domingo, 31 de janeiro de 2010

Veja dicas para controlar o uso do sal



Convencido da importância de reduzir a quantidade de sal? Então, vamos às alternativas. Substitua-o por temperos naturais, como salsinha, cebola, orégano, hortelã, limão, alho, manjericão, coentro e cominho. Tente não adicioná-lo às comidas já prontas. Afaste a tentação deixando o saleiro longe da mesa.


O sal light é uma boa pedida, porque possui menos sódio do que o convencional. O problema é que os espertinhos de plantão aproveitam a vantagem para salgar mais do que de costume. Assim, voltam à estaca zero e deixam a saúde em risco. Outra dica é aumentar a ingestão de potássio, que reduz a pressão. As suas principais fontes são feijão, vegetais verde-escuros, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa, laranja e ervilha.
Mais efetivo ainda é evitar ou, se não for possível, reduzir alimentos industrializados e muito salgados, como os listados pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH):
1 - Carnes gordurosas, vísceras (fígado, coração, rins), embutidos (linguiça, paio, salsicha), frios (mortadela, presunto, salame) e frutos do mar (camarão);
2 - Conservas (picles, azeitona, aspargo, patês e palmito) e enlatados (extrato de tomate, milho e ervilha). Prefira os alimentos em seu estado natural;
3 - Carnes salgadas, como bacalhau, charque, carne-seca e defumados;
4 - Aditivo glutamato monossódico, utilizado em alguns condimentos e nas sopas de pacote;
5 - Queijos em geral, dando preferência a queijo branco ou ricota sem sal;
6 - Aperitivos como batata frita, amendoim salgado, cajuzinho, salgadinhos.
Saiba mais sobre hipertensãoSão 30 milhões de pessoas com hipertensão no país, sendo que apenas uma em cada 10 delas tem a pressão devidamente controlada, segundo a SBH.

A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Um dos perigos da patologia é o fato de ser silenciosa. A maior parte dos pacientes não apresenta sintomas. Por isso, é importante a visita regular ao médico. São consideradas anormais as médias de pressão arterial acima de 135/85 mmHg, como informa a diretriz de hipertensão da SBH.
Entre as dicas de prevenção estão alimentação balanceada (sem excesso de sal), medir a pressão pelo menos uma vez por ano, evitar obesidade, praticar atividades físicas, reduzir o consumo de álcool (se possível, abandoná-lo), deixar de lado o tabagismo e não se estressar. Vale lembrar que os hipertensos não podem parar o tratamento, que é para a vida toda.
Especial para Terra

Patricia Zwipp

Qual é o seu Limite?




Isso é fato: as mulheres se envolvem muito mais emocionalmente do que fisicamente. Não há o que discutir nem argumentar. Se você está namorando, é casada ou está tendo um envolvimento amoroso, é natural que, com o passar do tempo, a olhos vistos, as coisas já não evoluam como no início. Não entre nessa de começar a se culpar e a fazer tudo (na cama) para agradá-lo numa tentativa desesperada de manter o relacionamento. Se você não se sente confortável para determinadas iniciativas, não há por que se submeter a elas. Isso é fraqueza de caráter: não sustentar aquilo que pensa ou quer.Tudo é uma questão de bom senso. Que homem se sentirá satisfeito se souber que a sua parceira está fazendo algo que não está bom para ela? Só se for um ogro do pântano, machista e ensimesmado. Sexo envolve maturidade. Tem que ser significativo e prazeroso para ambos. Cada pessoa deve estipular os seus próprios limites, sempre. O que pode ser muito bacana para um, pode não ter sentido para o outro, e isso sem levar em conta o tipo de educação e a visão de valores que cada um tem. Cabe ainda ressaltar que nunca, mas nunca, em tempo algum se deve comparar o relacionamento sexual que teve com outra pessoa em que era tão boa essa ou aquela práticaMuitos homens, pela pressa de chegar às vias de fato, ou então pela preocupação que tem em comandar o ato sexual, acabam não percebendo se realmente tudo o que está sendo feito é de agrado e aprovação da sua parceira. É claro que a maioria das mulheres prefere ser conduzida na hora do sexo, mas isso não significa que ela está ali apenas para obedecer aos comandos do parceiro. Ela não só pode como deve demonstrar o que gosta e o que não gosta no momento do prazer – sem se sentir culpada por decepcionar aquele que ela tanto quer. Não impor limites é sintoma típico de quem vive sem prestar atenção em si mesma, é ser insegura, é entrar num quadro de menos valia. Não pense que, com o tempo, ele não perceberá isso.No entanto, se essa falta de vontade em manifestar determinadas atitudes na cama a incomoda, nada melhor do que buscar informações claras e didáticas sobre sexualidade e como lidar mentalmente com esse suposto “desprazer” em executar algumas práticas que são naturais para outros casais. Mas veja, é necessário um interesse em querer mudar. Fantasias sexuais, por exemplo, são apreciadas por muitas pessoas, seja mulher ou homem, mas é preciso que se dê dicas ao parceiro ou parceira das suas reais vontades. Nada seria mais frustrante do que chegar em casa com alguma roupa ou acessório e ser barrado pela repulsa do outro. Sexo é sobretudo cumplicidade. Sem segredos, sem vontades individuais, sem forçar a barra. Afinal, o que precisa ser feito a dois, não pode ser pensado apenas por um, não é mesmo?
por Luciana P. às 14:50 Categorias

Doces que confortam a alma



Petit Gateau de doce de leite e pão de mel: vou me afundar!!!
Duas coisas que me reconfortam o espírito quando estou triste: bolo e chocolate. Sendo mais específica ainda: a mistura de especiarias com massa e casquinha de chocolate do pão de mel são uma injeção de serotonina. Outro quitute que faz minha alma se elevar e agradecer aos céus cada bocado é o petit gateau de doce de leite, quente, macio, recheio cremoso…. Aqui estão minhas duas receitas prediletas destes doces, ambas do livro 250 Mil Menus com Azeite de Oliva Espanhol.


PETIT GATEAU DE DOCE DE LEITE

Ingredientes10 colheres de sopa de azeite de oliva

300 gramas de doce de leite cremoso

8 colheres de sopa de glicose líquida

6 ovos7 gemas1 pitada de sal

11 colheres de sopa de açúcar

4 colheres de chá de essência de baunilha11 colheres de sopa de farinha de trigo peneirada
Modo de fazer

Preaqueça o forno em temperatura alta. Coloque em uma tigela refratária 8 colheres de azeite de oliva, o doce de leite e a glicose. Leve ao fogo, em banho-maria, por 5 minutos. Retire do fogo e reserve.Em outra tigela refratária, misture os ovos com as gemas, o sal e o açúcar. Leve ao fogo, em banho maria, batendo sem parar com um batedor manual por 4 minutos. Retire do fogo, acrescente a baunilha e a mistura de doce de leite. Incorpore a farinha de trigo e mexa até obter consistência de creme encorpado. Deixe descansar por 30 minutos na geladeira.Unte 10 formas individuais com o azeite de oliva restante, distribua a massa e leve ao forno por 4 ou 5 minutos. Retire do forno, espere amornar e desenforme.
PÃO DE MEL

Ingredientes

6 colheres de sopa de azeite de oliva1/2 xícara de mel1/2 xícara de açúcar mascavo1 ovo3 colheres de chá de café solúvel5 colheres de sopa de cerveja escura2 colheres e especiarias em pó (canela, cravo e cardamomo)2 xícaras de farinha de trigo peneirada4 colheres de sopa de leite amornado2 colheres de chá de bicarbonato de sódio600 gramas de chocolate meio amargo, picado e derretido em banho-maria
Modo de fazerBata por 5 minutos na batedeira o azeite com o mel, o açúcar e o ovo. Incorpore, aos poucos, o café, a cerveja, as especiarias e a farinha, alternando com o leite misturado com o bicarbonato.

Deixe descansar na geladeira por 5 horas.Passado este tempo, preaqueça o forno em temperatura média.Com o azeite reservado, unte uma assadeira quadrada de 21cm X21cm, arrume a massa e leve ao forno por 35 minutos ou até que, enfiando um palito, este saia limpo. Retire do forno, deixe esfriar completamente e corte o bolo em 16 pedaços. Reserve.Transfira o chocolate derretido para uma outra tigela e bata com um batedor manual por 1 minuto. Banhe os pedaços de bolo e arrume-os em uma assadeira forrada com papel-alumínio. Deixe na geladeira por 5 minutos. Sirva.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Aprenda 7 dicas para espantar a negatividade da sua vida


Explosões de raiva, palavrões, nervosismo, impaciência. Tudo isso hoje é atribuído ao ritmo de vida estressante e aceito como 'parte do jogo'. Muitos consideram normal viver com medo, ansiedade, dúvida, mas, ao mesmo tempo, o desejo é de se livrar desses sentimentos.

Além de impactos negativos na saúde e vida social, tais atitudes não prometem trazer nada de bom nem a curto nem a longo prazo. "As leis que regem o universo são dinâmicas e estão em contínuo movimento. Uma delas, a do dar e receber, diz que tudo o que se joga, colhe-se na direção oposta e na mesma intensidade", disse Márcia de Luca, especialista em ioga e medicina ayurveda e fundadora do do Ciymam, Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda, em São Paulo.

Com isso, a especialista quer dizer que tudo o que é projetado no inconsciente coletivo irá retornar a você. Se xingou, será xingado, se espalha raiva, irá receber demonstrações iradas em sua direção. E não fique tranqüilo se você não expressar seus sentimentos, pois o mesmo vale para os pensamentos. "Pensamento tem poder, não devemos policiar apenas os atos, mas também o que pensamos", disse.

Para reverter esse quadro, a recomendação é apenas disciplina. Márcia diz que sempre que um pensamento negativo vier à mente, a pessoa deve pensar numa frase oposta para espantar essa vibração. "A criação de um novo hábito pede disciplina, toda ação gera memória nas nossas células que desejam repeti-la", afirmou.

A negatividade pode também trazer consequências físicas. Mente e corpo estão ligados. Pesquisas médicas apontam que se sentir mal o tempo pode levar a problemas de saúde. Portanto, o primeiro passo para ter mais disposição pode ser mudar a atitude mental em vez de achar que vai conseguir ser mais positivo apenas quando conquistar um novo emprego ou sair de férias, por exemplo.

Para ajudar a acelerar esse processo de criação de um novo estilo de vida, a especialista em hipnose norte-americana Michelle Beaudry, autora de Release Negativity and Restore Your Spirit (Libere a Negatividade e Recupere seu Espírito) ensina sete passos em direção a uma vida e mente mais positivas. "Sentir-se bem é um processo", disse.

1) Visualização Equipes esportivas usam a técnica de visualização - segurando troféus, por exemplo - para melhorar seu desempenho há décadas. Esse método usado para gerar expectativas positivas pode ser usado também para eliminar a negatividade. Tente visualizar-se eliminando sentimentos de ódio, medo, abandono, vergonha, entre outros, que vem acumulando ao longo dos anos.

2) Peça ajuda para o divino A especialista afirma que não importa que nome dê a ele, se Deus, universo, deusa. Não faz diferença a religião ou crença. Pense que à medida que vai liberando toda essa carga negativa de você, algo maior estará trabalhando para transformá-la em algo bom para o universo.

3) Livre-se da energia negativa O corpo é feito de células, que são feitas de moléculas, que são feitas de átomos, que são energia. Portanto, nosso corpo é pura energia. Lembranças e emoções ficam armazenadas no corpo. Isso significa que quando se livrar da negatividade, estará eliminando energia negativa.

4) O que eliminar Medo, raiva, ira, abandono, rejeição, culpa, vergonha, preocupações, apatia, egoísmo, desgostos. A lista de sentimentos e pensamentos a eliminar deve ser grande. E pode ser necessário visualizar essa eliminação várias vezes para remover sentimentos mais antigos e arraigados.

5) Sentimento de alívio Muitas pessoas preferem não relembrar experiências negativas com medo de vivê-las novamente. Eliminar tais sentimentos ruins não significa que você terá de experimentá-los novamente. A sensação de eliminar medo ou raiva será apenas de alívio. Não é necessário ficar receosa de reviver momentos difíceis ou sentir o mesmo pesar novamente. Será como tirar um gorila das costas ou jogar for a uma bagagem que já não lhe serve mais.

6) Exercício simples Em um quarto silencioso e em posição confortável, imagine que está um lugar bonito com os braços estendidos para cima e que olha para o alto, para seu deus ou força maior. Pense no sentimento negativo do qual pretende se livrar e sinta como se ele saísse fisicamente do seu corpo, percorrendo braços e mãos em direção ao alto. Se quiser, enquanto realiza a visualização repita a frase: "Eu me livro de tudo o que está impedindo a realização dos meus objetivos." Repita para cada sentimento ou pensamento que quiser eliminar e quantas vezes achar necessário.

7) Preencha o espaço com coisas positivas A especialista recomenda que os espaços abertos com a eliminação de sentimentos e pensamentos negativos sejam preenchidos com coisas positivas. Uma dica é visualizar sentimentos como força pessoal, amor, aceitação e paz interior como se estivessem ocupando todo seu ser, envolvendo o corpo e preenchendo o corpo. Assim como o exercício feito eliminar a negatividade, este também pode ser repetido sempre que quiser.
Especial para Terra

Michelle Achkar

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A dor do desprezo.




Alguma vez, você já ficou sem o chão?
Sim, exatamente isso, sem o chão? Você não leu errado.
Alguma vez, você ficou assim, meio que parecendo um bobo, perdido como uma barata tonta?
Tenho certeza que sim.
Às vezes acontecem algumas coisas ruins em nossas vidas, que literalmente nos tiram o chão. O anuncio da demissão, a morte prematura de alguém muito querido, o desencontro, o diz que me disse envolvendo o nosso nome, uma acusação leviana entre muitas outras situações tão corriqueiras nos nossos dias. Nestes momentos, a decepção com os fatos, sempre nos faz morrer um pouco. Esse “de repente”, esse chega pra lá que levamos, que nos pega de calças curtas, é extremamente nocivo a nossa saúde, são momento que podem nos lançar a instantes depressivos ou ainda a uma depressão profunda.
Entre muitas situações ruins, encontramos algo simplesmente devastador.
O desprezo.
Ai! Como dói o desprezo.
Ser desprezado é uma das mais terríveis formas de sofrimento. Em qual quer situação vivemos a expectativa de bons resultados e o desprezo frustra esta expectativa. E quando o desprezo parte de alguém que queremos bem, de alguém que amamos é muito pior. Neste caso realmente perdemos o chão. Sentimos apenas o desamor da pessoa amada.
O desprezo nunca anda só, ele é constantemente acompanhado da agressão verbal.
O poder da palavra desferida é muito mais forte que à bala de um revolver. Seu estrago pode ser avassalador, seus danos podem ser irreparáveis. E algumas coisas não voltam atrás.
Na maioria das vezes gostamos de ser as vitimas, queremos ser a pedra e não a vidraça.
Nunca nos colocamos no lugar dos outros e atingimos de imediato o que julgamos ser os “defeitos” das pessoas. Agredimos gratuitamente sem pensarmos duas vezes. Nunca, absolutamente nunca comparamos as qualidades com os defeitos.
Dizemos coisas que machucam os outros. O que importa é o nosso orgulho que foi ferido e a nossa total intolerância e incompreensão dos fatos.
Dentro de um relacionamento, é de fundamental importância que as pessoas usem o bom senso e o bom humor para o equilíbrio da harmonia no lar. Do que vale um casal ser perfeito na rua e ser completamente o inverso dentro de casa?
A cumplicidade deve ser o primeiro passo em um relacionamento.
Quando surge um problema, é comum sempre haver, ou melhor, sempre eleger um culpado. E isto abre espaço para que outro também possa errar, mesmo que de propósito, achando-se no direito de retribuir com as mesmas moedas. Neste caso fica clara a falta de cumplicidade.
Ninguém consegue amar sozinho, ninguém é alto suficiente, ninguém é melhor que ninguém, seja no quesito que for.
Ouvir da pessoa que amamos, palavras duras e grosseiras é algo que nos faz pensar sobre o nosso próprio amor. Esta atitude põe em cheque se estamos agindo certo ou não.
Devemos analisar os fatos e ponderar as atitudes, devemos definitivamente dizer não a submissão. Tolerância tem limites!
Quem ama perdoa!
Quem ama não agride!
Reginaldo Cordoa, é administrador de empresas e apaixonado pela vida

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Alemão é preso ao tentar contrabandear 44 lagartixas na cueca

Um turista alemão que tentou contrabandear répteis na cueca foi preso e será deportado depois de cumprir pena de 3 meses e meio da Nova Zelândia.Hans Kurt Kubus, de 58 anos, foi pego com 44 lagartixas e pequenos lagartos em risco de extinção pela alfândega neozelandesa no aeroporto de Christchurch.Kubus, que tinha na cueca uma pochete com oito bolsos feita sob medida para trazer os répteis, admitiu que tinha intenção de contrabandeá-los para sua coleção pessoal quando veio para a Nova Zelândia.Os agentes da imigração desconfiaram do nervosismo de Kubus ao passar pela alfândega e resolveram verificar as bagagens do turista e revistá-lo.Entre as espécies apreendidas, algumas podem chegar a US$ 1,4 mil (cerca de R$ 2,5 mil) cada no mercado negro."Isso nos lembra de que haverá pessoas que tentarão se aproveitar disso", disse o inspetor alfandegário Mark Day a televisão local.Segundo o departamento de Conservação do país, esse foi o caso mais sério do tipo detectado na Nova Zelândia nos últimos dez anos.Kubus recebeu uma multa de US$ 3,5 mil (aproximadamente R$ 6,4 mil) e vai passar três meses e meio na prisão neozelandesa antes de ser deportado.

Conheça os benefícios da soja



Pesquisadores brasileiros estão conseguindo potencializar os efeitos da soja no organismo. Esse grão diminui os efeitos da menopausa, combate o câncer e retarda o envelhecimento.
Aos 80 anos de idade um pesquisador da Universidade de Campinas tem um segredo para toda essa energia. “Todos os dias estou tomando soja também”, conta Cléber Silveira Moraes, doutor em ciências de alimentos (Unicamp). Ele conhece os benefícios. É o responsável pela descoberta de um composto que extrai os nutrientes da soja. O estudo isolou a isoflavona, substância química que substitui os hormônios femininos reduzidos durante a menopausa. Ela tem uma absorção difícil no organismo por causa da glicose e boa parte dos nutrientes acaba eliminada. No laboratório da Unicamp o trabalho do pesquisador foi separar a glicose da isoflavona, para evitar a perda dos nutrientes. “Seria como potencializar a absorção desse composto, no caso a isoflavona. Ela sem a glicose é mais facilmente absorvida. Portanto depois de absorvida ela vai trazer todos os benefícios com maior intensidade”, explica. Os benefícios são muitos. “Estudos mostram que a isoflavona pode diminuir os feitos da menopausa nas mulheres como sudorese, dores e cansaço. Como é um alimento funcional pode atuar em várias funções. Ela também tem atividade anti-cancerígena, principalmente câncer de mama e próstata, ela tem atividade antioxidante, envelhecimento precoce. Além disso é usado na osteoporose, redução do colesterol”. A soja ainda tem vitamina E que combate o envelhecimento, saponina que previne esclerose das artérias, lecitina que ativa células do cérebro, fibras que ajudam no funcionamento do intestino e o cálcio que fortalece os ossos. Os benefícios são comprovados pela ciência e pelos orientais que esbanjam vitalidade com ingestão diária no cardápio. Alguns produtos a base de soja são mais indicados, pois tem uma melhor absorção dos nutrientes no organismo. É o caso do queijo tofu, e do missushyro, feito a base dessa pasta que é o myssu. Por que esses alimentos são mais saudáveis? “Porque eles são fermentados. No processo eles recebem bactérias que quebram a cadeia de nutrientes e então fica melhor para serem digeridos”, explica a nutricionista. A nutricionista mostra algumas opções para o consumo de soja. “Nós temos o extrato de soja puro, com isso você pode preparar receitas de bolo, pudim e biscoitos. Aqui nós trouxemos uma sugestão de salada de frutas, com uma farofa de soja, moída. Nós temos o leite em duas versões. Nós fazemos de um jeito em que fique com mais nutrientes. Você pode bater com uma fruta de sua preferência”. Para ter o efeito benéfico a indicação é de 30 miligramas por dia. Isso equivale a duas colheres de sopa do produto in natura. No caso do tofu essa quantidade pode ser obtida com duas fatias do queijo. Já no leite a recomendação diária só é atendida com a ingestão de um litro de leite. Os 56 anos de idade e com os efeitos da menopausa incomodando, a dona Fátima incorporou os grãos de soja no cardápio das saladas. Também usa suco e um pó de soja para mistura no leite. “Eu sentia muito desânimo, era assim muito cansada, dores no corpo todo, não dormia bem a noite. Depois que eu passei a usar soja todos os sintomas melhoraram... Eu recomendo”. Uma dica importante: para consumir a soja você deve cozinha-lá primeiro. O legal é bater em um liquidificador o grão já cozido com a água da fervura. Fica como um purê. Assim você não perde a isoflavona que foi liberada na água.
Paulo Gonçalves - Campinas

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Fofinhas ou magrinhas?


Volto ao assunto: obesidade ou anorexia? O nome carinhoso para obesas é “fofa”, assim como o das anoréxicas é “magrinha”. As duas são anomalias e nem de longe padrão de beleza para ninguém da cultura ocidental moderna.
Causaram pena e preocupação as meninas excessivamente magras que desfilaram no SPFW, assim como causaram desconforto e igual preocupação as que se aprestaram no Fashion Weekend Plus Size, evento de moda para as tamanho G e XG.Todo excesso, em qualquer uma das pontas, é sinal de distúrbio e, portanto, uma patologia a ser cuidada e combatida. O que eu gostaria de lembrar, porém, é que a obesidade hoje em dia é nitidamente um problema muito maior do que a magreza. Saindo do cinema, passei a fazer uma enquete particular com um caderninho e lápis na mão: para cada duas de aparência de peso médio, há uma magra e quatro gordas, sendo que destas quatro, duas seriam consideradas gostosas ou popozudas. Ou seja, tem mais gorda do que magra por aí. Entre as mulheres mais velhas então, nem se fala. Para cada 10, oito são gordas (tipo sem cintura, pneu no estômago e no lombo).Não se trata, como querem alguns, que se aceite uma certa diversidade de pesos e tamanhos. Gente não é que nem carro, que pode ter tamanho pequeno, econômico, médio ou enorme. Há um equilíbrio saudável entre altura e peso que é o ideal da funcionalidade e da estética de um corpo que deve, sim, ser perseguido. Há, é claro, quem prefira as gostosas, outros preferem mais delgadas, mas tudo dentro de uma proporção em que qualquer tipo de a mais ou a menos não seja um absurdo.Nossas modelos são lindas, altas e magras. Eu gosto. Não posso imaginar alguém colocando um só defeito numa Isabeli Fontana, por exemplo, e dizendo que ela é um cabide, sem formas e feita de ossos. Não vejo nada ali para se colocar ou tirar. O que eu gostaria que tirassem dela é a fórmula para ir buscar um corpinho igual!

Gloria Kalil em 26/01/2010

Dia 26 de janeiro é o dia da gula


Para muita gente o primeiro pecado já é no café da manhã. A principal refeição do dia tem que ter no máximo trezentas calorias.
O Jornal Hoje fez as contas e mostra agora qual é a porção ideal para que você não cometa esse pecado na sua dieta. O que não pode faltar no café da manhã dos brasileiros? Pão com manteiga, leite, café... Ajuda se você tirar o miolo do pãozinho de sal. “Retirando o miolo, ele cai para em média 85 calorias”, explica Caroline Lameirinhas, nutricionista. “O café da manhã é a refeição mais importante que a gente tem. Só que a gente tem que lembrar que a gente passa a noite inteira em jejum. Um organismo em jejum absorve tudo em dobro”, completa Caroline. Atenção para as calorias do que você come na primeira refeição do dia. O café da manhã deve ter no máximo trezentas calorias. Numa fatia do pão de forma light são 35 calorias, mesma quantidade do pão sírio pequeno, da torradinha e do biscoito água e sal, mas cuidado com ele. “O biscoitinho é um vilão porque em 35 calorias, a maioria de gordura. Os pães são ricos em carboidratos, mas pobre em vitamina e mineral”. O pão integral tem setenta calorias e muitas fibras que ajudam no funcionamento do intestino além de zinco. “Para ajudar a perder peso, pra defesa do corpo e pra pele cabelo e unha então o pão integral é a melhor opção”, diz a nutricionista. Faça mais contas se você gosta de um sanduichinho. No queijo prato são 53 calorias por fatia. Na mussarela, 47 calorias. O branco é o mais leve, tem 36 calorias. Dos embutidos o peito de peru é o menos calórico. “Cada fatia tem em média 20 a 25 calorias”, diz. Atenção também na hora de escolher os acompanhamentos. Se você passar uma colher de sopa de requeijão, cerca de três pontas de faca no pão, some mais 85 calorias. Na versão light são 40 calorias. “Requeijão é muito mais saudável porque ele tem cálcio e tem proteína. A maionese ela é um dos alimentos que a gente considera mais vilã porque só tem gordura. Uma colher de sopa tem 90 calorias”, afirma. Se você tiver colesterol alto não coma manteiga. Já a margarina tem muita gordura trans. A quantidade de calorias entre a manteiga e a margarina é quase igual. “Cada ponta de faca tem em média a 20, 30 calorias. Só que o que normalmente a gente usa e uma colher de sopa então sobe ai pra 60 a 80 calorias”, diz Caroline. Quem erra na quantidade como a Vanilce, já na primeira refeição compromete a dieta do dia todo. “Tem o pãozinho doce tem pãozinho de batata , tem pãozinho de polvilho, tem uma broinha sensacional. Já comi o pãozinho de sal. Deixe eu esconder, hoje eu to até com vergonha do meu prato”, diz ela. Só em pães, a Vanilce ingeriu mais de 600 calorias, metade do que uma mulher que está de dieta pode comer durante todo o dia. A nutricionista Patricia Soares montou várias combinações para um café da manhã equilibrado; todos com mais ou menos 200 calorias. “A combinação ideal sempre é carboidrato, proteína e fruta”.

Cristiane Leite - Belo Horizonte

Elas dizem não ao casamento


Embora no Brasil as pesquisas mais recentes demonstrem uma alta nas taxas de casamentos, nos Estados Unidos e no Reino Unido o número de mulheres que optam por não dizer o mítico “sim”, seja para um padre, pastor ou em um cartório, está aumentando.
Nos Estados Unidos, a porcentagem de mulheres solteiras entre 25 e 29 anos saltou de 19,1% para 43,1% entre a década de 70 e o ano de 2006. E a taxa de mulheres não-casadas cresceu também entre as mulheres de 30 a 34, passou de 9,4% para 24%; na faixa dos 35 aos 39 foi de 7,2% a 16,7 e, na faixa de 40 a 44, pulou de 6,3% a 13,1%. No Reino Unido, em 2007, cerca de 270 mil casais se uniram oficialmente. Este número representa uma queda de 2,7% em relação a 2006. Na Inglaterra e no País de Gales, o ano registrou o menor número de casamentos desde 1895.
No Brasil, a taxa de nupcialidade legal – ou seja, o número de casais que optam por se unir no civil – aumentou bastante: o percentual de crescimento entre 1998 e 2007 foi de 31,1%. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais de 2009, publicada pelo IBGE, isso se deve à melhoria no acesso aos serviços de justiça.
A divergência entre as tendências pode ser creditada aos diferentes níveis de impacto que o movimento feminista, iniciado em meados dos anos 60, teve no Brasil e em países da Europa e nos Estados Unidos. “No Brasil, ainda existe esse fetiche do casamento. As meninas querem casar, sonham com véu e grinalda e não têm noção do que isso representa de verdade”, acredita Tania Navarro Swain, professora do Departamento de História da Universidade de Brasília, pós-doutorada pela Universidade de Montréal, onde foi professora associada ao Institut de Rechereches et d´Études Féministes.
Em países onde o movimento feminista alcançou uma maior conscientização popular, o casamento deixa de ser visto como uma instituição necessária para a sobrevivência social da mulher. “Ele passa a funcionar no nível pessoal, de relacionamento. E vira uma escolha individual”, diz Tania.
Embaladas pelo sucesso profissional, muitas mulheres apostam as fichas na alternativa de uma vida solo. Alexandre Bez, psicólogo especializado em relacionamentos pela Universidade de Miami, enumera dois motivos principais para esta escolha: as incompatibilidades de uma vida marital com a carreira e a sensação de perda de liberdade. “Elas encaram o casamento como uma espécie de ‘retrocesso’ em relação ao que as mulheres já passaram ao longo da história”, completa.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Espumante Na Areia

A moda de tomar a bebida na praia faz sucesso no Sul e irá para o resto do Brasil
NO SOL Em quatro praias de Florianópolis vende-se espumante
Nas praias, tem gente que prefere beber água, outros optam por coco, há quem prefira refrigerantes e uma vasta multidão gosta mesmo é de cerveja. Até agora, não se via espumante nas areias escaldantes. Desde o mês passado, porém, esse tipo de bebida ganhou a chancela do verão. Carrinhos semelhantes aos de picolé percorrem quatro praias de Florianópolis, entre elas a badalada Jurerê Internacional, vendendo o vinho com borbulhas – ou espumante. A previsão da fabricante Miolo, a primeira a explorar esse nicho, é chegar ao litoral do Rio de Janeiro, de São Paulo, da Bahia e de Pernambuco em breve. Desses quatro Estados, as praias cariocas devem ser as primeiras a receber a novidade, já no próximo mês. O objetivo da vinícola gaúcha é mudar o costume de tomar espumante apenas em ocasião especial. Ela quer difundir a ideia de que a bebida pode, sim, ser consumida na areia – mas de forma chique, claro: em tacinhas. Sim, elas são de plástico, mas o material não muda o sabor da bebida. O que não pode é tomála em copinhos descartáveis de água. “O espumante não é só para celebrações, ele tem tudo a ver com praia. Geladinho, é muito refrescante”, diz o gerente de marketing do Miolo Wine Group, Carlos Eduardo Nogueira.
FRIO Os carrinhos são climatizados para a bebida ser servida a 5ºC
“O espumante já foi um produto caro. Não é mais”, acrescentou. De fato, o hábito de degustar a bebida com mais regularidade, de dia e de noite, comum em outros países, inclusive na vizinha Argentina, está se firmando aos poucos no Brasil. Nas praias do Mediterrâneo, ver alguém com uma taça na mão e os pés na areia não é uma cena incomum. A moda começa a pegar por aqui. Nos primeiros 15 dias em que os carrinhos percorreram Florianópolis, foram vendidas três mil garrafas de 250 ml, a R$ 10 cada uma. Duzentas garrafas por dia pode parecer pouco, mas, levando- se em conta que a bebida ainda tem esse “quê” de festa, o resultado é comemorado pelo fabricante. Para chegar em condições perfeitas às mãos de quem está se bronzeando no sol, alguns cuidados são essenciais. A carrocinha deve ser climatizada para garantir a temperatura da bebida, que deve ser consumida bem gelada, em torno de cinco graus. Para evitar acidentes, a garrafa do vinho com borbulhas – a linha servida é a Terranova, nas versões Brut (seco) e Moscatel (suave) – fica com o vendedor. Ao consumidor cabe, após degustar o espumante, jogar as tacinhas no lixo para não aumentar a poluição nas já sujas areias do litoral brasileiro.
Adriana Prado

Para Lavar É Só Botar No Freezer


Nada de tanque ou eletrodoméstico: bastam 12 horas congelada e a calça jeans fica pronta para outra

Eliane Lobato
SUSTENTÁVELFabricante diz que técnica é ecológica: economiza água, sabão e energia
A urgência em economizar água fez brotar uma alternativa que deve movimentar o mercado da moda: o jeans que não é lavado nem precisa passar. A novidade foi apresentada em uma feira sobre sustentabilidade, em Berlim, no ano passado, e inspirou a empresária mineira Jandira Barone, da Tristar, que estava no evento alemão. De volta ao Brasil, Jandira criou o jeans que fica limpo apenas no processo de congelamento, no freezer caseiro. A peça será vendida junto com uma sacolinha com vedação, própria para temperaturas baixas. Doze horas dentro do freezer são suficientes para matar as bactérias e tirar o cheiro de uso, mas o ideal é deixar o dobro deste tempo. “Nossa preocupação é prioritariamente com a ecologia. Vai economizar água, sabão e energia para passar”, diz Jandira, lembrando que o freezer já fica ligado à geladeira mesmo. A empresária explica que as peças são orgânicas – algodão, fibras e tingimentos que não levam agrotóxicos em nenhuma das etapas – da matéria- prima à calça jeans pronta. Mas não poderia ser totalmente fashion se não apelasse para o que há de mais disputado nessa área: a exclusividade. “À medida que vai congelando e descongelando, o tecido amacia e a calça fica com o formato do corpo da pessoa”, defende Jandira. Da mesma forma, se algo respingar na peça, o resfriamento fará com que a mancha seja incorporada ao modelo, tornando-o mais pessoal ainda. “Os consumidores não compram calças puídas, detonadas, manchadas? O conceito é o mesmo, só que será um detalhe produzido pelo próprio usuário”, diz. Mas se o líquido derramado na roupa for, por exemplo, graxa ou gordura e a pessoa quiser lavar, não há nenhum problema em usar água e sabão. A diferença é que a lavagem muda um pouco o formato da peça, característica que o congelamento mantém. Calças e shorts jeans com embalagens para o freezer são as primeiras unidades que a Tristar vai lançar com sua própria marca. Há 35 anos no mercado, a fábrica, do Rio de Janeiro, abastece grifes como Animale, Espaço Fashion, Enjoy, Checklist, Ecletic e Botswana. A comercialização será feita a partir de abril, através de consultoras de vendas, do tipo das que vendem de porta em porta, e também em lojas multimarcas. Jandira ainda não definiu o preço, mas acredita que as lojas devem fixar algo em torno de R$ 300 para as calças, que são dupla face. Além de não precisar lavar, é só virar pelo avesso para usar a mesma roupa como se fosse outra. Isso é que é otimizar.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Pesquisas acadêmicas sobre um dos mais estudados sentimentos da humanidade derrubam conceitos consagrados sobre o relacionamento homem e mulher


João Loes e Verônica Mambrini

Quem entende o amor? Tido por muitos como a força que move o mundo, ele é debatido, estudado, virado, revirado e vivido intensamente, mas ninguém consegue compreender os mecanismos que guiam esse intrincado sentimento. Por essa aura de mistério que o cerca e porque ele é um dos temas que mais fascinam os homens desde o início dos tempos, não param de surgir teorias e especialidades criadas com o intuito de tentar explicá-lo. Sem sucesso, diga-se de passagem. Mas da ânsia pelo esclarecimento do que parece ser incompreensível e das infinitas discussões do assunto surgem consensos. E, baseados quase exclusivamente na observação do comportamento humano, eles viram senso comum. “Os homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens”; “relações proibidas são empolgantes”; “o convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal”; “para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual”; “biologicamente, nós, humanos, não fomos feitos para a monogamia”. E se todas essas afirmações fossem mitos? Nos últimos anos, um sem-número de cientistas se debruçou sobre o comportamento de milhares de voluntários para analisar suas reações nas diferentes etapas do relacionamento afetivo: quando queriam conquistar, no momento em que gostariam de ser conquistados, na hora em que decidiam morar juntos, quando traíam ou envelheciam, entre outros. Com as pesquisas, uma série de mitos caiu por terra.
É só comprovar o que dizem os estudos nos quadros ao longo desta reportagem. Nove conceitos consagrados sobre relacionamento afetivo são derrubados, um a um. São teses acadêmicas de respeitadas instituições de ensino do Exterior que se sustentam em investigações e experimentos genéticos sobre monogamia e psicológicos que se debruçam sobre a atração sexual e o fim da paixão, entre outros. “Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem”, explica Marcelo Lercher, sociólogo e professor da Universidade de Brasília. “Outra é o que elas fazem de fato.” É dessa diferença que surgem os mitos. Não é de hoje que o mito ocupa um lugar de destaque nas sociedades. Na cultura ocidental, os primeiros registros surgiram na Grécia Antiga. Lá, algumas histórias representativas da cultura daquele tempo criaram moldes para o que se julgava certo e errado – o que torna o mito um fenômeno intimamente ligado à época e ao local em que ele surge. O amor e o ser amado na Grécia Antiga, por exemplo, eram como objetos inalcançáveis, perfeitos e pelos quais se justificava uma busca quase obsessiva. “É uma aspiração do menos perfeito ao mais perfeito”, explica Arlindo Ferreira Gonçalves Júnior, professor de filosofia e psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP). O sentimento é mais desejo e idealização do que prática. “O amor surge como uma vontade que nunca se sacia”, resume Gonçalves. É nesse momento que nasce o mito do amor platônico, ícone daquele sentimento que se restringe à idealização e que é pleno só quando não é correspondido.
Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem. Outra é o que elas fazem de fato. É dessa diferença que nascem os mitos
Já no primeiro milênio da era cristã, com a consolidação do cristianismo como religião representativa no Ocidente, a noção grega de amor sofreu uma mudança radical – e, com ela, mudaram os mitos. Na religião de Jesus Cristo, o sentimento perde esse forte componente de carência porque Deus, o grande objeto de adoração, também ama. Nesse sentido, desaba a noção de amor ideal como o não correspondido forjada na Grécia Antiga e, no lugar, entra uma nova percepção do sentimento. Se Deus assume o posto máximo de ser amado, ele abre espaço para exigências mais terrenas de um companheiro ou companheira. Esse movimento em direção à humanização do sentimento também ganha força no Ocidente a partir das Cruzadas, no século XII. Durante as investidas ao Oriente, os europeus se deparam com noções de amor sensual até então desconhecidas ou esquecidas, principalmente depois da queda do Império Romano, no velho continente. Uma vez de volta a uma Europa em ascensão, eles ressurgem em movimentos literários influenciados pela cultura absorvida nessas viagens. Nessa época, aparecem diversas variações de mitos do guerreiro herói que, impelido pelo amor, resgata uma princesa pura e dá a ela a vida eterna com o seu sentimento.
Trata-se de uma concepção mais abrandada da idealizada platônica: ela já acontece no plano terreno e envolve pessoas com qualidades humanas. São as sementes do amor cada vez mais pessoal e carnal que se consolidará na Europa. Até o final do século XIX, as mudanças culturais e mitológicas já enumeradas demoravam décadas, até séculos para acontecer. Isso mudou de maneira determinante no século XX, quando tudo se acelerou. Duas grandes guerras mundiais, a ascensão e queda do comunismo e o turbilhão dos anos 60 foram mais do que suficientes para fragilizar consensos e mitos até então bem alicerçados, como o de que um casamento só funcionaria com os papéis de homem e mulher bem estabelecidos. Daí conceitos que o senso comum consagrou foram perdendo a credibilidade. Não é a toa que um dos mais respeitados historiadores da atualidade, o inglês Eric Hobsbawm, batizou essa centena de anos de “breve século XX” e falou em uma era de extremos para identificar o período. É nesse contexto que se criou boa parte das afirmações que são desmistificadas pelos estudiosos. Especialistas e pesquisadores procuraram explicar a origem dessas máximas, com base em estudos e teses acadêmicas recentes, de centros de excelência no Brasil e no Exterior. E, principalmente, porque hoje elas podem ser consideradas mitos. Mas, como vivemos uma época de mudanças que ocorrem com cada vez mais rapidez, amanhã elas podem voltar a ser consideradas verdades absolutas, para depois ser derrubadas novamente...
Os primeiros registros de mitos sobre o amor surgiram na Grécia Antiga. Um deles fala da paixão platônica
“A concepção que temos do amor é a essência das nossas relações pessoais, mas hoje vivemos no tempo do amor líquido”, reforça o professor Gonçalves, da PUCCAMP, valendose de uma imagem comumente usada por um dos grandes teóricos da modernidade atual, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, também professor, só que das Universidades de Varsóvia, na Polônia, e de Leeds, na Inglaterra. “Essa é a era da impermanência e da volatilidade das relações humanas e isso tem reflexos inevitáveis no nosso entendimento de tudo. Inclusive do amor.”

João Loes e Verônica Mambrini

Cerveja liberada para hidratar o corpo?


O nome já aponta o culpado: barriguinha de chopp. Mas será que este é realmente o vilão responsável pela gordura a mais na região abdominal?No entanto, o estudo não traz novidades para aqueles que são adeptos à "bebida com moderação". Pois, segundo a nutricionista, Lucinete Souza, a ingestão freqüente e exagerada de cerveja pode levar a um excesso de peso sim. "A cerveja ingerida em excesso associada à falta de exercícios e uma alimentação incorreta colabora para uma barriga a mais, já que o acúmulo de gordura se concentra mais na região abdominal", esclarece ela.Outro fator agravante é que o choppinho geralmente vem acompanhado de amendoim, batata frita, queijo ou outros petiscos bastante calóricos. Além disso, o efeito diurético do álcool contido na cerveja aumenta a produção de urina, favorecendo a eliminação de vitaminas e minerais, antes que eles sejam absorvidos pelo organismo.A nutricionista diz que a dose recomendada de cerveja é de uma lata de 290 ml para as mulheres e duas para os homens, por dia. Esta quantidade não causa nenhum mal para a saúde e para o físico.Outra dica dada por Lucinete são as versões light da bebida. "Uma lata de cerveja light possui 3 % de teor alcoólico e 77 calorias, já a cerveja comum tem 5% de teor alcoólico e 122 calorias", compara ela.Sobre a "crucificação" da cerveja como o principal vilão da barriguinha saliente, a nutricionista explica que qualquer bebida alcoólica ingerida em excesso aumenta as calorias do dia-a-dia e pode fazer a pessoa engordar. O importante é saber dosar.

Confira a lista de calorias de algumas bebidas:

- Caipirinha sem açúcar (200 ml) = 126 calorias-

Caipirinha com açúcar (200 ml) = 187 calorias-

Champagne (100 ml) = 85 calorias-

Licor (30 ml) = 116 calorias-

Marguerita (50 ml) = 140 calorias-

Martini (50 ml) = 135 calorias

Acabe com o trauma do tchau


Algumas vezes, o momento do "tchau" pode ser um trauma para as mulheres. Usar regatas também pode ser um martírio para quem está com o tríceps, músculo localizado na parte posterior do braço, fora de forma.» Veja como você exercitar o tríceps sem sair de casa » "O tríceps não é um músculo muito ativado, principalmente por quem é sedentário. Quem está acima do peso também acumula gordura no local, o que deixa a aparência pior", ressalta Mauro Cardaci, coordenador de musculação e lutas da Fórmula Academia. A maneira mais indicada para reduzir a flacidez deste músculo é procurar uma academia de ginástica e optar por exercícios específicos, indicados por um professor de educação física. O trabalho mais eficaz é feito com o uso de pesos, mas alguns esportes também podem ajudar. Boxe, natação e tênis também são boas opções para trabalhar o tríceps. Cardacci também alerta que o músculo não deve ser exercitado sozinho. É preciso equilibrar com outros atividades para o braço, para não gerar uma desigualdade muscular.Exercícios para iniciantes:Mulheres sedentárias e que pretendem iniciar os exercícios para o braço devem começar com o peso entre 0,5kg e 1kg. Fazer duas séries do exercício, com 15 ou 20 repetições.Com o tempo, pode-se aumentar o número de séries. Posteriormente, aumente o peso e reduza novamente as séries.Serviço:Companhia AthleticaInformações: 11 5506-3000www.ciaathletica.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Você é possessiva? se é tome Cuidado



Possessivo, segundo a definição do dicionário, é aquele que se acha dono de algo ou alguém, ou mesmo, a pessoa que quer tudo para si. Trata-se de um adjetivo cada vez mais comum, principalmente quando há amor, admiração e carinho em jogo.
Se você é daquelas que controla todos ao seu redor, pare já! Além de não ser nada saudável, só demonstra a sua insegurança
Possessivo, segundo a definição do dicionário, é aquele que se acha dono de algo ou alguém, ou mesmo, a pessoa que quer tudo para si. Trata-se de um adjetivo cada vez mais comum, principalmente quando há amor, admiração e carinho em jogo. Apesar de estar ligada a sentimentos “nobres”, a possessividade não pode ser considerada algo saudável em nenhum tipo de relação. A prova disso é que não faltam exemplos, seja na dramaturgia ou na realidade estampada nas páginas dos jornais, sobre os problemas que a sensação de posse pode causar a uma pessoa. Das cenas de ciúmes, às brigas terríveis que levam ao rompimento da relação, até o pior dos casos, quando a obsessão é tamanha que provoca os famosos “crimes passionais”. “O principal risco é exatamente o que o possessivo mais teme: a perda”, afirma a consultora emocional Rennata Alarcon. “Ninguém gosta de sentir que é propriedade do outro. O que queremos é ter alguém ao nosso lado que seja companheiro, amigo e cúmplice; é ter um amor, não um dono”, revela. A psicoterapeuta especializada em casais, Laila Pincelli, concorda e acrescenta: “Toda relação em que não existe equilíbrio entre as pessoas envolvidas acaba gerando dificuldades a curto ou longo prazo. A necessidade de possuir o outro pode ser muito destrutiva, arrasa o relacionamento e destrói a autoestima do casal”. Quem já sentiu na pele as consequências da possessividade, tanto de um lado como do outro, sabe que o fim do relacionamento acaba sendo inevitável e, pior, sempre muito doloroso. Como o caso da enfermeira Vanessa Almeida, 29 anos, que chegou a mudar de cidade para ir atrás do ex-noivo, que já estava em outra. “Ele terminou comigo, mas eu não aceitava, para mim ele era meu e ponto. Fui atrás dele em Santos e descobri que ele tinha pedido transferência para outra cidade por minha causa, exatamente para ficar longe de mim. Fiquei arrasada”, conta a jovem. “Eu não entendia o quanto minha possessividade sufocava ele, ao ponto de ele achar que só conseguiria se ver livre de mim se fosse para outro lugar. Meu mundo caiu”. Três anos depois, Vanessa finalmente se sente curada da dor e pronta para um novo amor, após muita terapia. De acordo com a psicóloga Laila Pincelli, a possessividade geralmente dificulta o desenvolvimento emocional, profissional e pessoal dos envolvidos, principalmente daquele que é objeto da posse. “Quando é assim, não existe espaço para a expressão espontânea dos sentimentos, pensamentos e desejos. A tendência é passarem a restringir seus contatos apenas à própria relação. Em casos mais graves, há o risco do relacionamento se tornar agressivo. Esta problemática independe do gênero e está relacionada a questões de insegurança, baixa autoestima e dificuldade de confiar nos outros e em si mesmo”, afirma. Todos os tipos de relacionamento podem ser afetados pela possessividade. A dona de casa Mariana Camargo, 54, se viu perdida quando a única filha foi morar em outra cidade. “Comecei a ligar umas dez vezes por dia para ela, precisava saber todos os seus passos, ficava fora de mim quando ela não atendia ao telefone ou não me ligava de volta”, conta. “Uma vez cheguei a pegar o carro e ir atrás dela, queria saber o que ela estava fazendo, com quem estava envolvida. Quando ela não voltava nos fins de semana, eu fazia uma cena sem tamanho, e quando ela começou a namorar, nossa relação terminou de se afundar”, revela. Foi preciso muita terapia e ajuda do marido para que ela conseguisse se sentir segura novamente e domar a sua possessividade. Hoje, ela vive tranquila e a filha, que continua morando fora, já é casada e vem visitá-la quando pode. Ela aprendeu que as pessoas precisam de individualidade.
por Isabelle Lindote Fonte: Revista Uma/Ed.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Uma ligação entre câncer e Alzheimer?


Estudo identifica que o aparecimento de um diminui o risco do outro
As duas doenças que mais ameaçam os idosos podem estar relacionadas. A suspeita vem ganhando força depois de uma descoberta dos pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Washington: eles identificaram que pessoas com doença de Alzheimer têm menos risco de desenvolver câncer. O inverso também foi atestado, ou seja, os portadores de tumores malignos desenvolvem menos o problema de saúde que destrói a memória.
As conclusões estão descritas nos arquivos da Academia Norte-Americana de Neurologia e foram divulgadas pela Agência FAPESP (Federação de Apoio à Pesquisa de São Paulo). O próximo passo é investigar melhor a relação entre as duas enfermidades. A esperança é, ao descobrir a relação entre câncer e Alzheimer, tentar identificar em paralelo novas possibilidades de tratamento dos problemas que tendem a ser cada vez mais comuns com o aumento da expectativa de vida da população mundial.
Para chegar ao indício da ligação entre as duas doenças, 3.020 pacientes com mais de 65 anos foram acompanhados por uma média de cinco anos. No início do estudo, 164 pessoas estavam diagnosticadas com Alzheimer e 522 com câncer. De acordo com o estudo, para aquelas que tinham Alzheimer no início da pesquisa, o risco de desenvolver câncer foi reduzido em 69%. Entre as com diagnóstico de câncer o desenvolvimento da doença que afeta a memória diminuiu 43%.
Os dados da relação entre câncer e Alzheimer ainda estão em fase muito inicial. No entanto, existem mais semelhanças entre os dois. As duas doenças são intimamente ligadas ao envelhecimento populacional. Tanto que são mais diagnosticadas em Estados que concentram maior número de idosos. Outro ponto em comum são as formas de prevenção e de postergar o aparecimento dos sintomas. A dupla – alimentação saudável e exercícios físicos – é a mais indicada para as duas doenças.
Cenário brasileiro
Para 2010, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) projeta 489.270 novos casos de câncer. Sobre Alzheimer, a Academia Brasileira de Neurologia (ABN) diz que a estimativa é de que 7% da população com mais de 65 anos conviva com algum tipo de demência, 50% deles causados pelo mal de Alzheimer. Sônia Brucki, membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da ABN diz que entre os analfabetos a incidência é maior, de 11%.
Assim como câncer, lembra Sônia, o Alzheimer também apresenta melhores respostas quando diagnosticado precocemente. “Apesar de já terem aparecido vários personagens nas novelas e filmes portadores de Alzheimer, as pessoas ainda têm dificuldade em identificar a doença. Os casos chegam já em estágio avançado”, afirma a especialista. Por isso, é preciso atenção com as falhas de memórias recorrentes, além de mudanças de comportamento, como agressividade e tristeza.
Para os tumores malignos, o tratamento com quimioterapia e radioterapia pode até eliminar em 100% os tumores. Para o Alzheimer ainda não há cura diagnosticada, mas os especialistas reiteram que existem muitas formas de amenizar as seqüelas e retardar os efeitos mais nocivos, com uso de medicamentos e diferentes terapias. Sônia Brucki diz que alguns hábitos são importantes para protelar o aparecimento da doença: fazer atividades que usem o raciocínio, como leitura, cinema e palavras cruzadas. “Estar sempre disposto a aprender coisas novas, como computação, também é uma ótima receita” diz.
Fernanda Aranda, iG São Paulo

UM BUMBUM NOTA DEZ!



Sempre dá tempo para deixar o bumbum mais firme e lisinho para este verão – garimpamos três técnicas que vão ajudá-la a vestir o biquíni com muito orgulho! Peeling de ácido glicólicoNada mais é do que uma esfoliação profunda – a substância utilizada retira as camadas superficiais da pele, deixando-a macia, uniforme e lisinha. O método também acaba com a foliculite, aquelas bolinhas que, vira e mexe, aparecem no bumbum. De acordo com o médico Nelson Rosas, especialista em medicina que cuida da estética da clínica Longevitá, no Rio de Janeiro, o resultado surge em três ou quatro sessões – cada uma delas dura aproximadamente 20 minutos. “Embora o ácido glicólico não seja fotossensível, é melhor evitar a exposição direta ao sol logo após o tratamento. Outra recomendação é não puxar a pelinha que fica soltando da área”, diz Nelson. Preço da sessão: a partir de R$ 120,00. DigluteoO método, que promete maior firmeza ao bumbum em duas semanas, reúne três aparelhos: o S1, que trabalha todos os grupos musculares da região ao mesmo tempo; o F1, que só põe os grupos musculares dos glúteos para se exercitar; e o Skintonic, que devolve elasticidade e rigidez à pele. A sessão sai por R$ 199,00 na clínica Dicorp, no Rio de Janeiro. Harmony Trata-se de um aparelho multiuso – só para ter uma idéia, ele é eficiente no combate às estrias brancas (mais antigas) ou vermelhas (mais recentes), manchas de sol, cicatrizes de acne... Não é tudo de bom para o bumbum? De acordo com a médica Tatiana Cerqueira, especialista em medicina que cuida da estética da clínica Onodera, no Rio de Janeiro, o equipamento combina luz intensa pulsada e laser Erbium fracionado. Assim, o Harmony chega às camadas mais profundas sem provocar danos superficiais à pele, embora a cliente sinta um ardor na hora e após a aplicação também – para aliviar o incômodo, basta fazer compressas com soro fisiológico ou água gelada e não se expor ao sol nos dias seguintes. O preço da sessão, que dura cerca de 30 minutos e deve ser feita uma vez por mês ou conforme avaliação médica, é a partir de R$ 300,00.
Tratamento Digluteo, clínica Dicorp, Rio de Janeiro

Paula Lima

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Metabolismo a mil por hora!



Aprenda estratégias para acelerá-lo e queime calorias como nunca


Quando comemos, nosso metabolismo logo entra em cena, transformando as calorias na energia que precisamos para viver e realizar as mais diversas atividades, como tomar banho, trabalhar, fazer academia... Por questões genéticas, algumas pessoas realizam esse trabalho de forma mais acelerada do que outras, resultando em um gasto calórico maior. A boa notícia é que, independente do que diz seu DNA, é possível aumentar a velocidade do metabolismo, transformando-o em uma verdadeira máquina de queimar calorias. Confira!

Pimenta e canela: inclusão na dieta estimula o organismo a gastar mais energia
Aliados na cozinha. Segundo a nutricionista Catarina Stocco, da clínica Dietclin, de Curitiba (PR), alguns alimentos são capazes de estimular o metabolismo a gastar mais energia mesmo quando você está em repouso. “Eles também atuam na diminuição da inflamação, uma das causas de obesidade”, completa. Mas, para sentir os efeitos na cintura, deve-se incluí-los com regularidade na alimentação, combinado? Agora, pegue a listinha do mercado e anote o que não pode faltar na sua despensa e como deve ser o consumo.
Chá-verde: de 2 a 4 xícaras por diaCafé: 1 xícara antes dos exercíciosPimenta vermelha: uma pitadinha por dia, no molho ou na comidaGengibre: 1 colher (café) de folhas picadas por dia. Use em alimentos ou sucosFarinha de linhaça: 1 a 2 colheres (sopa) por dia Curcuma (açafrão-da-terra): 1 colher (café) por dia, adicionada à comidaPeixe: 100 a 150 gramas, de 2 a 3 vezes na semanaBrócolis: 1 xícara (chá) por diaCacau: 1 quadradinho ou 30 gramas de chocolate amargo por diaChá de hibisco: 2 a 3 xícaras por diaAlgas: 1 folha, 2 vezes por semana, adicionada aos alimentosSemente de mostarda: 1 colher (chá) por dia. Salpique na comidaCanela: 1 colher (chá) ao diaVinagre de maçã: 1 colher (chá) por dia. Use para temperar a salada Frutas cítricas (como laranja e kiwi): 1 a 2 unidades por diaAlecrim: 1 colher (sobremesa) por dia. Adicione aos alimentosAzeite de oliva extra-virgem: 1 a 2 colheres (sopa) por dia
Turbine o treino
Sabia que dá para continuar despachando calorias depois da academia, quando você já está em casa, assistindo à televisão? Para realizar essa façanha, basta providenciar pequenos ajustes no treinamento. “O segredo é manter o consumo de oxigênio elevado mesmo depois da malhação”, conta Amanda Alves Costa, professora da Cia Athletica e do CEU Uirapuru, de São Paulo (SP). Como? É simples, veja só:
Nos exercícios aeróbicos
“Na esteira, prefira fazer pequenos intervalos em uma velocidade desconfortável e depois descansar em um ritmo mais tranqüilo a ficar o tempo inteiro no nível intermediário. Isso porque os ajustes de intensidade fazem o consumo de oxigênio disparar”, descreve a profissional. Para quem gosta de aulas com mais interatividade, uma boa pedida é o spinning (na bicicleta ergométrica), que trabalha o tempo inteiro com variações de esforço.
Na musculação
Já para as que curtem puxar ferro a recomendação é fazer intervalos curtos entre uma série e outra – 30 segundos já está ótimo. O truque para não cansar e precisar diminuir o peso é trabalhar dois músculos ao mesmo tempo. “Faça uma série de 15 repetições para braço e, ao invés de ficar descansando ao lado do aparelho, realize uma série para o bumbum. Assim, você se mantém sempre acelerada”, ensina Amanda.

Acelerador: intercalar esteira e musculação aumenta e prolonga o gasto calórico
Combinando musculação + aeróbico
Aliar as duas atividades é uma excelente estratégia para o consumo de oxigênio subir. A dica da professora da capital paulista é fazer alguns minutos de esteira ou bicicleta toda vez que completar um exercício de musculação (com 3 séries de 15 repetições). “Você alia os benefícios das duas atividades e, de quebra, garante que o metabolismo continue a todo vapor mesmo depois do fim do treino”.
Mudança de hábitos
Quando o assunto é dar um gás no gasto calórico, algumas regrinhas de comportamento valem ouro. Ter uma boa noite de sono é uma delas. “É nesse período que tudo acontece: hormônios são liberados, forma-se a massa magra, etc. Por isso, se não dormir bem, o organismo tende a ficar desregulado durante o dia”, explica a nutricionista da Dietclin.
Comer várias vezes durante o dia também faz parte dos mandamentos para ativar o metabolismo. Isso porque, se ele não tiver descanso, não entrará no modo “superlento”. Aí que sai ganhando (ou melhor, perdendo) é sua cintura. Catarina lembra, no entanto, que à noite o metabolismo também merece uma pausa, por isso, o ideal é jantar cerca de três horas antes de ir para a cama. “Nesse momento, ele não trabalha tanto a seu favor, então nada de exagerar na comilança. O ideal é repetir a refeição do almoço ou optar por uma sopa de legumes. Se não for possível, faça um lanche completo, com pão integral, salada verde e outros vegetais e proteína magra, como atum, sardinha, peito de peru, presunto magro ou ovo mexido”, finaliza.


Thaís Manarini, especial para o iG São Paulo 19/01/2010 07:15

Faça calabresa com pimentão queimado e cebola carameladao



Em uma parte da família do marido há um hábito muito importante, que é cultivado a cada reunião familiar: Aperitivar. A palavra não existe nos registros formais da língua portuguesa, mas é tão usada na família que já faz parte do nosso vocabulário. Antes de cada refeição conjunta, as primeiras taças de vinho são servidas sempre acompanhadas de alguns acepipes saborosos e de boa conversa, para aquecer os estômagos e os assuntos na hora da refeição principal. Com rodelas de pão francês ou italiano, ou sozinha para comer de palitinho, a linguça abaixo é uma ótima opção para longas sessões de aperitivo. Que tal ganhar uma nova palavra? Quer aperitivar também?
Calabresa com pimentão queimado e cebola caramelada-
1 pacote (500g) de linguiça fina enrolada-
1 pimentão vermelho grande-
2 cebolas grandes-
1 colher de sopa de açúcar- azeite, sal e pimenta a gosto
Coloque o pimentão lavado sobre a boca do fogão e deixe a casca queimar bem. Enrole o pimentão queimado em filme plástico e reserve. Leve ao fogo as cebolas cortadas em finas fatias uniformes, com um pouquinho de azeite e sal, e deixe cozinhando em fogo baixo até amolecerem bem. Acrescente o açúcar e cozinhe até dourarem bonitas.
Junte então a linguiça cortada em rodelas e deixe fritando. Enquanto a linguiça frita, volte ao pimentão. Desembrulhe e retire as cascas queimadas. Abra o pimentão, descarte as sementes e corte em tiras similares às das cebolas. Quando a linguiça estiver suficientemente frita e dourada, coloque o pimentão junto da mistura, prove o tempero e pronto. Vá aperitivar.
Aperitivando em: receitas aperitivo salgado

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Livro ensina como ser feliz no segundo casamento

Para a autora, depois dos 35 anos fica mais difícil se entregar ao amor

Por Minha Vida

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O livro Faça o Seu Segundo Casamento Dar Certo (Editora Academia) , da ex-miss Colômbia Rosaura Rodríguez, renova as esperanças de mulheres divorciadas que, depois dos 35 anos, se viram novamente disponíveis no mundo da paquera.

Com senso de humor e muita sutileza, ela conta as agruras de tentar um novo casamento após 11 anos de divórcio e ensina como lidar com a sensação de se ver desprotegida depois de viver tanto tempo com alguém.

Para a autora, a maior dificuldade de se divorciar é a idade em que isso geralmente acontece, pois, quando a pessoa já se encontra na casa dos 35, o amor ganha outra conotação e fica mais difícil se entregar a este sentimento sem tantas exigências.

O livro Faça o Seu Segundo Casamento Dar Certo é um manual muito bem humorado e didático, de dicas para quem sonhou em ser feliz para sempre com alguém, se decepcionou e agora tenta ser feliz com outra pessoa.

"O amor deveria ser proibido, legal e socialmente, depois dos 35 anos. Não é a mesma coisa apaixonar-se com 20 anos e com 40. O frio na barriga se confunde com gastrite; os suores e calores, com a menopausa; o coração acelerado, com excesso de cafeína, e a sensação de estarmos desorientados se assemelha mais à possibilidade de Alzheimer que à tolice própria da paixão", afirma a autora.

Rosaura estudou jornalismo na Universidade de Miami, foi repórter de televisão e escreveu vários livros em que aborda, com senso de observação, os relacionamentos modernos e as mudanças da mulher contemporânea.

Livro: Faça o Seu Segundo Casamento Dar Certo
Autora
: Rosaura Rodriguez
Editora: Academia

domingo, 17 de janeiro de 2010

Perfume de cerveja é cheirosinho e afrodisíaco

Empresa de Seattle bola produto que ajuda mulheres a atrair os homens

Divulgação
Não vá beber esse frasco, por favor! Usa-se no corpo, sem colarinho

Chegou ao mercado o produto que vai ajudar as mulheres a atrair homens e salvar o planeta ao mesmo tempo. Uma empresa de Seattle, nos Estados Unidos, criou esse produto revolucionário. Se vai funcionar ou não, é melhor esperar. Mas o perfume feito de cerveja, o EOS, promete muito.

Os químicos bolaram a fragrância com sobras da produção de uma cervejaria local. É feita com uma mistura de grãos com uma lama preta gosmenta – mistura de milhares de bactérias diferentes. Essa gosma substitui o petróleo na produção do perfume, o que torna a fabricação não prejudicial ao meio ambiente.

A empresa Blue Marble Energy já anunciou que colocará no mercado versões masculinas do EOS. Mas é com elas que o perfume deve fazer mais sucesso. O aroma é doce e suave, diz o fabricante.

Qual é o macho de verdade que não adora a combinação entre mulher e cerveja? Já deve ter cara sonhando com uma colônia com cheiro de amendoim para acompanhar o EOS.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Dormindo com o inimigo


Cama e sofá são os locais que concentram mais ácaros dentro de casa

Pesquisa encontrou mais de 900 ácaros por grama de poeira colhida nas camas analisadas
Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revelou que embaixo dos lençóis e travesseiros existe um zoológico microscópico. A população destes pequenos habitantes é incalculável e não há aspirador de pó capaz de eliminá-los por completo.
Resistentes, os ácaros são agentes altamente estimulantes de alergias. Segundo o estudo, eles estão em maior número justamente nas camas, o paraíso para a reprodução animal e o inferno para quem sofre de crises respiratórias.
Os especialistas dizem que a poeira doméstica é responsável por 90% dos casos de doenças respiratórias como asma, rinite, bronquites e faringites. Para constatar quais espécies animais deste tipo encontram abrigo nas residências, o professor do Departamento de Medicina Animal da Unicamp, Ângelo Prado, partiu para uma faxina em nome da ciência. Prado e outros pesquisadores visitaram 58 casas de Campinas (interior paulista) e encontraram mais de 18 tipos de ácaros, a maioria deles “deitados” nos colchões.
“As camas e sofás têm condições ideais para a concentração dos ácaros. A temperatura ambiente sempre é mais quente (25ºC), a preferida deles. Além disso, os pêlos do corpo e fragmentos de pele servem de alimento para os ácaros”, explicou o pesquisador Ângelo Prado.
De acordo com os dados divulgados, em cada grama de poeira doméstica colhida dos sofás e das camas pesquisadas havia uma média de 900 a 950 ácaros. Nas cortinas, eram 320 bichos por grama e nas dispensas de alimentos 350. Os tapetes também apresentaram grande quantidade de ácaros (750 por grama de poeira) – mas nada comparado ao local escolhido pelas pessoas para descanso e eleito pelos microscópicos animais para o “banquete” (resultados publicados na revista científica da Federação de Apoio à Pesquisa de São Paulo, FAPESP). Para se ter uma ideia do efeito, os especialistas calculam que 500 ácaros por grama de poeira são suficientes para desencadear crises respiratórias.
Eliminação do problema
O pesquisador da Unicamp conta a primeira associação entre cama e alergia foi feita em 1680. “Os pesquisadores atestaram que as arrumadeiras tinham mais crise de asma enquanto faziam as camas”, explica Prado. Desde então, a ciência e os alergistas passaram a procurar formas de amenizar o problema. A cautela é maior em épocas quentes como verão, pois, em temperaturas mais altas, a proliferação dos incômodos bichinhos é maior. Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Eduardo Henrique Genofre, se no inverno as crises respiratórias são influenciadas pelo frio que diminui a imunidade do corpo, no calor a fonte de disseminação do problema são estes elementos microscópicos.
“As pessoas viajam mais para casas de praia e campo, que ficaram fechadas por muito tempo. O pó, mofo e bolor estão em maior quantidade e podem provocar as inflamações dos pulmões e das vias respiratórias”, afirma. “A orientação é fazer uma faxina na véspera e a pessoa que costuma ter crises deve evitar chegar ao local antes de ser limpo. Outro lembrete muito importante é não esquecer da limpeza dos carros. Os estofados também ficam cheios de ácaros”.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 2% da população mundial tenham predisposição para a alergia respiratória. No Brasil, os médicos alergistas já calcularam índices de 10% e 15% dos habitantes com o problema. Eliminar os ácaros é tarefa impossível, mas há maneiras de amenizar as crises e os problemas. A seguir, nove dicas fornecidas pelo especialista Ângelo Prado.
Combatendo os ácaros
1) Lave as roupas de cama com água quente

2) Coloque capas em sofás, camas e travesseiros e lave-os a cada sete ou dez dias

3) Mantenha a casa sempre limpa e não esqueça dos cômodos pouco utilizados, como dispensas

4) Em casas com crianças, idosos e pessoas com histórico de crise respiratória evite cortinas e carpetes

5) Em casas de praia ou campo faça faxina na véspera da utilização

6) Use dispositivos para evitar a umidade de armários

7 (já existem embalagens próprias vendidas em supermercados)

8) Não esqueça de limpar os estofados do carro

9) Limpe bem os ventiladores e aparelhos de ar condicionado antes da utilização para evitar a poeira doméstica

Fernanda Aranda, iG São Paulo 16/01/2010 08:36

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ver TV por mais de 4 horas ao dia eleva risco de morte, diz estudo


da Efe, em Sydney

Passar mais de quatro horas por dia em frente à televisão aumenta o risco de sofrer doenças cardiovasculares e inclusive o de morrer, revela um estudo divulgado hoje pela imprensa australiana.

Segundo os pesquisadores, a probabilidade de sofrer doenças cardiovasculares para quem passa mais de 240 minutos por dia diante da televisão é 80% superior e a de morrer aumenta 46%.

Reduzir horário de TV à metade evita ganho de 6 kg ao ano
Drogas e estilo de vida ruim favorecem infarto precoce

Concretamente, cada hora em frente a uma televisão representa um risco de morte 11% maior, de acordo com a pesquisa realizada com 8.800 pessoas e divulgada na publicação científica "Circulation: Journal of the American Heart Association".

O cientista David Dunstan, do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, na cidade australiana de Melbourne, afirmou que o problema é causado pela falta de mobilidade, que impede que o organismo processe de maneira adequada açúcares e gorduras. Não importa que se façam exercícios diários --o dano vem do tempo prolongado que se passa sentado diante de uma tela, segundo Dunstan.

As 8.800 pessoas pesquisadas, entre 25 e 50 anos de idade e que se uniram ao projeto entre 1999 e 2000, realizavam entre meia e uma hora de exercícios diários e, no entanto, 284 morreram em seis anos.

Dunstan indicou que a pesquisa enfocou particularmente os casos de gente que vive junto à televisão, mas as conclusões são aplicáveis a qualquer outra atividade sedentária, como as pessoas que passam o dia jogando computador. O pesquisador lembrou que "o corpo humano foi feito para se movimentar".

Acabe com a barriguinha depois da gestação


Reconhecendo os motivos é mais fácil acabar com o problema e apresentar uma barriga linda durante o verão

Os motivos que levam a aparência de um abdome mais abaulado e flácido após a gestação são:
1. Excesso de gordura abaixo da pele
2. Excesso de pele
3. Flacidez da musculatura abdominal

Todas estas características podem aparecer associadas ou isoladas.

- O excesso de pele aparece em quase todos os casos e se deve ao grande aumento do volume abdominal, que causa um estiramento da pele. Após o nascimento do bebê são raros os casos nos quais a pele retorna a sua aparência inicial, o que chamamos de uma boa retração da pele. O tratamento para a pele flácida envolve a retirada de seu excesso através da abdominoplastia ou dermolipectomia abdominal.

Os principais motivos são excesso de gordura, excesso de pele e flacidez da musculatura

- O excesso de gordura aparece quando há um aumento do acúmulo gorduroso no abdome durante a gravidez, geralmente por dieta inadequada, comum naqueles casos onde houve um grande ganho de peso. O tratamento para esta condição começa com sua prevenção durante a gestação através de dietas adequadas. Alguns meses após o parto, caso a paciente esteja acima de seu peso ideal, devem ser associados dietas e exercícios físicos, e para gorduras localizadas pode-se associar uma lipoaspiração como parte do tratamento cirúrgico.

- A flacidez muscular ocorre pela separação dos músculos chamados ?retos abdominais?, que ocorre também pelo grande aumento do volume abdominal. Esta flacidez muscular faz com que o conteúdo do abdômen (órgãos abdominais) apareçam mais projetados quando a paciente fica na posição ortostática (de pé), provocando um abaulamento da parede abdominal.

Mulheres ganham mais peso após casamento do que os homens


Mudanças nos hábitos alimentares e gravidez provocam o ganho de peso

Por Minha Vida

Antes do romance, o corpo é mais enxuto. Depois, o manequim ganha números a mais. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, comprovou que mulheres engordam 10 quilos, em média, após assumirem compromisso estável.

Segundo os cientistas, a média entre os homens é de 7,5 quilos. Os pesquisadores ouviram mais de 6 mil mulheres australianas por um período de 10 anos. No início, as idades variavam entre 18 e 23 anos. Cada mulher respondeu periodicamente um questionário com mais de 300 perguntas sobre peso e altura, idade, escolaridade, atividades físicas, tabagismo, consumo de álcool, remédios usados e uma ampla gama de outras questões de saúde.

Após ajustar outras variáveis como o uso de cigarro e bebidas, os cientistas constataram que o ganho de peso em uma década para uma mulher com 70 quilos é de 10 quilos se ela teve um filho e um parceiro ou de 7,5 quilos se ela teve um parceiro, mas não um filho.

Os cientistas garantem que não há motivo para acreditar que ter um companheiro causa alterações metabólicas, então o ganho de peso entre mulheres sem filhos vivendo com alguém, segundo eles, é causado por alterações comportamentais.

No final do estudo, publicado na edição de janeiro do The American Journal of Preventive Medicine, mais da metade das participantes tinha diploma universitário, cerca de 3/4 tinham parceiros, e metade havia tido pelo menos um bebê.

Praticamente todo o ganho de peso ocorreu com o primeiro filho; nascimentos subsequentes surtiram pouco efeito. Também ao final do período do estudo, havia menos fumantes e bebedores de risco do que no início, além de mais mulheres que se exercitavam menos e uma proporção maior sem um emprego remunerado.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PELE SENSÍVEL, COMO BUMBUM DE BEBÊ


Ela normalmente é fina, seca, clarinha, fica vermelha com facilidade e pode até apresentar acne em fases mais críticas. Estamos falando da pele sensível, que muitas vezes também arde, coça e descama. Se o seu rosto tem essas características, saiba que você não está sozinha: de acordo com dados mundiais da indústria cosmética, 40% das mulheres entre 25 e 45 anos sofrem com o problema. Para combatê-lo do jeito certo, o ideal é consultar um dermatologista, pois o tratamento deve ser personalizado. “De um modo geral, não aconselho o uso de esfoliantes e ácidos”, afirma a dermatologista Edislene Viscardi Valbão, de Blumenau (SC).”

Segundo a médica, sabonetes abrasivos e corticóides tópicos também precisam ficar longe da nécessaire de quem possui pele sensível, que é determinada pela genética e agravada por fatores como o stress, por exemplo.“Outras recomendações são evitar o sol e o consumo de bebidas alcoólicas, já que a vasodilatação causada por eles deixa a face avermelhada”, garante Edislene. Aqui vão mais algumas dicas para reduzir a sensibilidade:

Só utilize dermocosméticos e protetores solares hipoalergênicos.

Lave o rosto com sabonetes que tenham pH neutro.

Não faça peeling com ácidos nem microdermaabrasão.

Aposte em tratamentos com luz pulsada, capaz de reduzir a vascularidade da pele e aumentar sua resistência. Para ter benefícios são necessárias três sessões, em média.

Se o rosto apresentar acne, é importante se submeter a um tratamento à base de antibióticos.









Trair faz bem para o homem, defende psicóloga francesa

WILSON DELL'ISOLA
Colaboração para o UOL
  • Getty Images

    Infidelidade acompanha os relacionamentos amorosos em qualquer contexto e cultura

Maryse Vaillant, uma das mais famosas psicólogas francesas da atualidade, causou polêmica ao defender, em livro recém-lançado na França, que a infidelidade masculina faz bem para o relacionamento e para a autoestima do homem. Na publicação "Les hommes, l'amour, la fidélité" (Os homens, o amor, a fidelidade), a autora afirma que para a maioria dos comprometidos a infidelidade é quase inevitável e essencial para o funcionamento psíquico – e que apesar de pularem a cerca, eles não deixam de amar suas mulheres. A psicóloga não para por aí: “Os homens que não têm casos extraconjugais podem ser portadores de uma fraqueza de caráter, por negarem as suas vontades”.

Antes que você, homem, saia correndo para comprar o livro e justificar um possível flagra, é bom saber que a maior parte da mulherada não assina embaixo daquilo que diz a psicóloga. “Não faz o menor sentido, esse comportamento não está predefinido na testosterona, principal hormônio masculino. A traição não é compreensível só porque ele é homem. Se está compromissado, é porque escolheu estar com aquela pessoa. As pessoas têm o desejo, mas também têm o poder de controlá-lo”, opina Christina M*, advogada. Para a produtora fotográfica Simone Monteiro, os homens precisam saber de suas responsabilidades e dos reflexos negativos que a traição pode causar sobre a mulher enganada: “Se ele realmente gosta da sua companheira, não vai trair. É preciso ponderar que, caso ela descubra, as consequências psicológicas podem ser devastadoras”.

Mas a psicóloga não está sozinha na sua leitura pouco convencional do comportamento masculino. “Acredito que a sedução, o flerte, a conquista e, sobretudo, a variedade são um prazer para os homens. Intenso o suficiente para que sintam necessidade de trair. Neste aspecto, concordo: a infidelidade faz bem para a autoestima. Em contrapartida, acredito que só fará bem ao relacionamento se a infidelidade for casual, aquela que acontece por um motivo especial ou um mecanismo de afirmação sobre o que ele sente pela parceira fixa”, considera a jornalista Taís Lambert. Já a roqueira baiana Pitty, em fevereiro de 2009, deu a seguinte declaração: “Meu grilo não é o meu parceiro sentir desejo por outra pessoa. É o fato de eu não saber. Eu quero me sentir incluída. A mina é massa? É gostosa? Me leva junto!”.

O psicólogo especialista em relacionamento amoroso e professor do Instituto de Psicologia Experimental da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amélio da Silva, alerta que todos nós estamos sujeitos à traição amorosa, pois a infidelidade sempre acompanhou os relacionamentos amorosos em qualquer contexto e cultura – mesmo naquelas que tomaram medidas extremas para coibir. Com opinião conflitante à da psicóloga francesa, Amélio relata que a traição pode prejudicar o relacionamento: “Quando um parceiro se interessa fortemente por um terceiro, isto faz com que ele perca o envolvimento e a energia em relação ao parceiro oficial. O relacionamento se torna pouco estimulante, a atração sexual e romântica diminui muito e o clima negativo se instala, com quantidade excessiva de brigas”. Diferentemente do que ocorre com as mulheres infiéis, os homens são menos julgados. Seja por não engravidarem, seja pela anuência social, o fato é que eles ainda se sentem mais à vontade para se envolverem com outras. “Trair é o mesmo que enganar, seja na área afetiva ou sexual. Seja homem ou mulher, é preciso respeitar as relações”, opina o autor do livro “O mapa do amor” (Editora Gente).

O que eles dizem

As mulheres podem relatar diversas razões para infidelidade masculina. Mas o que eles podem dizer a respeito? A resposta é o tema do livro "The truth about cheating" ("A verdade sobre a traição", ainda inédito no Brasil), do terapeuta norte-americano M. Gary Neuman, que entrevistou 200 homens para descobrir os motivos para a infidelidade. Resultados:

  • Apenas 12% revelam ter traído as companheiras com mulheres mais atraentes
  • 40% confessam que conheceram a amante no trabalho
  • 48% dos homens relatam que o principal motivo para a traição é o infelicidade emocional
  • 77% dos infiéis têm amigos que já traíram as companheiras – essa convivência faz com que os homens enxerguem a infidelidade como algo aceitável
  • 67% se dizem arrependidos