
organização surgiu na Europa durante a Idade Média, como uma espécie de embrião dos sindicatos – as chamadas corporações de ofício. Nelas se reuniam trabalhadores medievais típicos: alfaiates, sapateiros, ferreirose principalmente pedreiros– estesosmaçons, na língua francesa. Ao final desse período, a maçonaria passou a admitir membros de outros setores, sempre do sexo masculino, transformando-se em uma fraternidade dedicada à liberdade de pensamento e expressão, religiosa ou política. A ordem difundiu-se rapidamente em outros países, acolhendo membrosfamosos como Voltaire, Goethe, Napoleão Bonaparte, Mozart e Beethoven, entre outros. No Brasil, há registrosda maçonaria desde o fim do século 18, e acredita-se que a organização tenha ajudado a divulgar a luta pela independência: alguns revolucionários da Inconfidência Mineira eram maçons, entre eleso célebre Tiradentes. “Para fazer parte da maçonaria, o indivíduo precisa crer em Deus e ter conduta ética e honesta”, afirma Nery Barbosa, assessor do Grande Oriente Brasileiro, uma das maiores associações maçônicasdo país (http://vidasimples.abril.uol.com.br/100respostas/www.maconariadobrasil.org.br). “Deve também afiliar-se a uma loja, que é o nome dado às organizações básicas da maçonaria.” De acordo com o médico e historiador José Castelanni, maçom há 38 anos e autor de 64 livros sobre o tema, “o objetivo da fraternidade é promover paz entre os povos e ajuda mútua entre seus membros”.
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