
Publicada pelo blog cozinha fácil.



A opção de pagar um valor mínimo da fatura do cartão de crédito, que pode chegar a 10% do total das despesas efetuadas num determinado período, é onde está o maior perigo do dinheiro de plástico. Esta é a porta de entrada para o chamado crédito rotativo, uma modalidade de financiamento que tem um dos custos mais altos do mercado. A cada mês o valor da parcela irá aumentar, podendo não caber mais no orçamento. Para quem já deixou de pagar o cartão porque a parcela disparou, a melhor saída é procurar a administradora para negociar uma forma de quitar os débitos.
O cartão deve ser usado como facilitador de pagamento e não com a função de empréstimo. Para não cometer erros, o ideal é calcular os custos mensais para saber com antecedência quanto poderá gastar no cartão. Você deve administrar o seu limite. Se realmente precisar de crédito, o mais indicado é conversar com o gerente do banco. Pesquise sobre a linha de crédito mais indicada para o seu perfil e com custo compatível com o seu orçamento.
Leia o contrato
Antes de incluir um novo cartão de crédito na sua carteira, leia atentamente o contrato de adesão da operadora e administradora do cartão. No documento, você vai conhecer os custos do serviço, desde a adesão até a tarifa de anuidade. Identifique também quais são as taxas de juros cobradas no rotativo, pelo juro de mora (juro cobrado proporcionalmente ao período do atraso no pagamento), custos para saques (alguns cartões permitem retirar dinheiro em caixas eletrônicos) e as condições dos programas de benefício. Se você não encontrar as informações no contrato, pergunte à administração e faça uma confirmação por escrito.
No site do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo), há algumas orientações para o uso do cartão de crédito:
Procon -SP orienta sobre multa por atraso de pagamento
Procon-SP orienta sobre cancelamento de contratos


Ponto de Vista
Ademar Romano*
"O mundo seria um caos se todas as pessoas decidissem falar a verdade. Somos programados para mentir desde o princípio da humanidade. Os bons mentirosos são facilmente reconhecidos, adquirem melhor posição social e bons salários". Palavras do filósofo americano David Levingstone Smith, professor do Instituto de Ciência Cognitiva e Psicologia Evolutiva da Universidade de New England, nos Estados Unidos.
Por mais que neguemos os fundamentos do professor Smith, que contrariam o senso comum, o fato é que a mentira está em todos os lugares. O difícil é admitir que todos os humanos mentem, porque contraria o julgamento moral. Há os indivíduos que mentem para obter vantagem,"esta classificada como uma das piores. Outros para se proteger. Independentemente da forma, o certo é que os mentirosos profissionais levam sempre vantagem, porque conseguem ludibriar por bastante tempo. Pior que isso, a mentira é o sustentáculo das relações sociais. Na família, por exemplo, é comum os pais afirmarem que ensinam os filhos a não mentir. Será? E quando dizem às crianças que Papai-Noel existe, que mora no Pólo Norte e que os presentes são distribuídos por Ele, à zero hora! Que não é correto falar das mamárias caídas da vovó...
O fato é que os mentirosos mais hábeis são inteligentes, mas tão inteligentes, que detectam com extrema rapidez a vulnerabilidade de seus semelhantes. É o caso de grande número de políticos que captam com aguda precisão as aspirações dos eleitores menos esclarecidos. Mentem para se dar bem ou porque creem na própria mentira. A História Universal está repleta deles. Hitler, Napoleão, César, Bush, por exemplo. O primeiro mentira para dominar o mundo e porque desejava criar na Alemanha uma raça de sangue azul. O segundo mentiu quando liderou a Revolução Francesa com o lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade". Não cumpriu e o povo francês mergulhou na decadência física e moral. César, porque fabulou uma nova Roma edificada sobre as cinzas dos cristãos. Bush, porque declarou ao mundo que havia no Iraque poderosas armas de destruição em massa. Todos eles mentiram e tinham consciência disso. E acreditavam na própria mentira. Daí o poder de persuasão deles tornar-se maior.
As mentiras das pessoas comuns não são diferentes. É claro que as mentiras das pessoas notáveis têm graves consequências, apesar de que as diferenças, na média, sejam mínimas. As pessoas comuns também querem crer em suas mentiras.
Robert Feldman - psicólogo da Universidade de Massachusetts - concluiu em sua pesquisa que "as pessoas, a cada dez minutos de conversa, contam três mentiras." Questionado sobre quem mente mais: na política ou no casamento, David Smith respondeu que "é na política, porque os interesses não são comuns, diferentemente do casal que mente menos entre si do que aqueles que tentam iludir para levar vantagem."
Ainda bem que, num regime democrático, temos uma imprensa justa, livre, crítica e soberana para nos defender dos mentirosos profissionais. O jornal, por exemplo, é forte e indispensável aliado do dia-a-dia. Ele ajuda a decidir, produzir, possibilitando aos cidadãos movimentar-se dentro da sociedade com mais segurança e em situação vantajosa. Bem informados e atualizados, esses cidadãos, que leem jornal com regularidade, impregnam de lucidez as suas decisões. Afinal, jornal e democracia combinam muito bem.
Ademar Romano é professor federal e escritor, com experiência nos três graus de ensino

'ET' foi morto por adolescentes entre 14 e 16 anos em Cerro Azul. Pesquisadores investigam criatura, não catalogada como animal.
Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação. A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um ET por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem "Gollum", da trilogia "O senhor dos anéis". Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são "muito peculiares".
Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.


Ingredientes:
1/2 kg de charque cortado em cubos pequenos
1/2 de arroz
01 colher rasa (sopa) de banha
01 cebola média picada
03 dentes de alho amassados e picados
Preparo:
Afervente ligeiramente o charque, lave e escorra bem, derreta bem a banha em uma panela e coloque o charque para fritar, quando ficar bem dourado, junte primeiro a cebola depois o alho, mexa bem daí coloque o arroz, frite por alguns minutos.
Coloque água fervente + ou – dois dedos acima do arroz.
Acerte o sal, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo brando, até dar o ponto no arroz (ficar macio).
1) Se quiser decore com tempero verde picado
2) O Arroz de Carreteiro vai bem com feijão mexido
3) Em vez de aferventar o charque, deixe de molho em água fria no dia anterior ao preparo, trocando a água pelo menos três vezes.
Rendimento: 05 porções
Informações
Hoje é muito comum, se encontrar preparos de arroz com carne, seja fresca ou sobras de churrasco e denomina-lo como arroz de carreteiro, ou ainda, afirmar: - vou fazer um carreteiro de charque, ora arroz de carreteiro só se faz com charque, eventualmente podemos dizer carreteiro de charque quando queremos identificar o tipo de charque. Ex. carreteiro com charque de ovelha.
Bom, para entender bem a origem do Arroz de Carreteiro e sua maneira correta de prepará-lo, vou fazer um breve histórico.
No Rio Grande do Sul os tropeiros exerceram um papel importante na sua economia, transportando inicialmente o gado, depois transportando os comerciantes de couro. O tropeiro não parava com as suas idas e vindas. As longas andanças e as dificuldades para vencer as distâncias, fizeram com que lhes acompanhassem o carreteiro em cuja carreta levava os mantimentos. O charque e o arroz eram produtos indispensáveis, pois não pereciam com facilidade.
Normalmente o carreteiro era o responsável de fazer a comida dos tropeiros. O cozimento do charque, depois de dessalgado (muitas vezes o dessalgue era feito na beira de um rio) com o arroz, era um prato consistente e forte que os tropeiros apreciavam muito para recuperar as suas energias. Daí passou a chamar esta iguaria de Arroz de Carreteiro. Hoje tanto o gaúcho da campanha como o da fronteira acrescenta a cebola e o alho no preparo desse prato.
Receita e informações enviadas por Chef KAROL BEDNARZ
Professor de Gastronomia Gaúcha
UNIVATES – Centro Universitário – LAJEADO/RS
Receita típica do Rio Grande do Sul








Tradicionalmente, credita-se à cidade de Frankfurt, Alemanha, como local de origem da salsicha. A ponto de, em 1987, a cidade ter promovido um evento em comemoração aos 500 anos da iguaria, que teria sido inventada em 1484.
No entanto, algumas fontes indicam que o verdadeiro criador do produto teria sido o açougueiro alemão Johann Georghehner, da cidade de Coburg, no final do século 17. Ele teria, então, viajado a Frankfurt para divulgar sua novidade. Os moradores de Viena (Wien em alemão), na Áustria, chamam a atenção para o termo “wiener” como forma de provar que a invenção é deles.
Apesar da origem européia, a popularização da salsicha ocorreu nos EUA, a partir da contribuição de açougueiros europeus de várias nacionalidades que emigraram para aquele país.
Durante a Exposição Mundial de Colombo, uma feira que aconteceu em 1893 na cidade de Chicago, EUA, para comemorar os 400 anos de descobrimento da América por Cristóvão Colombo, o consumo de salsicha explodiu. Os visitantes gostavam do produto porque ele era fácil de comer, prático e barato.
No mesmo ano, salsichas tornaram-se o lanche padrão nos estádios de beisebol. O dono de um bar em St. Louis, Chris Von de Ahe, também proprietário de um time de beisebol, o St. Louis Brown, teve a iniciativa de vendê-las nos locais dos jogos.
Os primeiros sanduíches
Não se sabe ao certo quem teria sido o primeiro a servi-la com pão, mas um relato atribui a iniciativa a um imigrante alemão que teria vendido os sanduíches num carrinho de mão, durante a década de 1860, no bairro de Bowery, em New York, conhecido pelos saloons e frequência marginal.
Outro imigrante alemão, o açougueiro Charles Feltman, vendia tortas utilizando um carrinho para circular pelas ruas de Coney Island. Percebendo que não poderia competir com os pratos quentes dos restaurantes, decidiu vender um pequeno sanduíche com salsicha e pão, além da cobertura de mostarda e chucrute.
Em 1871, Feltman abriu uma banca, no mesmo distrito de New York, e vendeu 3.684 unidades no seu primeiro ano de trabalho. O sucesso inicial permitiu a Feltman abrir um restaurante, o Feltman´s German Beer Gardens. Em 1913, ele contratou Nathan Handwerker para ajudá-lo no restaurante por um salário de US$ 11 por semana.
Após Feltman aumentar o preço do sanduíche de 5 para 10 centavos de dólar, dois clientes do restaurante convenceram Handwerker a abrir o seu próprio restaurante e continuar vendendo o cachorro quente pelo antigo preço.
Além de manter os preços baixos, Handwerker adotaria uma estratégia de marketing inovadora para popularizar o seu restaurante: permitir que os médicos do hospital de Coney Island comessem hot dogs de graça — desde que estivessem devidamente vestidos com o uniforme do hospital. Assim, “atestavam” a salubridade dos sanduíches.
Invenção
O hot-dog como o conhecemos hoje, com o tradicional pão de cachorro quente, foi introduzido pelo comerciante de origem bávara Anton Feuchtwanger durante a Feira de Compras da Louisiana, na cidade de St. Louis, em 1904. Ele emprestava luvas brancas para que seus fregueses pudessem comer as salsichas quentes e picantes que fazia. A maioria das luvas não era devolvida e seu estoque começou a cair. Assim, ele acabou pedindo ajuda ao seu cunhado, que era padeiro. Este improvisou um novo tipo de pão que pudesse conter a salsicha. Estava inventado o popular cachorro quente.
Os americanos chamavam as “frankfurters” de “salsichas dachshund”. Esta raça de cachorro1, originária da Alemanha, possui corpo comprido e pernas curtas, o que combinava bem com o formato das “frankfurters”.
O nome “hot dog” começou sua história em Polo Grounds, estádio dos New York Giants. Num dia frio de abril em 1906, o comerciante Harry Stevens, responsável pelos alimentos vendidos no estádio, não estava conseguindo vender sorvete e refrigerante e mandou seus funcionários comprarem todas as salsichas e pães que encontrassem.
Em menos de uma hora, eles estavam oferecendo os sanduíches utilizando tanques portáteis com água quente e gritando “They´re red hot! Get your dachshund sausages while they´re red hot!”, numa tradução livre algo como “Elas estão pelando! Peguem suas salsichas dachshund enquanto elas estão quentes!”
Ao mesmo tempo, o cartunista “Tad” Dorgan estava na cabine de imprensa do estádio e quase no final do prazo para enviar o seu cartum para a redação do jornal onde trabalhava, o The New York Journal. Ao ouvir os vendedores ele fez um cartum onde um cachorro bassê aparecia latindo, entre duas fatias de pão e coberto de mostarda.
Nos seus cartuns, Dorgan ridicularizava tipos alemães, os retratando como bassês falantes. Brincando com a crença popular de que as salsichas vendidas em Coney Island contivessem carne de cachorro e sem ter certeza de como escrever “dachshund”, ele simplesmente colocou “Get your hot dog!”, ou “Pegue o seu cachorro quente!”. O cartum fez muito sucesso e o nome pegou.
Os americanos consomem cerca de 20 bilhões de hot dogs por ano. Durante o campeonato americano de beisebol, eles comem 26 milhões de hot dogs. Cada americano come, em média, 60 hot dogs por ano. Steve Keiner ganhou competição nos EUA ao comer 21 e um quarto de hot dogs em 12 minutos.
Fontes: National Hot Dog and Sausage Council e Enciclopédia Britannica

Flávia Pegorin
A receita dessa delícia de Israel que pode ser assada, frita ou grelhada na churrasqueira.
Tradução da receita: Monica Pontes Maroquio
Ingredientes:
- 1 cebola picada em cubos pequenos
- Sal a gosto
- 2 colheres (sopa) de azeite
- 1 xícara (chá) de salsinha picada
- 1 xicara (chá) de hortelã picada
- 500 g de carne moída (o ideal é ser metade de boi e metade de carneiro)
- 1 colher (chá) de cominho em pó
- 1 colher (chá) de pimenta síria


Poucas pessoas sabem, mas o Filé a Parmegiana é um dos pratos mais pedidos por brasileiros nos restaurantes do país. Ninguém sabe ao certo a sua origem (apesar do nome que aponta a cidade de Parma como ponto aonde teria surgido, mas a verdade é que na Itália não há registros de tal prato e em locais como a Argentina ele ganha o nome de "Filé a Napolitana") e muitas são as receitas para o seu feitio, sendo que algumas desprestigiam os elementos que compõem o prato. No Nordeste ele é acompanhado com macarrão e molho ao sugo, no centro-oeste com arroz e purê e nos demais estados existem variações destes dois modelos (com batata frita, bacon, queijo parmesão ralado etc). Independentemente de regionalidades, a boa receita para este prato é aquela que leva em conta cada detalhe e principalmente a combinação final destes, dando a alma verdadeira desta iguaria. Por isso segue-se a minha receita (de quem é apaixonado por este prato):
700g de filé mignon.
150g de Queijo muzzarela (outra opção é o queijo Gouda, só que mais caro).
03 ovos.
03 dente de alho (amassado e bem purêzinho mesmo).
1/5 Cebola ralada (bem purêzinho mesmo).
1/2 Cenoura ralada (bem purêzinho mesmo).
1/5 Copo de água americano.
01 colher de sopa de manteiga.
03 colheres de sopa de extrato de tomate (não compre molho pronto, tira a personalidade do prato).
Farinha de Rosca.
Óleo de cozinha (o bastante para que ao colocar a carne ela seja quase coberta por ele)
Uma pitadinha (bem pequena mesmo) de pimenta-do-reino em pó.
Sal a gosto.
1º) Tempere o filé com o alho, a cebola e o sal (a gosto), deixando descansar por cerca de 15 minutos para pegar o tempero. Enquanto espera comece a fazer o molho.
2º) Coloque numa panela 01 colher de sopa de manteiga, acrescentando em seguida um pouco de cebola e alho, deixando dourar. Acrescente então 03 colheres de sopa de extrato de tomate, a cenoura ralada (lembre-se: ela deve estar bem purêzinho mesmo), 1/2 copo americano de água e sal a gosto. Mexa bem e cozinhe por cerca de 15 minutos com tampa meio fechada na panela. Dica: o molho inicialmente ficará com uma coloração alaranjada por causa da cenoura, mas não se preocupe, pois após a fervura ele tomará a cor avermelhada natural do molho.
3º) Quebre 03 ovos num prato fundo, acrescente 01 pitadinha de pimenta-do-reino em pó (lembre-se que a intenção não é apimentar o prato, apenas dar-lhe sabor, portanto parcimônia com a pimenta, hein?!) e 01 pitadinha de sal. Mexa bem e separe.
4º) Pegue outro prato fundo e encha generosamente com a farinha de rosca e separe.
5º) Pegue o filé mignon e passe primeiramente na farinha de rosca e depois no ovo, voltando em seguida para a farinha de rosca novamente (essa é uma dica pessoal para fazer uma casquinha mais crocante e espessa, ao invés de seguir o tradicional passando a carne no ovo e depois na farinha somente). Detalhe: não use farinha de trigo ao invés da de rosca, o gosto não fica o mesmo.
6º) Coloque o óleo de cozinha para esquentar e quando ele estiver bem quente coloque o filé. Dica: não fique mexendo na carne, pois senão a casca da farinha começará a se soltar. Prefira que um lado esteja já bem tostado antes de virá-lo, pois aí a casquinha já estará estabilizada.
7º) Coloque o filé pronto em uma travessa, cubra-o com queijo e separe. Termine de cozinhar o molho e o despeje ainda fervendo em cima da carne com queijo, derretendo-o. Detalhe: muitas pessoas colocam o filé depois de pronto no forno ou no microondas para derreter o queijo, mas não faça isso!Dessa forma o molho tende a ressecar e seu gosto também muda, podendo ser dito o mesmo em relação a carne. O molho fervente derreterá o queijo e dará a casquinha do filé o gosto que é a alma do prato.
8º) Sirva-o na travessa com o molho de tomate abundantemente ao seu redor e por cima. Os acompanhamentos devem vir a parte e não na mesma travessa (como é feito em alguns locais, misturando e desvirtuando os sabores): arroz branco e purê (ou batata frita) são os indicados, pois permitem saborear o molho com mais propriedade.
1) O molho é a alma deste prato e não deve ser relegado ao segundo plano, pois senão será apena bife a milanesa com queijo em cima.
2) Sirva sempre o filé dentro do molho, pois essa combinação é que dá um sabor todo especial a casquinha da carne.
3) Não sirva o filé em cima do arroz, mas sim separadamente.
4) Desfrute esse prato com quem você ama, fica muito mais gostoso !

Raros são os adultos que nunca passaram pela provação de uma grande ressaca. Alguns têm ressaca porque bebem demais, outros simplesmente porque bebem mal – desprezando toda a experiência acumulada de anos de civilização, e optando por encarar a garrafa com o estômago vazio, misturando bebidas e ultrapassando seu limite pessoal.
Talvez a melhor receita para encarar uma grande ressaca seja certificar-se de não ter nenhum compromisso no dia seguinte, de que sua casa tem tudo que você precisa para sobreviver ao dia seguinte sem colocar o pé na rua, e de que você bebeu para celebrar algo muito bom, para ao menos ter a ilusão de que o excesso valeu a pena.
Mas sejamos práticos: a melhor forma de evitar a ressaca em si é não beber álcool sem moderação. Além disso, raramente podemos contar com o luxo de passar o dia seguinte na cama, em um ambiente climatizado, com as cortinas fechadas e uma TV mostrando episódios antigos de Baywatch e The Nanny.
Vamos então a uma série de dicas sobre como evitar e “curar” a ressaca. Antes uma observação: adapte as dicas ao seu estilo de vida apenas quando as julgar aplicáveis com segurança – quando se trata da sua saúde, o melhor é consultar um profissional antes de experimentar qualquer procedimento. E, claro, o correto é nunca ingerir álcool além do limite seguro, e nunca beber se for dirigir.
Pessoas com ressaca sentem uma série de sintomas comuns: dores de cabeça, dificuldade de se concentrar, prostração, mau humor e irritabilidade, problemas digestivos e dores no êstomago, náuses, vômitos… Além de processar o próprio álcool e outras substâncias presentes nas bebidas, em geral o seu corpo ainda tem que lidar com os efeitos de uma provável noite anterior longa e agitada.
E ainda é necessário contar com os efeitos psicológicos, seja os relacionados aos motivos que o conduziram a beber desse jeito, ou à lembrança do que você fez sob o efeito do álcool, ou ainda pela consciência do estado miserável em que você se encontra agora que acordou ;-)
Não há remédios mágicos universais – a não ser que seu caso seja extremo (e aí é bom ir direto para o hospital), você terá que deixar o seu corpo processar ou colocar para fora o excesso que você ingeriu.
Mas há muitas alternativas que você pode experimentar para acelerar ou tornar mais tolerável o processo. Vamos a algumas delas: