do que o serviço de meteorologia. *
*17. ** Seus segredos passam a estar bem guardados com seus amigos, porque eles os esquecem. *
*18. ** ‘Uma noite e tanto’, significa que você não teve que se levantar, para fazer xixi. *
*19. ** Sua mulher diz ‘vamos subir e fazer amor’, e você responde: ‘escolha uma coisa ou outra, não vou conseguir fazer as duas!’

*20. **As rugas somem do seu rosto quando você está sem sutiã.

*21. **Você não quer nem saber onde sua mulher vai, contanto que não tenha que ir junto. *

*22. ** Você é avisado para ir devagar pelo médico e não pelo policial.

*23. **‘Funcionou ‘, significa que você hoje não precisa ingerir fibras.

*24. **‘Que sorte!’, significa que você encontrou seu carro
no estacionamento. *

*25. **Você não consegue se lembrar quem foi que lhe mandou esta lista.*

(autoria desconhecida)

sábado, 6 de agosto de 2011

O “chip do tesão” que Renata Banhara implantou no corpo

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O “chip do tesão” que Renata Banhara implantou no corpo Tratamento é indicado para apenas 30% das mulheres que apresentam queda da libido
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O “chip do tesão” que Renata Banhara implantou no corpo Tratamento é indicado para apenas 30% das mulheres que apresentam queda da libido
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Foto: Rede Record Ampliar

Renata Banhara: "Às vezes fico meio broxa"

Primeira eliminada da quarta edição do reality show “A Fazenda”, a modelo Renata Banhara contou um segredinho que surpreendeu os colegas de confinamento. Ela revelou que colocou um “chip” no corpo para recuperar a libido. O tal dispositivo é na verdade um implante hormonal de testosterona, recurso usado por ginecologistas para reavivar o apetite sexual de algumas mulheres.

A testosterona é o principal hormônio produzido pelo corpo do homem, responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características masculinas. Presente no organismo feminino em menor quantidade, a substância contribui para o apetite sexual da mulher.

Ginecologista renomado no tratamento da sexualidade feminina e adepto dos implantes hormonais, o médico Malcolm Montgomery explica como o tal “chip do tesão” funciona. Implantado embaixo da pele, o tubinho de silicone libera entre 0,3 e 0,6 miligramas da substância no organismo a cada 24 horas. “Esses implantes são usados há 30 anos. Com o passar do tempo, eles foram se modernizando e ficando tecnicamente mais confiáveis”, conta. Ainda de acordo com o ginecologista, a vantagem dos implantes em relação à medicação via oral é o fato da testosterona não ter que passar pelo fígado, onde obrigatoriamente parte dela ficaria retida, exigindo assim uma quantidade maior da substância.

A descoberta do Viagra feminino?
A reposição da testosterona está longe de ser a solução para todos os problemas sexuais das mulheres. Carolina Carvalho Ambrogini, ginecologista da Universidade Federal de São Paulo, explica que nem sempre a questão é hormonal. “Muitas vezes o que está envolvido é um relacionamento desgastado. Não adianta você dar hormônio se o relacionamento não está bom”, analisa a especialista.

Malcolm conta que apenas 30% das mulheres que se queixam de falta de apetite sexual apresentam algum desequilíbrio hormonal, como a baixa produção de testosterona. Em média, 30% das mulheres sentem pouco ou nenhum desejo por questões de saúde, como depressão e insuficiências renal e cardíaca, outros 30% sofrem com problemas sócio-psicológicos, relacionados a traumas e valores religiosos, e 10% têm causas desconhecidas.

Dessa forma, antes de iniciar qualquer tratamento, é preciso descobrir os fatores envolvidos na queda da libido, inclusive em mulheres jovens como Renata, de 36 anos. “A sexualidade humana depende de interações complexas entre processos mentais, mecanismos neurofisiológicos, bioquímicos e as relações interpessoais. Alterações em alguns destes setores levam à diminuição do desejo na mulher”, aponta a Angela Maggio da Fonseca, ginecologista e professora associada da Universidade de São Paulo.

Também faz sentido levar em conta as expectativas da paciente. Dar ouvidos a histórias incríveis (e muitas vezes fantasiosas) pode levar uma mulher saudável – com altos e baixos normais da atividade sexual – ao consultório médico. Renata, por exemplo, estava cansada de se sentir diferente: “No meu meio as minhas amigas chegam e falam: ‘eu sou irada, dou pirueta no teto, giro no lustre’. Daí eu fico olhando com uma cara... Às vezes eu sou assim, mas às vezes não. Às vezes fico meio broxa”.

Efeitos colaterais e custo do implante
É preciso tomar cuidado com o uso da testosterona. O excesso dela pode causar efeitos colaterais, desencadeando um processo de “virilização” da mulher. “A voz pode ficar grossa, o cabelo cair, pode ocorrer aumento do clitóris, aumentos dos pelos e a pele ficar mais oleosa”, alerta Carolina. “Por essa razão a testosterona precisa ser bem indicada, não é para todo mundo”, completa.

Importados, os tubinhos não são baratos. Cada unidade custa entre R$ 500 e R$ 600. Dependendo da recomendação médica, a mulher pode implantar de um a seis desses tubinhos para obter um resultado satisfatório. O procedimento cirúrgico leva só dez minutos, não é necessário nem dar ponto. Depois de 60 dias, a paciente volta ao consultório para saber se há necessidade de ajustar a dosagem. Os implantes podem ficar no corpo feminino até um ano e meio antes de serem trocados. No primeiro mês de uso, os efeitos já são sentidos.

Personalização justificaria o alto custo
Esses implantes não podem ser vendidos em farmácias, eles são personalizados para cada mulher e exclusivamente colocados por ginecologistas nos consultórios. “Antes fazer o implante, é preciso avaliar o índice de massa corporal da mulher, se ela é fumante ou não, se é sedentária, magra ou obesa. A saúde precisa estar em dia. O uso do hormônio exige uma sintonia muito fina”, esclarece Malcolm. A escolha da dose certa depende também de características genéticas, porque a paciente pode ter mais ou menos receptores de testosterona no organismo. O dispositivo hormonal não interfere no uso de pílulas anticoncepcionais, nem prejudica uma possível gravidez.

Uso terapêutico gera controvérsias
A prescrição do hormônio ainda gera controvérsias no meio médico. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que controla a fabricação de medicamentos no Brasil, ainda não se posicionou sobre o uso dos implantes. “O FDA, órgão que regulamenta os remédios nos Estados Unidos, também não liberou nenhuma forma de uso da testosterona pela mulher. Apesar de alguns países como Inglaterra e Austrália terem o uso bem estabelecido dela”, esclarece Carolina.

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Sorvete granulado! Essa moda também vai pegar no Brasil?

A guerra do sorvete granulado

Como você gostaria de beber o seu café: simples, preto ou peletizado? Essa pergunta é importante para os fabricantes das Dippin’ Dots, bolinhas de sorvete vendidas em estádios e parques de diversão e que se tornaram um símbolo dos verões das crianças americanas.

Enquanto a empresa ainda produz o seu produto clássico em sabores infantis como chiclete, ‘S’Mores’ e ‘Cookies’n’Cream’, ela também introduz no mercado aquilo que chama de café ‘comestível’ e que pode ser comido a colheradas como um lanche, misturado ao leite para fazer milk-shake ou derretido no micro-ondas para uma rápida xicara de café.
“No início estávamos um pouco desconfiados do que as pessoas iriam pensar, mas acho que as pessoas realmente compreenderam o produto”, disse Curt D.

Jones, presidente e fundador da Dippin’ Dots.

As bolinhas de café são uma das várias utilizações que a empresa encontrou para o congelamento ultrarrápido de alimentos usando nitrogênio líquido, que os transforma em grânulos. Numa temperatura mínima de 195 graus Celsius negativos, o nitrogênio líquido está tão frio que congela instantaneamente qualquer coisa que lhe seja adicionada, criando uma impressionante lufada de vapor enquanto os grânulos de sorvete (ou de outras comidas) caem dentro dele.

Enquanto atualmente os grandes chefs têm se utilizado do nitrogênio líquido para transformar qualquer tipo de alimento em grânulos, a Dippin’ Dots foi pioneira ao lançar seu primeiro produto há 23 anos e criando uma categoria hoje chamada de sorvete criogênico. “Construímos uma marca divertida”, diz Jones.

As bolinhas de sorvete têm sido tradicionalmente uma inovação primariamente disponível em eventos de entretenimento e em lojas franquadas onde podem ser armazenadas na temperatura apropriada: 40 graus Celsius negativos. Elas também podem ser encontradas em máquinas de venda automática, shopping centers, tanto pela Dippin’ Dots quanto por sua principal concorrente, a Mini Melts. Atualmente os produtos em grânulos estão ficando cada vez mais disponíveis em parte graças à nova tecnologia que permite que eles permaneçam estáveis nos congeladores domésticos e de supermercados.

O IttiBitz, um sorvete em grânulos lançado em 2009, é tido como o primeiro produto do tipo a chegar aos congeladores das lojas. É voltado diretamente às crianças: os sabores mais populares são os coloridos, como ‘Algodão Doce’ e ‘Banana Split’.

Drops of vanilla ice cream drip into a bath of liquid nitrogen to form the popular ice cream pellets know as Dippin' Dots, at the Dippin' Dots store in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

Dustin Joyner packages strawberry cheesecake flavored yogurt Dippin' Dots that have just been frozen at the Dippin' Dots production facility, in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

Laura Pedrick for The New York Times

Jonathan Matthews, left, serves a cup of Mini Melts frozen pellet style ice cream, to Anna Bissinger and Ben Infosino during a Trenton Thunder baseball game, in Trenton, N.J., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Laura Pedrick for The New York Times)

Laura Pedrick for The New York Times

Several flavors of the popular frozen ice cream pellets know as Dippin' Dots, in the freezer display at the Dippin' Dots store in Paducah, Ky., May 10, 2011. The makers of Dippin’ Dots are looking for other foods to flash-freeze as competing dot-style products are becoming more widely available.  (Christopher Berkey/The New York Times)

Christopher Berkey/The New York Times

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Cardiopatas desconhecem alimentos saudáveis para o coração

Fatores inusitados podem afetar o coração. Foto: Getty Images

Estudo mostrou que pacientes não sabem o quanto ingerir de cada alimento
Foto: Getty Images

Uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou a falta de conhecimento de pacientes cardíacos sobre alimentos que fazem bem ao coração. O estudo foi feito com cardiopatas do hospital estadual Dante Pazzanese, referência em tratamento cardíaco na capital paulista.

No questionário aplicado aos cerca de 50 doentes em tratamento, todos afirmaram conhecer apenas um de uma lista de 17 alimentos mais recomendados para o cuidado cardíaco, no entanto, desconheciam os benefícios da maioria deles.

Outro dado levantado pelo estudo foi que os pacientes não sabem qual a quantidade diária recomendada de cada alimento. Segundo o levantamento, os alimentos mais consumidos pelos pacientes dentro das quantidades recomendadas são o azeite (87,23%), o alho (82,98%), a linhaça (76,60%), os produtos integrais (72,34%) e a aveia (70,21%).

No trabalho de orientação alimentar realizado pela equipe de nutricionistas Dante Pazzanese, a dieta ideal para o cardíaco deve ser composta de alimentos como: linhaça, peixes, chá verde, chocolate amargo, azeite, alho, abacate, aveia, soja, cereais e produtos integrais, óleos vegetais, iogurte, tomate, vinho, suco de uva e margarina com componente que diminui o colesterol ruim.

Os alimentos cardioprotetores são compostos bioativos que possuem ação sobre a diminuição da pressão arterial, do colesterol ruim, triglicérides e controle do peso. Também contribuem na melhora do colesterol bom e a diminuição da agregação plaquetária, que é responsável por controlar a boa circulação sanguínea para evitar coágulos e derrames. ¿Uma alimentação saudável, quando aliada ao tratamento clínico, melhora não só quadro geral do cardiopata, mas possibilita qualidade de vida ao longo do tratamento, principalmente nos casos crônicos¿, explicou a nutricionista responsável do hospital, Renata Alves.

Uma dica é ingerir uma colher de farinha de linhaça na refeição do almoço para diminuir a absorção de gorduras e carboidratos.

Confira o cardápio para a saúde do coração:

Café da Manhã:
- Pão francês pode ser substituído por pão integral, bolacha de água e sal ou torrada com margarina com fitosteróis (para diminuição do colesterol ruim)
- Leite desnatado ou queijo branco, leite de soja, ou iogurte natural
- Pode-se substituir café por chá verde. Cereais, ou aveia

ou

Café da Manhã 2:
- Iogurte com morangos e cereais sem açúcar
- Vitamina de leite de soja com aveia em flocos e banana
- Leite desnatado com pão integral e margarina light

Lanche da manhã:
- Fruta da época ou suco natural (uva, ou suco de uva)

Almoço e jantar:
- Arroz (preferencialmente integral) ou batata ou mandioca ou milho ou inhame ou cará. Feijão pode ser trocado por ervilha, soja, grão de bico, ou lentilha
- Carnes magras e grelhadas, cozidas e assadas, preferencialmente frango ou peixe
- Ovo cozido ou omelete. Incluir legumes crus e cozidos como: tomate, cenoura, beterraba, nabo, rabanete, abobrinha, abóbora, chuchu, berinjela, quiabo, vagem, pepino, jiló. A sugestão é que sejam temperados com um pouco de azeite e alho
- Verduras cruas e cozidas como: alface, acelga, agrião, escarola, mostarda, espinafre, couve, rúcula ou almeirão; Fruta ou suco natural

ou

Almoço e jantar:
- Salada verde com abacaxi e azeite para temperar.
- Arroz (preferencialmente integral), ou batata cozida, ou purê de mandioca ou purê de mandioquinha
- Feijão ou vinagrete de grão (lentilha, soja, feijão branco ou ervilha)
- Filé de peixe assado empanado com linhaça e gergelim, ou filé de frango grelhado.
- Tomate recheado com queijo branco ou legumes cozidos (cenoura, beterraba, chuchu, abobrinha). Suco de laranja com couve. Queijo branco com geleia de goiaba sem açúcar ou fruta da época

Lanche da tarde:
- Abacate ou fruta com farinha de linhaça, ou suco de limão com água de coco

Ceia:
- Chá verde com suco de maracujá;

Sugestão da equipe de nutrição do hospital estadual Dante Pazzanese

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Dieta força cérebro a comer a si mesmo e aumenta fome

http://www.dinoblog.com.br/wp-content/uploads/2010/07/colesterol_dieta.jpg

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DE SÃO PAULO

Um estudo recente afirma que a falta de nutrientes no corpo de quem está em dieta provoca um efeito colateral de autofagia --o cérebro dá ordens para que as suas células comam a si mesmas-- e aumenta, ao mesmo tempo, a sensação de fome em um ciclo vicioso.

A descoberta, que causa certo mal-estar ao ser ouvida pela primeira vez, tem sua importância. Ela pode fornecer dados para o desenvolvimento de novos tipos de tratamento para redução de peso.

É comum as células cerebrais se alimentarem de si mesmas como um dos últimos recursos para se obter energia e reduzir a privação de alimentos.

O corpo, por sua vez, responde com a produção de ácidos graxos, e isso faz com que o sinal de fome fique ainda mais forte, assim como o impulso de se alimentar.

Uma análise com camundongos, porém, mostra que esse processo pode ser revertido, segundo a pesquisa.

Os cientistas pegaram as cobaias e inibiram a autofagia do cérebro. Com isso, evitou-se um aumento da sensação de fome em resposta à falta de comida.

Essa mudança química também gerou outra consequência. Os animais se tornaram mais magros.

A pesquisa, feita por cientistas do departamento de medicina da Universidade Yeshiva, em Nova York, está publicada no jornal "Cell Metabolism".